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Álbum de Testamentos

Porque sou uma miúda com muitas maluqueiras e adoro escrever (e muito) sobre elas.

Pokémon através das gerações #4 - Geologia e muitas trompetes

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Inicialmente, a Game Freak tinha as coisas planeadas até à segunda geração de jogos Pokémon. O combate entre o protagonista da primeira geração e o protagonista da segunda, em Gold, Silver e Crystal, fora idealizado para ser a grande conclusão da franquia. No entanto, com o sucesso que Pokémon estava a ter à escala global, era óbvio que o mundo precisava de mais jogos - sobretudo com o lançamento do Game Boy Advance.

 

Para a terceira geração de Pokémon, os criadores tomaram uma decisão arriscada: fizeram uma espécie de tábua rasa à franquia, com uma região nova, novos Pokémon, mantendo apenas uma mão-cheia dos antigos e... impossibilitando a obtenção dos que ficaram de fora. Foi uma decisão arrojada que, naturalmente, polarizou a comunidade de fãs.

 

Confesso que, imediatamente após o lançamento de Ruby e Sapphire, eu embirrei com esses jogos, à semelhança de muitos. Uma boa parte dessa birra devia-se ao facto de estes jogos não serem a versão Crystal (eu tinha doze ou treze anos na altura, em minha defesa. Nestas idades ainda considero birras como esta mais ou menos aceitáveis). Continuo mesmo assim a achar que a grande falha destes jogos é não ser possível obter muitos dos Pokémon dos jogos mais antigos (é a única geração que não é compatível com a anterior para trocar Pokémon, visto terem mudado o funcionamento dos I.V.s de uma geração para a outra. Felizmente, isso vai ser em parte corrigido na sétima geração) e, sobretudo, que tivessem deixado cair muitas das funcionalidades introduzidas na segunda geração, como o ciclo dia/noite, os dias da semana, as animações dos sprites dos Pokémon, a possibilidade de voltar a combater com treinadores (apesar de introduzirem várias outras funcionalidades para compensar, como meteorologia, Natures e Abilities e combates a pares). Além disso, o nosso rival, comparado com Blue e Silver, era uma autêntica mosquinha-morta e Wally pouco dizia.

 

Admito, no entanto, que a birra acabou por passar quando joguei a versão Sapphire eu mesma. Para começar, a terceira geração inaugurou uma das minhas partes preferidas dos jogos Pokémon: meteu o protagonista a salvar o mundo. Julgo que já falei disto, noutra ocasião, mas, se formos a ver, a fórmula básica dos jogos tem sido sempre a mesma: primeiro Pokémon, rival, treinadores comuns, Elite 4, Campeão. É o enredo colateral que dá carácter a cada jogo, um tema próprio. E o de Ruby e Sapphire é bastante interessante. As equipas criminosas de cada jogo - Team Magma para Ruby, Team Aqua para Sapphire - tentam, respetivamente, usar Groudon e Kyogre para, respetivamente, expandirem a porção continental ou oceânica. Quando, no fim, conseguem o que querem - em Ruby, Groudon faz com que o Sol brilhe como nunca; em Sapphire, Kyogre despoleta o princípio de um dilúvio - os líderes das equipas criminosas percebem que aquilo foi uma péssima ideia, pode matar todos os seres vivos no planeta. Tem de ir o protagonista, a criança de dez anos, corrigir as asneiras dos adultos apanhando ou derrotando o lendário em questão, travando o desastre natural.

 

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Em Emerald (a versão melhorada de Ruby e Sapphire, o equivalente a Yellow na primeira geração e Crystal na segunda), esse conflito é elevado a outro nível, uma vez que tanto o Team Aqua e o Team Magma levam a cabo os seus próprios planos ao mesmo tempo, ou seja, acordarem Kyogre e Groudon, respetivamente. Mais uma vez a coisa dá para o torto - claro - desta feita fazendo Groudon e Kyogre lutando entre si, causando um distúrbio meteorológico. Mais uma vez, tem de ir a criança de dez anos resolver a situação: desta feita, correndo até ao Sky Pillar chamar Rayquaza, para que este acalme os dois arruaceiros.

 

Devo confessar que teria gostado de um remake de Emerald para a Nintendo 3DS, só mesmo para ver esta cena com os gráficos melhorados da sexta geração.

 

Já voltaremos a Emerald. O tema destes jogos, de resto, é precisamente esse: geologia, natureza. A região de Hoenn e as próprias funcionalidades do jogo exploram a fundo esse tema: com a introdução de variações meteorológicas, com influência nos combates, por exemplo. Além do mais, os criadores dos jogos tomaram partido dos gráficos mais sofisticados do Game Boy Advance para criar a região mais rica e variada até ao momento. Hoenn tem de tudo: uma proporção quase fifty-fifty de terra e mar (ainda que nem todos sejam fãs disso. Coff coff7.8/10, too much water), campo, floresta, praias, desertos, uma caverna de gelo, vulcões com queda de cinzas, uma cidade construída numa antiga cratera vulcânica, cavernas subaquáticas. Em consonância com o tema, conforme dei a entender acima, o lendário Groundon é responsável pela criação das placas continentais e Kyogre pela criação das placas oceânicas. Por sua vez, Rayquaza vive na atmosfera, na camada de ozono. Mesmo o trio de Regis, outros lendários desta geração, possuem um conceito inspirado em geologia. Segundo textos da Pokédex, Regirock é formado por rochas de diferentes partes do planeta; é dado a entender que Registeel é constituído por um metal do centro da Terra; por sua vez, Regice será constituído por gelo semelhante ao do Pólo Sul.

 

Num registo diferente, outra funcionalidade introduzida nesta geração diz respeito aos concursos. Aqui, os Pokémon, em vez de combater, competem entre si perante uma audiência e um júri, que os avalia consoante a categoria do concurso - Beleza, Inteligência, Fofura, entre outros. O sucesso nestes concursos depende do uso de Pokéblocks, por sua vez fabricados a partir de Berries específicas, bem como de uma escolha cuidada dos ataques. Pode, por isso, ser tão exigente como escolher e treinar uma equipa para combater ginásios e a Elite 4. Nunca fui grande fã de concursos, mas reconheço que apresenta uma faceta dos Pokémon diferente do habitual.

 

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Queria, agora, voltar a falar sobre a versão Emerald. Este jogo é muito acarinhado pelos fãs por, para além de incluir melhorias relativamente a Rube e Sapphire, como o regresso dos sprites animados, a possibilidade de voltar a combater com treinadores e uma maior frequência de combates duplos, introduzir a Battle Frontier. Esta é uma área, acessível apenas no post-game (isto é, depois da Elite 4), que pega no conceito da Battle Tower de jogos anteriores e introduz múltiplas variações, como usar Pokémon alheios ou os Pokémon combaterem sem instruções nossas (o seu comportamento depende das "Natures"). Ao fim de um número fixo de vitórias, combatemos os chamados Frontier Brains e a vitória sobre eles dá direito a um Símbolo. Acaba por ser um campeonato à parte, independente do esquema habitual de ginásios-mais-Elite-4. Os fãs adoraram. Um dos critérios mais levados em conta na comunidade de fãs na avaliação dos jogos é o post-game. A inclusão de algo que nos faça continuar a jogar para além da Elite 4 - ou seja, que tenha um bom post-game - é muito apreciada. A Battle Frontier funciona de forma excelente, nesse aspeto. Eu, infelizmente, da única vez que joguei a versão Emerald, parei logo a seguir à Elite 4, logo, nunca experimentei a Battle Frontier de Emerald eu mesma - embora tenha frequentado bastante a dos jogos da Battle Frontier da quarta geração. 

 

Passemos à música. O sistema do Game Boy Advance já permitia música mais sofisticada que o tradicional 8-bit do Game Boy propriamente dito e estes jogos tomam partido dessas melhorias. A banda sonora de Hoenn é famosa pelas suas trompetes - destacando-se o tema da route 120. Vários temas em Hoenn incluem trompetes, sobretudo os temas de combate. Gosto de todos e o meu preferido é o da Elite 4. Em termos de cidades, destaco o festivo tema de Slateport City; o melancólico tema de Verdanturf Town, guiado pelo piano, adequado a uma terra sossegada e pacífica; o relativamente calmo mas divertido tema de Fortree City. No entanto, o melhor tema destes jogos, na minha opinião, é o do encontro com Kyogre, Groudon e/ou Rayquaza. Começa com um som semelhante a sinos, seguidos de tambores, antes de se juntarem as trompetes, conferindo logo imenso dramatismo a um momento já de si dramático e grandioso.

 

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Está na altura de falarmos, então, dos remakes FireRed e LeafGreen. Existe alguma controvérsia na comunidade de fãs em relação aos remakes, se estes pertencem à geração em que foram lançados ou à geração dos jogos originais. Eu sou apologista do primeiro caso. Os remakes reutilizam as mecânicas dos jogos da mesma geração e essas mecânicas influenciam a experiência do jogo. Mesmo em termos de conteúdo e enredo, jogos originais e remakes na mesma geração acabam por ter temas semelhantes (quer isso tenha sido intencional ou não). Por fim, em termos de cronologia da história dos jogos, o enredo dos remakes da primeira e da segunda geração (FireRed e Leaf Green, Heart Gold e Soul Silver) decorre sensivelmente ao mesmo tempo que a história dos jogos originais da mesma geração (respetivamente Ruby/Sapphire/Emerald e Diamond/Pearl/Platinum).

 

Infelizmente, FireRed e Leaf Green são os remakes mais fraquinhos de toda a franquia. Na minha opinião, aliás, são os jogos mais fraquinhos de toda a franquia. Estas versões foram feitas para compensar pela falta de compatibilidade com os jogos da geração anterior. (Em parte, pelo menos. Na verdade, para se completar a Pokédex nesta geração, era necessário ter pelo menos quatro dos sete jogos Pokémon lançados nesse intervalo de tempo: dois deles, Pokémon Colosseum e Pokémon XD:Gale of Darkness, são para a Nintendo Cube.) Há quem pense que estes jogos foram criados para apaziguar fãs de longa data, zangados por tantos elementos dos jogos anteriores terem sido deixados de fora de Ruby e Sapphire. No entanto, Tsunekazu Ishihara, o CEO da The Pokémon Company (na altura pelo menos), em entrevistas concedidas aquando do lançamento dos remakes, afirmou que o objetivo de FireRed e Leaf Green era captar uma nova audiência "que visse o Pikachu e o Charizard como novas personagens"

 

Esta declaração resume muito bem o problema destes jogos: são ótimos para quem nunca tenha jogado Pokémon na vida, uma seca para quem se tenha estreado na franquia com a primeira geração, como eu, ou mesmo com jogos da segunda geração ou com Ruby/Sapphire. Para começar, os remakes começam com uma série de introduções e tutoriais, que são sempre um bocadinho irritantes para quem já joga há anos (e aprendeu a jogar por si mesmo, sem a necessidade de nos fazerem a papinha toda). Isto até se tolerava melhor se estes jogos, tirando umas partes aqui e ali, não fossem um copy/paste/paint format dos jogos originais. Quando o joguei pela primeira vez, passei o jogo todo à espera que, no fim, fôssemos até Johto ou Hoenn, mas não. Depois de termos conhecido Hoenn em Ruby/Sapphire, uma região linda e variada, cheia de lendas e histórias interessantes, Kanto, na comparação, é extremamente insossa e a história com o Team Rocket monótona. Perdeu-se uma ótima oportunidade para enriquecer Kanto introduzindo mais variações morfológicas, meteorologia e mesmo concursos nalgumas cidades, bem como para desenvolver um pouco melhor o enredo e as personagens. Tal como escrevi antes, nos jogos originais isso não era grave, pois eram os primeiros, era tudo novo. No entanto, naquela altura do campeonato, depois de vários jogos notáveis, a fasquia estava mais alta. 

 

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As únicas coisas que acrescentaram foram as Sevii Islands, algumas delas só acessíveis no post-game e com Pokémon da segunda e terceira geração (inexistentes em Kanto propriamente dita). Na minha opinião, contudo, não passam de um fraco substituto do melhor que Johto e Hoenn têm para oferecer. Um caso específico são os códigos em braille que aparecem numa das cavernas da Seven Island. Em Ruby/Sapphire/Emerald, temos de decifrar códigos semelhantes para chegar aos três Regis. Eu, que sempre gostei dessa faceta dos livros de aventuras infantis (resolver enigmas, descobrir passagens secretas), adorei essa parte em Ruby e Sapphire. A parte equivalente em FireRed e LeafGreen, por sua vez, é bastante anticlimática: serve apenas para desbloquear as trocas com os outros jogos da terceira geração. Além disso, existem várias localizações nas Sevii Islands, como as Tanoby Ruins, igualmente desperdiçadas (servem apenas para capturar Unowns). Localizações como esta podiam ter sido melhor desenvolvidas e, vá lá, incluir lendários da segunda geração (no jogo, só é possível capturar uma das três bestas, Suicune, Raikou ou Entei, dependendo do starter que escolheram). 

 

Era por estas e por outras que, quando completava FireRed ou LeafGreen, nunca me sentia completamente satisfeita, ficava sempre a sensação de falta de sal ao jogo. O facto de estes remakes terem sido desenvolvidos à pressa, ao mesmo tempo que trabalhavam em Emerald, explica a maior parte das suas falhas. Na minha opinião, mais valia terem adiado o lançamento por mais um ano - talvez mesmo lançarem Emerald primeiro - e criarem uns jogos melhores. Tendo em conta tudo isto, não torceria o nariz a outros remakes da primeira geração. Kanto merece melhor do que isto.

 

Resumindo e concluindo, houveram muitas coisas que podiam ter sido melhor feitas, ou não terem sido feitas de todo, nesta geração. No entanto, considero que tudo o resto enriqueceu a experiência dos jogos. No fim do dia, o saldo é positivo.

 

Pokémon preferidos:

 

  • Gardevoir

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Este é o meu Pokémon do tipo Psíquico preferido (com o Espeon num segundo lugar muito próximo). Na sexta geração, ganhou ainda o tipo Fada. Se já antes era um adversário respeitável, com este tipo adicional, tornou-se ainda mais versátil em combate. Gosto, também, do seu conceito: é uma espécie de feiticeira, com poderes de vidência, que não hesita em dar a sua vida pela do seu treinador. Tendo em conta que este último é um traço é característico de muitas personagens criadas por mim, não é de surpreender que eu tenha afinidade com Gardevoir - remete, aliás, para Guardian. Eu, de resto, tenho afinidade com Pokémon com sentido de dever e honra.

 

Gardevoir é, além disso, um dos Pokémon mais belos de toda a franquia (tão bela que desperta a imaginação menos puritana de certas pessoas...). Confesso que passei a gostar ainda mais dela depois de eu e a minha irmã termos usado uma da primeira vez que jogámos Alpha Sapphire - ainda a temos, chamámos-lhe Desiree. O seu modelo em 3D movimenta-se com uma elegância inimitável, sobretudo quando usa ataques Special. A sua Mega Evolução não é a mais imaginativa, admito, mas adequa-se à nobreza característica deste lindo Pokémon.

 

  • Absol

 

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Segundo a Pokédex, a história de Absol é cruel. Ele é conhecido como o Pokémon das desgraças. Possui a capacidade de antecipar desastres naturais e outras situações más. Assim, quando aparece perante humanos, fá-lo para avisá-los do perigo eminente. Se formos a ver, algumas das localizações deste Pokémon nos diferentes jogos são zonas onde acontece alguma coisa relevante para o enredo. Por exemplo, em Diamond/Pearl, podemos encontrar Absol perto do Lake Valor, onde o Team Galatic explodirá uma bomba que secará o lago. Em Platinum, Absol encontra-se no Mt. Coronet, onde Girantina arrastará Cyrus para o Mundo da Distorção. Em Black/White, ele pode ser encontrado no Giant Chasm, onde, dois anos mais tarde, ocorre o clímax dos jogos Black 2/White 2.

 

O povo, no entanto, acaba por interpretar mal as aparições de Absol, culpando-o pelas desgraças que o Pokémon tenta prevenir. A minha Pokétuber preferida, Tamashii, fez-me, no entanto, olhar para Absol de maneira diferente. Tamashii diz que este Pokémon lhe fax lembrar a capacidade que os animais possuem de sentir a eminência de desastres naturais, como sismos. Sofrendo ela de ansiedade, sobretudo no que toca precisamente a desastres naturais, o facto de ter animais calmos ao pé de si (os gatos são os seus preferidos) ajudam-na a manter a ansiedade sob controlo. Um Absol teria o mesmo efeito, se existisse. Gosto, assim, de pensar neste Pokémon, não como num íman de desgraças, e sim como num guardião. A sua Mega Evolução contribui para isso, já que lhe confere um par de asas de anjo.

 

Mais sobre o Absol num texto futuro.

 

  • Blaziken

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 Gosto bastante dos starters da terceira geração, mas o Blaziken é o meu preferido. Tal como noutros casos, parte dos motivos para essa preferência vêm da série animada, nomeadamente o combate entre Ash e Harrison (que se seguiu ao combate entre Ash e Gary, referido antes). Além do mais, o Blaziken tem um desenho fixe (que, mais uma vez, tem semelhanças com um Digimon da linha evolutiva do Byomon, neste caso o Garudamon. Mais uma vez, estes foram provavelmente inspirados pela mesma figura mitológica, neste caso o Garuda, um pássaro humanóide) e uma combinação de tipos interessante... pelo menos, até as duas gerações seguintes incluírem starters com o mesmo tipo.

 

Pokémon de que menos gosto:

 

  • Azurill

 

Este vem no seguimento do que escrevi antes sobre Pokémon bebé. Azurill é outro caso de redundância - ao ser a pré-evolução da Marill, um Pokémon já de si amoroso - mas é ainda pior pois nem sequer partilha o tipo com a sua evolução. É apenas do tipo Normal (Normal/Fada na sexta geração), o que o torna ainda menos útil em combate - como se os stats de Pokémon bebé não fossem suficientes para lhe dar esse estatuto.

 

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