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Álbum de Testamentos

Porque sou uma miúda com muitas maluqueiras e adoro escrever (e muito) sobre elas.

Digimon Adventure Tri - Soshitsu (Perda) #1

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Hoje vamos falar, finalmente, sobre Soshitsu – peço imensa desculpa por este épico atraso. Soshitsu (que, em português, significa Perda), é o quarto de seis OVAs que constituem Digimon Adventure Tri – uma série que serve de sequela às duas primeiras temporadas do anime de Digimon, também conhecidas por Adventure e 02. Desta feita, a análise virá dividida em três partes: as próximas duas virão amanhã e depois, em princípio.

 

Numa altura em que vamos em dois terços da série, podemos já assinalar um dos maiores problema de Tri: a inconsistência. Temos alternado entre filmes bons e filmes menos bons. Saikai, o primeiro, é um filme bom, mas o segundo, Ketsui, está uns quantos furos abaixo. Kokuhaku suplantou os seus antecessores e elevou as expectativas para o filme seguinte.

 

Soshitsu, infelizmente, não foi capaz de corresponder a essas expectativas.

 

Não me interpretem mal, eu gosto de Soshitsu. Fez várias coisas bem – sobretudo o facto de fazer o que nenhum dos filmes anteriores tinha feito: dar-nos respostas (embora não sejam aquelas que alguns de nós desejavam). Percebe-se, também, que os digi-guionistas tinham uma série de potenciais boas ideias. O pior é que não souberam pô-las em prática: ou as exploraram mal ou não as exploraram de todo.

 

É esse o grande problema de Soshitsu: a execução.

 

Antes de prosseguirmos, os alertas habituais...

 

1) Spoilers: as entradas desta série terão inúmeras revelações sobre o enredo do primeiro, segundo e terceiro filmes de Digimon Adventure Tri e, possivelmente, dos enredos de Adventure e 02. Leia por sua conta e risco.

 

2) Alguns conceitos próprios desta série animada têm traduções controversas – na língua portuguesa, têm mais do que uma possível. Neste texto, vou adotar as traduções com que estou mais familiarizada e/ou que considero mais adequadas.

 

3) Apesar de as legendas do filme usarem os nomes japoneses das Crianças Escolhidas, eu vou usar as versões americanizadas dos nomes, visto que estou mais habituada.

 

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É frustrante, pois Soshitsu tinha tudo para ser um filme bem melhor – dá para ver claramente, ao longo do filme, onde se podia melhorar. Até porque Soshitsu começa de forma bombástica, com um flashback em estilo filme retro, mudo, capaz de deixar os fãs a especular durante anos.

 

Confesso que não estava à espera que Maki e Daigo fossem as Crianças Escolhidas Originais (referidas de forma muito rápida na reta final de Adventure, as primeiras a derrotar os Dark Masters/Mestres das Trevas). Olhando agora, em retrospetiva, no entanto, não sei como é que não considerei a hipótese (julgo ter dado com ela algures na Internet). Mas também nunca dei muita importância a essas misteriosas Crianças Escolhidas Originais.

 

No entanto, agora que sabemos a verdade, faz todo o sentido. Descobrimos, assim, que, quinze ou vinte anos antes dos eventos de Tri, Maki e Daigo fizeram parte das primeiras cinco Crianças Escolhidas a salvar o Mundo Digimon nos Mestres das Trevas. Pelos óculos caídos junto a Daigo, este terá sido o líder.

 

Este flashback confirma algo que, segundo consta, vinha referido na versão em livro da história de Adventure: o facto de as quatro Bestas Sagradas terem sido, originalmente, os parceiros dessas Crianças Escolhidas Originais. A única exceção foi o parceiro de Maki: Bakumon/Tapirmon, na forma Infantil, Megadramon na forma Perfeita/Super Campeã, que, segundo o que percebi, foi exigido como sacrifício por parte da Homeostase.

 

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Descobrimos mais à frente no filme que Maki terá passado a segunda metade da sua vida – talvez mais – procurando uma maneira de recuperar o seu parceiro Digimon. Noutro flashback, de quando Maki e Daigo eram adolescentes, Maki aparece já estudando a hipótese de um Reinício.

 

Nesse flashback, vemos, aliás, Daigo preocupado com o rumo que Maki está a tomar: incapaz de deixar o passado no passado, obcecada por trazer Bakumon de volta à vida. Ele sabe perfeitamente que aquilo não vai acabar bem. Daigo tenta ajudar Maki a sair daquele buraco, oferece-se mesmo para tentar preencher o vazio deixado pela morte de Bakumon.

 

Em vão. Daigo poderá, aliás, ter feito mais mal do que bem – é provável que Maki, depois daquele episódio, tenha tomado precauções extra para que o amigo não descobrisse o que ela andava a fazer.

 

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Em todo o caso, isto prova que as minhas suspeitas, que começaram em Ketsui, estavam certas: Maki deixara Meicoomon vulnerável ao falso Imperador Digimon de propósito; podia ter evitado o Reinício e escolhera deliberadamente não fazê-lo. O Reinício fazia parte dos planos dos vilões.

 

Estão a ver? Aqui a Sofia tinha razão!

 

Ter um humano a colaborar com os vilões não é nada de novo em Digimon, nem mesmo no universo de Adventure. Pelo contrário, os paralelismos com Oikawa são evidentes. Ambos perderam um amigo próximo, que associam à sua infância. No caso de Oikawa, foi Hiroki, o pai de Cody, o seu melhor amigo de infância, na companhia de quem descobriu o Mundo Digimon. No caso de Maki, foi o seu companheiro Digimon. Nenhum deles é capaz de fazer o luto como deve ser, o que os coloca numa posição vulnerável à influência dos vilões.

 

Mas existem diferenças. Oikawa foi controlado por Myotismon, não fez nada por vontade própria. Tendo em conta que o público-alvo de 02 era o infantil, não admira que os digi-guionistas tenham escolhido este desenvolvimento mais simplista, mais a preto e branco. Por sua vez, Tri é dirigido a uma audiência mais velha, os digi-guionistas podem tornar Maki mais ambígua moralmente.

 

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Pode-se questionar como é que uma antiga Criança Escolhida trai o Mundo Digimon desta maneira mas, na minha opinião, motivos não lhe faltam. Se assumirmos que as coisas se passaram de maneira semelhante a Adventure, Maki, Daigo e as outras Crianças Escolhidas Originais terão sido atirados, quase literalmente, para o Mundo Digimon, sem que ninguém lhes tivesse perguntado se era isso que queriam. Terão, depois, sido obrigados a sobreviver só com a ajuda dos respetivos companheiros Digimon. Pelo meio, terão descoberto que o Mundo Digital estava em perigo e só eles podiam salvá-lo, blá blá blá, Whiskas Saquetas.

 

Como penso já ter referido aqui, no blogue, pedir a crianças de dez ou onze anos (ou talvez mais novas) que arrisquem a vida por um mundo inteiro já de si é uma violência. A Homeostase tem, ainda, o desplante de exigir Bakumon (a única coisa boa que Maki recebera como Criança Escolhida) como sacrifício.

 

Não sei como é com vocês, mas eu também ficaria a odiar a Homeostase e talvez mesmo o próprio Mundo Digimon e tudo o que ele representa. E diria a Daigo e a outros que tais onde poderiam enfiar a conversa recorrente em Tri, sobre “seguir em frente” e “crescer”.

 

Por falar em Daigo, é durante o presente em Soshitsu que este descobre a verdade acerca de Maki. Depois de os miúdos terem partido para o Mundo Digimon, Maki desaparece sem deixar rasto. Daigo investiga no gabinete dela e acaba por descobrir os seus planos para o Reinício, e-mails trocados com Gennai, uma lista com a localização dos Digimon da Ilha do Ficheiro, com o nome de Bakumon destacado.

 

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De seguida, Hackmon aparece no gabinete. Depois de ter passado a primeira metade de Tri sendo misterioso, observando os principais acontecimentos à distância, finalmente revela quem é e o que quer da vida. Hackmon apresenta-se a si mesmo como um mensageiro da Homeostase – cargo que antes, era ocupado por Gennai, antes de ele, tal como o próprio Hackmon confirma, se juntar ao lado negro da Força.

 

Hackmon confirma, também, tudo o que Daigo acabara de descobrir e ainda mais: Maki fizera um acordo com Yggdrasil usando Gennai como intermediário. A antiga Criança Escolhida trabalharia para ele e ele ajudar-lhe-ia a provocar um Reinício. Acho que ninguém o confirma preto no branco no filme, mas vários dão a entender que Meicoomon terá sido criada de propósito para ser o veículo da Infeção – não percebo, no entanto, se a ideia partiu de Yggdrasil ou de Maki.

 

Agora que penso nisso, Maki a ter a ideia de usar um Digimon como veículo da Infeção e, depois, oferecê-lo como companheiro a uma criança – essencialmente impôr a Meiko um destino semelhante ao seu, se não for pior – seria de uma frieza arrepiante. Mas como nada disto ainda foi confirmado oficialmente, não vou por aí.

 

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Falaremos de Gennai e Yggdrasil mais adiante. Para já, queria só comentar que, nesta fase, esperava mais participação de Daigo nos acontecimentos. Passou os três primeiros filmes a reboque de Maki – nem sempre concordando com as ações dela e dizendo-o explicitamente, mas nunca indo contra a vontade ela. Agora, em Soshitsu, pouco mais foi que o avatar da audiência na revelação das motivações de Maki e da história principal de Tri.

 

Espero que, nos próximos filmes, Daigo tenha um papel mais ativo. É provável, aliás, que seja ele a chamar Maki à razão, quando for necessário.

 

Regressemos a Maki. Esta acaba por reencontrar Bakumon perto do fim do filme… mas ele não a reconhece, para surpresa desta.

 

É uma das muitas inconsistências em Soshitsu. Maki passara metade da sua vida planeando o Reinício, não sabia que um dos efeitos secundários para os Digimon era amnésia? Não faz sentido.

 

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À parte esse aspeto, quando Bakumon não reconhece Maki e se retrai, esta tem um mini surto psicótico, tornando-se algo violenta. É certo que Maki passou por muito. Esperou metade da vida por aquele momento. Passara o dia e meio anterior sozinha, no Mundo Digital, à procura de Bakumon. É possível que estivesse desidratada e privada de sono. É pouco provável, assim, que estivesse capaz de pensar e agir racionalmente. Muitos de nós enlonqueceríamos um bocadinho naquelas circunstâncias.

 

Mesmo assim, atacar um Digimon inocente, de nível Infantil? Não se faz.

 

Infelizmente, a cena acaba ali – é capaz de ter durado menos que algumas das sequências de digievolução. Que acontecerá a seguir? Eu diria “só as Bestas Sagradas sabem” mas, nestas circunstâncias, parece-me de mau gosto…

 

Por esta altura, é óbvio que Maki não passa de um peão nas mãos de forças  muito maiores do que ela, que governam o Mundo Digimon. Nesse aspeto, não difere muito dos Escolhidos atuais… Mas estou a adiantar-me.

 

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Tirando o prólogo analéptico, o filme retoma a narrativa poucos minutos após, o filme retoma a narrativa poucos minutos após o final de Kokuhaku – ou seja, poucos minutos após os Escolhidos reencontrarem os seus Digimon amnésicos. Temos direito a uns quantos momentos fofinhos: T.K. certificando-se de que​ Tokomon está curado da Infeção; Tsunomon intimidado por Matt; Tanemon com medo de que Mimi a comesse; Nyaromon reconhecendo Kari pelo seu cheiro, igual ao do apito, que ela identifica como algo reconfortante.

 

Gostei desse pormenor. Na “vida real”, o olfacto desempenha um papel importante na memória e nas emoções. Faz sentido, assim, que o olfacto tenha sido fulcral para uma das reaproximações entre Digimon e respetivo Escolhido.

 

Outro momento de que gostei foi de ver Motimon fascinado por Izzy, pelo seu computador e pelas coisas que sabe. Faz lembrar o discurso de despedida de Tentomon, em Kokuhaku.

 

Na verdade, quase toda a gente parece dar-se relativamente bem com os seus companheiros Digimon. Demasiado bem, segundo alguns fãs, que esperavam mais dificuldades aquando do reencontro. Eu, por um lado, concordo. Aliás, mais à frente falarei sobre possíveis ângulos que podiam ter sido explorados.

 

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Por outro lado, já no início de Adventure, Digimon e Crianças Escolhidas não demoraram muito a tornar-se amigos do peito. Mesmo os iniciais atritos entre Joe e Gomamon resolvem-se no episódio da estreia de Ikkakumon. Porque não haveria de acontecer o mesmo agora?

 

Apenas Sora e Yokomon não se entendem à primeira. Para além de começar literalmente com o pé errado, Sora tenta retomar as coisas exatamente no ponto em que tinham terminado, aquando do Reinício – ao invés de, tal como os amigos estavam a fazer, em graus diferentes, ir-se aproximando devagar, dando tempo a Yokomon para se habituar a ela.

 

Sem surpresas, as atitudes de Sora afastam Yokomon.

 

Isto é consistente com o que vimos no final de Kokuhaku – Sora deprimida no rescaldo do Reinício, precipitando-se para Yokomon ao reencontrá-la. E esta atitude mais compreensível se torna quando… ninguém parece reparar no que se passa com Sora. Estão todos habituados a ter Sora como mamã do grupo – que, ainda por cima, trouxe uma refeição completa para toda a gente – mas ninguém lhe retribui o favor. Byomon era, literalmente, a única que dava apoio a Sora, mas agora rejeita-a.

 

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Eu gostava que este conflito relativamente ao papel de Sora nos Escolhidos tivesse sido melhor desenvolvido ao longo do filme. Infelizmente, só se explora a relação entre esta e Tai e Matt – o Tri-ângulo amoroso, como chegou a dizer o António do Obaiba Memorial Day. E esta linha narrativa nem sequer tem uma conclusão satisfatória, conforme veremos mais à frente.

 

Havemos de voltar a Sora. Para já, falemos de outro arco narrativo relevante de Tri. Pouco após o primeiro encontro entre os Escolhidos e os seus companheiros Digimon, Meicoomon aparece perante o elenco lavada em lágrimas, perguntando por Meiko. Antes que os Escolhidos pudessem reagir, Meicoomon foge de novo para as distorções. Tai vai atrás dela – de notar que ele hesita por um segundo – mas não consegue apanhá-la.

 

Para os Escolhidos, esta é a primeira prova de que o Reinício não funcionou como o previsto – Sora, sem surpresa, é a que reage pior à descoberta. Os miúdos pensam em ir à procura de Meicoomon, mas Tai, ao imício, não parece ter muita vontade. Não é admirar que o jovem sinta algum rancor para com Meiko e Meicoomon. Afinal de contas, elas foram parcialmente responsáveis pelo Reinício – e, conforme veremos mais à frente, Tai não está assim tão satisfeito com a situação. O facto de Meicoomon não ter perdido as suas memórias não ajuda. Suspeito, aliás, que este possível ressentimento venha a ser relevante no futuro… mas estou a adiantar-me. Por agora, o grupo decide ser leal para com Meiko e procurar o seu Digimon.

 

No entanto, os Escolhidos não chegam a levar a cabo esse plano. Já veremos porquê. Para já, durante a primeira noite que o elenco passa no Mundo Digital, temos uma cena dedicada ao Tri-ângulo amoroso.

 

 

 

É um aspeto caricato deste filme: Sora não tem um único momento a sós com Matt ou a sós com Tai. Os dois aparecem sempre juntos perante ela, como gémeos siameses. Até em momentos em que Sora dá uma de donzela indefesa, Soshitsu foi ao extremo de pôr os dois atirando-se para a frente de um ataque para protegê-la. A ideia que fica é de que os digi-guionistas estavam cheinhos de medo de favorecer um dos vértices do Tri-ângulo amoroso relativamente ao outro – e imagino que isso tenha levado muitos shippers à loucura.

 

Com tudo isso, tenho visto mais sinais favoráveis a um casal Tai-e-Matt – e não me parece que seja essa a intenção dos digi-guionistas.

 

Quando Sora se afasta do grupo, Tai e Matt vão atrás dela. Tentam consolá-la mas, de uma forma hilariante, não têm jeitinho nenhum para isso. Tai é um pouco pior, conforme provado pelo vídeo acima – é por estas e por outras que ela, no fim, não se casa contigo, Yagami!

 

Outro momento delicioso é quando Matt pensa em pedir conselhos a… T.K. A imagem de T.K. ensinando o seu onii-chan, Tai e talvez Izzy a falar com raparigas é irresistível…

 

 

É também nisto que está a força de Tri. Aquando de Adventure, quem imaginaria que o bebé do grupo se tornaria a referência em termos sentimentais dos Escolhidos?

 

Piadas à parte, é um bocadinho triste que nem Tai nem Matt nem nenhum dos outros Escolhidos – amigos de infância de Sora, recordemo-nos – não tenham, ao que parece, reparado que Yokomon/Byomon estava um pouco afastada de Sora e do grupo em geral. Ainda se pode perdoar que dois rapazes de dezassete anos tenham dificuldade em consolar uma rapariga da idade deles – sobretudo se nutrirem sentimentos românticos por ela. Mas é preciso ser-se muito egocêntrico para não se reparar no que se está a passar à frente dos olhos. O mais certo, contudo, é estarem tão habituados a ter Sora tomando conta de toda a gente que não lhes ocorreu que talvez ela precisasse de alguém que se preocupasse com ela.

 

Sora está perfeitamente ciente disso e, tal como eu tinha previsto, despeja o saco. Atira à cara dos rapazes todas as vezes em que eles andaram às turras um com o outro e ela teve de apaziguá-los. Infelizmente, antes que Sora pudesse dar o golpe de misericórdia, mandando-os dar banho aos… bem, aos respetivos parceiros Digimon, suponho eu (não que Agumon precisasse), Mugendramon/Machinedramon interrompe a cena.

 

Falaremos sobre o que acontece a seguir da próxima vez. Obrigada pela vossa visita. Continuem ligados!

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