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Álbum de Testamentos

Porque sou uma miúda com muitas maluqueiras e adoro escrever (e muito) sobre elas.

Músicas Não Tão Ao Calhas - Fly

A última quinta-feira, 16 de abril, ficou marcada pelo lançamento de Fly, o mais recente single da cantautora canadiana Avril Lavigne. 

 

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A comunidade de fãs já sabia da existência da música há um tempo considerável. Fly foi composta em 2012, em colaboração com Chad Kroeger e David Hodges - terá sido aproximadamente na mesma altura em que nasceram várias faixas que, hoje, fazem parte do álbum Avril Lavigne: Let Me Go, Hush Hush, Bad Girl, Give You What You Like, Hello Kitty. Alguns destes títulos (Fly incluída, penso eu), na verdade, já tinham chegado aos fãs ainda nesse ano (acreditem, há pouco tempo dei com um tópico antigo do Fórum Avril Portugal), depois de terem sido registados em sites especializados. Eu na altura, não lhes dei muito crédito (títulos surgidos em circunstâncias semelhantes anteriormente nunca tinham sido confirmados e, além disso, quem no seu juízo perfeito comporia uma música chamada Hello Kitty?). Cerca de um ano mais tarde, em vésperas do lançamento de Avril Lavigne, Fly surgiu em possíveis tracklists para o quinto álbum. Avril chegou mesmo a referi-la em algumas entrevistas, dizendo que a compusera para ser o hino da sua Fundação (a Fundação Avril Lavigne, inaugurada em 2010, que trabalha essencialmente com crianças e jovens com doenças graves ou deficiências.

 

Logo nessa altura, eu calculei (à semelhança de muitos outros fãs), que Fly seria uma espécie de Keep Holding On 2.0, com toques de Black Star. Fly, no entanto, acabaria por ser excluída da tracklist final do álbum Avril Lavigne, à semelhança de outros títulos, igualmente divulgados. Calculo que, pelo menos no caso de FLy, estivessem à espera de uma ocasião especial para a lançar - como as Special Olympics deste verão.

 

Entretanto, depois de um 2014 fraquinho, no final de dezembro, a Avril revelou estar a debater-se com problemas de saúde. No início deste mês, numa entrevista à revista People, revelou que, durante quase um ano, sofreu de Doença de Lyme, uma infeção bacteriana provocada pela mordedura da carraça. Os sintomas são inespecíficos, assemelham-se a uma gripe má, o que dificulta o diagnóstico mas, se detectada a tempo e se medicada com antibióticos, passa ao fim de algumas semanas. No entanto, a Avril teve de passar por vários médicos, muitos dos quais não a levaram a sério, e chegou a estar cinco meses seguidos presa à cama, sem forças para desempenhar tarefas tão básicas como tomar duche. Chegou a pensar que estava a morrer. Felizmente agora está melhor (eu estou aliviada por não ser cancro...), mas foi um período difícil.

 

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Neste contexto, a Avril revelou que a sua própria canção, Fly, a ajudou a sobreviver. Não apenas a mensagem da música em si, mas também a determinação da cantora em partilhá-la com os fãs (que, ainda por cima, foram impecáveis, fartaram-se de enviar mensagens de força sob várias formas : tweets, desenhos, vídeos...).

 

A verdade é que a música da Avril tem-nos salvo a vida há muitos anos, de várias maneiras. Para nós é emocionante a noção de que, agora, a Avril sabe exatamente o que isso é.

 

 

A single step becomes a leap of faith

 

Fly corresponde às expectativas. Conforme tinha dito antes, de uma maneira geral, a Avril é incapaz de falhar no que toca às chamadas "power balads" e não precisou de se esforçar muito para criar um hino inspirador para a sua Fundação e para os Special Olympics. Tal como seria de esperar, em termos de sonoridade, Fly assemelha-se a Keep Holding on e à b-side Won't Let You Go. Fly, no entanto, tem uma produção mais leve (terá sido a Avril a produzi-la sozinha, como fez com 4 Real e Goodbye?), é conduzida pelo piano (KHO tem mais guitarra acústica). Poucos mais instrumentos tem, destacando-se um adorável violino. 

 

Numa entrevista recente, Avril admitiu que, inicialmente, pensara numa produção mais pop - provavelmente ao estilo de Hello Heartache, talvez quando a ideia ainda era incluí-la no quinto álbum. Não me custa imaginar e acho que também resultaria. No entanto, acabou por considerar esta produção mais simples - fazendo lembrar Goodbye Lullaby - mais adequada, destacando mais a voz. Uma boa aposta, que os vocais nesta música estão excelentes. Por outro lado, regra geral, uma orquestra dá sempre um carácter épico e inspirador a qualquer música.

 

Na verdade, o único defeito que encontro nesta música é o facto de ser curta (só dura três minutos, quando as baladas da Avril costumam durar à volta dos quatro). Eu queria ouvir mais daquele violino. É possível que esta seja uma versão mais curta (vi a indicação "misturada para o iTunes" nalgum sítio...). 

 

A letra de Fly é sólida, sem ser nada de muito original. Avril recicla conceitos de Breakaway (é praticamente a mesma mensagem, com a diferença de que Breakaway fala da experiência pessoal da cantora, enquanto Fly é um apelo a terceiros) e também a mensagem do seu primeiro perfume, Black Star (que também inspirou o nome da comunidade de fãs. Se formos a ver, isto está tudo ligado...). É uma mensagem de esperança, de estímulo à luta pelos sonhos. Na verdade, a letra de Fly recorda-me, um pouco, Last Hope dos Paramore, na medida em que defende que basta dar o primeiro passo para começarmos a voar.

 

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O videoclipe para Fly saiu no mesmo dia que o single - algo que, tanto quanto me lembro, para a Avril, é inédito. De uma forma igualmente previsível, o vídeo alterna imagens dos atletas das Special Olympics, bem como da Avril fazendo o trabalho da sua Fundação, com imagens da Avril interpretando a música - fazendo também um shout-out  para o álbum The Best Damn Thing, que por esta altura faz oito anos de publicação (mais sobre isso em breve...).

 

Em suma, Fly não surpreende, mas isso não é uma coisa má. No que toca à Avril, o previsível está sempre muito acima da média. Tendo em conta as circunstâncias, destacando-se o facto de Fly ser uma sobra do quinto álbum (que, conforme assinalei antes, não impressiona pelo arrojo), não estava à espera de uma grande evolução. Fly não compete com as melhores baladas de Avril, mas cumpre muito bem o seu papel e apresenta potencial para tocar os corações de muitos fãs. É uma boa adição à discografia da cantautora. 

 

Contudo, parece que não ficamos por aqui. A Avril revelou também que, no início do ano, compôs uma canção sobre a sua luta com a Doença de Lyme. Também tornou a falar de um possível álbum de Natal, dando a entender que é desta que vai levar a ideia para a frente. Parece, então, que vamos ter mais Avril este ano, o que é ótimo.

 

Também teremos mais Avril aqui no blogue, nos próximos tempos. Continuem desse lado.

 

Músicas Não Tão Ao Calhas - Darker than Blood

Tal como o prometido, eis-me aqui analisando Darker than Blood, o novo produto da colaboração entre Steve Aoki e a banda Linkin Park... embora neste caso o termo "banda" seja relativo. Mas já aí vamos.

 

 

 

Darker than Blood é o segundo single do álbum Neon Future II, do DJ Steve Aoki. Segundo a Wikipédia, Aoki e os Linkin Park estiveram a trabalhar nesta faixa desde 2012 (provavelmente na mesma altura em que trabalharam em A Light that Never Comes). Mike Shinoda revelou mesmo, numa entrevista à Billboard, que ele reescreveu a letra da música (cujo primeiro nome de trabalho era Horizons) por achar que a letra original, escrita por Aoki, era demasiado alegre.

 

Pelo que se pode ouvir de Darker than Blood, parece que a participação dos Linkin Park na música se limita a isso e à interpretação vocal. Se em A Light that Never Comes a banda se fez notar - fazendo com que a faixa se assemelhe a uma música excluída da tracklist final de Living Things a que Steve Aoki acrescentou batidas dubstep - em Darker than Blood, aparentemente, apenas Mike e Chester Bennington participaram na concepção. Daí que o "feat Linkin Park" não faça muito sentido.

 

Isto, por outro lado, é compreensível. Darker than Blood faz parte do álbum novo de Steve Aoki, é dirigido à audiência habitual do DJ, não à audiência dos Linkin Park. Do mesmo modo que A Light that Never Comes, que foi feita para um álbum dos Linkin Park (o álbum de remixes Recharged), é mais Linkin Park que Steve Aoki, ao contrário de Darker than Blood.

 

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Mesmo tendo em conta a questão das audiências, a verdade é que a parte Aoki da música não é particularmente notável, na minha opinião. Tirando o "concerto" de Aoki no Rock in Rio, no ano passado, nunca tive grande contacto com a chamada EDM nem estou interessada em ter mais. Mesmo assim, foi suficiente para o instrumental de Darker than Blood me soar parecidíssimo com aquilo que Aoki tocou (ou melhor, pôs a tocar) no Rock in Rio.

 

Quanto à interpretação vocal, não tenho reparos a fazer. É sólida, sem que Chester precise de se esforçar muito. Chega mesmo a ganhar emotividade à medida que a faixa progride. A parte que mais gosto em Darker than Blood é a altura em que Mike se junta aos vocais e Chester começa como que a improvisar, a fugir à melodia anteriormente estabelecida - vocais, esses, que emprestam uma nova energia à parte final da música.

 

Por sua vez, a letra de Darker than Blood é o típico dos Linkin Park, sem nada que as distinga das demais músicas deles. Mike estava em piloto automático quando escreveu. isto.

 

Em suma, Darker than Blood é uma faixa para fãs de Steve Aoki, essencialmente (e duvido que mesmo os fãs de Aoki gostem assim tanto da música), não tanto para fãs de Linkin Park. Não sendo uma música má, é uma música pouco interessante, a que dificilmente darei muita atenção depois disto. 

 

Na verdade, neste momento a minha atenção está noutra música. Continuem por aí... 

Músicas Ao Calhas - What Have You Done e Hand of Sorrow

Esta é a primeira entrada de Músicas Ao Calhas em mais de um ano. As faixas em questão - What Have You Done e Hand of Sorrow, dos Within Temptation - são as primeiras de uma pequena lista de canções sobre as quais pretendo escrever, mais cedo ou mais tarde.

 

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What Have You Done e Hand of Sorrow fazem parte do álbum The Heart Of Everything, publicado em 2007, o quarto da carreira da banda holandesa Within Temptation. Este álbum marca o ponto alto da banda neste estilo musical, que haviam vindo a aperfeiçoar desde Mother Earth - como não estou familiarizada com os nomes "corretos", prefiro definir este estilo como, vá lá, gótico/medieval, em contraste com a sonoridade mais urbana em The Unforgiving. É um álbum que tem vindo a crescer na minha preferência nos últimos dois anos - The Silent Force costumava ser o meu preferido mas, agora, esta posição tem vindo a ser desafiada, tanto por The Heart of Everything como por Hydra. THOE tem mais variedade que The Silent Force, sem perder a coesão e, apesar de deixar cair muitos dos elementos celtas de que tanto gosto em TSF, tal como dei a entender antes, assemelha-se a uma versão melhorada do álbum de 2004. Algumas daquelas que considero as melhores canções dos Within Temptation - The Howling, Forgiven, The Truth Beneath the Rose - fazem parte deste CD.

 

 

"Wish that I had other choices than to harm the one I love"

 

What Have You Done foi o primeiro single deste álbum e uma das primeiras músicas que conheci da banda. Logo desde início, a canção mexeu comigo, sobretudo por causa da letra. What Have You Done conta a história de dois amantes que se tornam inimigos mortais, história essa que, das primeiras vezes que ouvi a música, me afligiu verdadeiramente. Para essa emotividade, contribuem as interpretações de ambos os cantores (mais sobre isso adiante). À semelhança do que acontece com a larga maioria das músicas dos Within Temptation, a letra aplica-se a muitas obras de ficção, incluindo a minha - mais em específico, o meu terceiro livro. Uma das primeiras de que me recordei, quando conheci What Have You Done, foi as Brumas de Avalon (mais uma vez), em específico um certo momento em O Prisioneiro da Árvore. Outro exemplo é uma trilogia que li recentemente - falarei melhor sobre ela adiante.

 

What Have You Done possui várias versões reduzidas. A faixa completa tem mais de cinco minutos de duração e, como toda a gente sabe, o ouvinte comum da rádio tem um tempo de atenção inferior a quatro minutos. Na minha opinião, só é possível apreciar devidamente a música ouvindo a versão completa. What Have You Done começa com um crescendo de orquestra, repetindo cada vez mais alto a sequência que se tornará a imagem de marca da faixa. Seguem-se os vocais suaves de Sharon antes do primeiro "What Have you Done, now" gritado por Keith Caputo, e de a música explodir.

 

Um dos momentos de que mais gosto em What Have You Done é da maneira como Keith canta o verso "I won't show mercy on you now". Outro ponto forte é a sequência de piano que se seguie a "It's over now, what have you done", antecedendo os primeiros dois refrões - um breve momento de acalmia, para absorver a música, antes de tornar a acelerar.

 

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Há quem não goste da constante repetição de "what have you done" por parte de Keith, mas eu gosto: ajuda a manter o ritmo frenético, sobretudo os crescendos após os primeiros refrões.

 

Ao segundo refrão segue-se um novo abrandamento, uma sequência instrumental mais lenta, misteriosa, com vocais sussurrados, antes de a bateria e as guitarras regressarem, retomando o ritmo até à terceira estrofe. Aqui a canção ganha um tom diferente, de alguma esperança.

 

Em suma, o tratamento musical de What Have You Done, bem como as interpretações dos dois vocalistas, contribuem para a emotividade da canção. Não é de surpreender que esta me tenha perturbado das primeiras vezes que a ouvi.

 

Foi com o álbum The Heart of Everything que os Within Temptation entraram no mercado norte-americano. Tendo What Have You Done sido o primeiro single, este recebeu alguma crítica por se assemelhar a Bring Me to Life, dos Evanescence. É de facto possível encontra várias semelhanças, à vista desarmada, entre Bring Me to Life e What Have You Done - para mim, a mais óbvia (à parte dos dois vocalistas) é o início do terceiro verso de ambas as faixas. Mesmo eu tenho colocado ambas as faixas lado a lado nas minhas playlists ao longo de todos este anos, de forma inconsciente. Não me choca a ideia de que pelo menos algumas destas semelhanças sejam intencionais. 

 

Outra música que acho semelhante a esta é Awake and Alive, dos Skillet.

 

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No entanto, as comparações estabelecidas entre as bandas Evanescence e Within Temptation têm começado a irritar-me (apesar de eu mesma as ter feito). Tendo em conta o meu viés de quem está mais familiarizado com a discografia da banda holandesa, para mim os Evanescence são um one-hit-album-wonder, que, tanto quanto sei, nunca mais fizeram nada de interessante depois de Fallen. Além de que Sharon é, na minha opinião, muito melhor vocalista que Amy Lee. A voz de Sharon é versátil, atinge agudos impossíveis, enquanto Amy parece estar em constante sofrimento.

 

De qualquer forma, o problema deste estilo musical mais pesado é encontrarmos muitos puristas na Internet.

 

 

What Have You Done tem dois videoclipes. Um primeiro (mostrado acima), menos conhecido, e outro oficial. No primeiro, Keith desempenha o papel de um agente que persegue uma criminosa (Sharon), com quem tivera um relacionamento. Eu gosto deste vídeo, mas a banda não. Alegam que o vídeo dá pouca atenção aos membros da banda que não Sharon e que as cenas na selva são pouco verosímeis. Daí terem filmado um segundo. Este (abaixo)tem um tom mais sombrio, contando uma história de violência doméstica.

 

 

Em suma, considero What Have You Done um clássico. No entanto, também devo dizer que concordo quando dizem que o single não se encontra entre os melhores dos Within Temptation. Tenho, aliás, andado algo cansada da música nos últimos tempos.

 

 

"He surely would flee but the oath made him stay" 

 

Hand of Sorrow possui algumas semelhanças com What Have You Done no que toca à história. Pelo menos era o que me parecia antes de me sentar e analisar melhor a canção, para escrever este texto.

 

Hand of Sorrow começa com uma sequência de notas de piano, que se tornam a imagem de marca da canção, antes de se juntarem as guitarras, a bateria e a orquestra. A produção musical nesta faixa é sólida, de resto. A música não é tão dramática e frenética como What Have You Done, mas cumpre o seu papel. Na verdade, o maior destaque de Hand of Sorrow é a sua letra.

 

Segundo o que descobri na Internet, a letra de Hand of Sorrow foi inspirada na Saga do Assassino, de Robin Hobb. Não conheço a obra, embora julgue ter visto o primeiro volume entre os livros do meu irmão. Segundo o que li, um dos temas da saga é o conflito entre lealdade, ambições, honra e os sacrifícios que estes implicam - e é precisamente sobre isso que a letra de Hand of Sorrow fala: a história de uma criança enjeitada que é criada para ser mercenária. Desde início, a história que eu envisionei era semelhante a What Have You Done: o protagonista tem uma amada mas, por causa do seu dever, não pode amá-la, deve mesmo considerá-la inimiga. No entanto, vendo melhor, a letra vai mais longe do que isso. Hand of Sorrow reflecte sobre o que é certo e o errado, se valores como a lealdade e a honra justificam o sacrifício de entes queridos (não necessariamente matá-los, como em What Have You Done), se a violência é aceitável como forma de evitar mais violência. O que, no fundo, são questões debatidas em muitas obras de ficção - não apenas nesta saga, também noutras sobre as quais já falei aqui no blogue, bem como nos meus livros.

 

Começo a perceber, de resto, que, se olharmos para elas a fundo, todas as obras de ficção decentes, em que haja um mínimo de conflito, acabam por abordar questões semelhantes, mais cedo ou mais tarde. É aí que reside a força de Hand of Sorrow. 

 

E dos Within Temptation em si.

 

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Os Within Temptation preparam-se para regressar a Portugal no próximo verão, para participar no festival metaleiro Vagos Open Air. Eu gostava de ir vê-los, mas é pouco provável que o faça. Para começar, o festival situa-se perto de Aveiro, ou seja, fica-me fora de mão. Além disso, não conheço mais ninguém que vá e não me agrada muito a ideia de ir sozinha a um festival de heavy metal (que não é o meu género preferido) para ir ver apenas uma banda. Eu fico com pena mas, em princípio, esta terá de ficar para a próxima.

 

Um dos motivos pelos quais deixei o blogue um pouco de lado no último mês foi o facto de o início deste ano ter sido a primeira altura desde princípios de 2013 - ou mesmo antes, se considerar a trilogia dos Green Day ¡Uno! ¡Dos! ¡Tré! - em que nenhum dos meus artistas preferidos lançou música nova para eu analisar no blogue. Os Sum 41 e os Simple Plan têm estado em estúdio - com estes últimos andando a ser simpáticos o suficiente para irem deixando pistas nas redes sociais - mas ainda teremos de esperar algum tempo antes de podermos ouvir qualquer coisa em concreto.

 

No entanto, no início deste mês, tive a surpresa agradável de descobrir que o single Fly, de Avril Lavigne, será lançado em breve - mais concretamente no dia 16. Não estava à espera de tê-lo tão cedo, só contava com ele em junho (depois de tanto drama e adiamento nos últimos anos, no que à Avril diz respeito, uma pessoa começa a arredondar por cima...). Não quero escrever muito mais sobre isso, estou a guardá-lo para a mais que previsível entrada de Músicas Não Tão Ao Calhas. Apenas digo que estou com altas expectativas (no que toca a baladas, a Avril não costuma errar) e espero que estas se confirmem.

 

 

 

Dois dias antes, será lançado o novo produto da colaboração entre Steve Aoki e os Linkin Park, Darker than Blood. Tendo em conta que gosto imenso de A Light that Never Comes (mais do que a música verdadeiramente merece), estou curiosa em relação a esta nova música. Espero, sobretudo, que dê para eu montar um AMV, tal como fiz com a primeira colaboração da banda com Aoki.

 

Contem, então, com duas entradas - uma para cada música nova - na próxima semana. Vai saber bem ter material musical novo para analisar, isto vários meses depois da reedição de Reckless. À parte essa, tenho outras entradas planeadas para os próximos tempos, incluindo as Músicas Ao Calhas que referi no início. Continuem desse lado...

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