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Álbum de Testamentos

Porque sou uma miúda com muitas maluqueiras e adoro escrever (e muito) sobre elas.

10 coisas para fazer este verão

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Há imenso tempo que não fazia uma destas. A Bruxa Mimi desafiou-me para responder à tag “10 coisas para fazer este verão”. Parece-me uma boa maneira de regressar a este blogue, após quase dois meses sem publicar. E também uma boa oportunidade de escrever sobre assuntos fora do habitual – nos últimos meses, pelo menos.

 

Eis as regras:

  • Agradecer a quem o nomeou, fazendo uma ligação para o blogue em questão;
  • Fazer uma lista de dez coisas que gostaria de fazer – e que sejam exequíveis – este verão;
  • Nomear cinco bloggers para fazer o mesmo.

 

Vamos a isso, então:

 

1) Recuperar do desgosto da expulsão do Mundial

 

Esta não deverá surpreender quem conheça o meu outro blogue. Quando isto acontece, quando Portugal é excluído de uma grande competição (o que tem acontecido sempre, tirando em há precisamente dois anos), fico chateada – às vezes durante uns dias, às vezes durante semanas, dependende. Desta feita, contudo, não quero que o mau humor dure demasiado.

 

Não que esteja a ser muito mau, na verdade. Esta tag veio na altura certa: pensar nos planos que tenho para o resto da estação tem ajudado. Há de passar.

 

2) Publicar textos em atraso

 

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…nomeadamente, o texto sobre Pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire, que queria ter publicado antes do Mundial. Quando terminei o gigantesco testamento sobre XY, pensava que tinha o primeiro rascunho sobre ORAS mais ou menos alinhavado. Esqueci-me que tinha deixado um enorme buraco no texto. Por outras palavras, tinha escrito o início e o fim, faltava o meio – ou, vá lá, uma parte dele.

 

Tentei ir preenchendo o buraco nos escassos intervalos entre textos do meu outro blogue, mas pouco progredi. Agora que estamos fora do Mundial, estou a tentar acabá-lo de vez.

 

É, de resto, a única vantagem de não termos chegado mais longe neste campeonato: agora tenho tempo para este blogue.

 

Depois deste texto, começo a escrever a análise a Bokura No Mirai, o último filme de Digimon Adventure Tri. O plano sempre foi escrevê-lo depois do Mundial e, de preferência, terminá-lo antes do fim deste mês. Está mais ou menos planeado, só falta mesmo escrever.

 

O que nos leva, aliás, ao próximo item desta lista...

 

3) Ir ao encontro do Odaiba Memorial Day Portugal

 

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Depois de ter estado pouco tempo no encontro de 2016 e de ter falhado o encontro de 2017, este ano quero mesmo ir. Não vai ser no dia 1 de agosto, será no sábado anterior, o que é muito mais conveniente para mim, confesso. Pelo que se lê aqui, parece que o António se esmerou. Estou ansiosa por ver o resultado.

 

  • Tirar férias no Algarve

 

Eu adoro praia e o Algarve é o meu destino de eleição. Vou para o mesmo sítio todos os anos, desde miúda, mas é mais do que suficiente para mim. É capaz de ser o único local em todo o mundo onde consigo sentir-me verdadeiramente de férias, sem preocupações, sem dramas. Como reza uma frase que vi estampada numa t-shirt, a vida pura e simplesmente é melhor no Algarve.

 

  • Jogar jogos de tabuleiro com os meus irmãos

 

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Esta é parecida com um dos itens da Bruxa Mimi. O meu irmão é emigrante, mas vem passar duas semanas connosco. Uma das coisas que mais anseio fazer com ele e com a minha irmã é precisamente jogar jogos de tabuleiro: sobretudo Munchkin (embora este seja mais um jogo de cartas) e Catan.

 

É engraçado que, numa era cada vez mais tecnológica, as pessoas continuem a achar piada a estes jogos.

 

  • Pôr leituras em dia

 

Eu ando uma vergonha em termos de leituras: nestes últimos dois anos, tenho lido muitos poucos livros – leio artigos do Pocket e assim, não tanto livros. Continuo a ler mais do que a maior parte das pessoas, é certo, mas menos do que queria. Em parte porque a escrita ocupa uma grande parte do meu tempo, em parte porque, muitas vezes, só tenho energia para me esticar no sofá, à frente do Netflix.

 

Quero ver se compenso durante as férias. Comprei uns quantos na Feira do livro mas, até agora, só li uma parte de “Inês da Minha Alma”, de Isabel Allende. Também já soube que o Joel Dicker, entretanto, lançou um livro novo. A ver se o compro.

 

  • Escrever sobre My Indigo e Post-Traumatic

 

Estes – My Indigo, o projeto lateral de Sharon Den Alden, dos Within Temptation, e Post-Traumatic, o álbum a solo de Mike Shinoda – são álbuns que saíram nos últimos meses, por pessoas que admiro muito no mundo da música. Ainda não tive oportunidade de ouvi-los com ouvidos de ouvir, de ler as letras como deve ser, de consultar as interpretações no Genius, mesmo de escolher as minhas faixas preferidas.

 

Quando acabar a análise a Tri, hei de escrever sobre eles aqui no blogue – mas sem pressas. Os últimos meses têm sido um bocadinho stressantes no que toca aos meus blogues. Depois do texto sobre Mirai, vou querer ir com calma. O “quem corre por gosto, não cansa” só é verdade até certo ponto. Às vezes, é necessário abrandar, ou mesmo parar.

 

  • Ir ao cinema

 

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Este verão há uma série de filmes que quero ver. Queria ter visto o Deadpool 2 quando saiu, há um mês ou dois, mas não tive oportunidade. Felizmente, consegui ver os Incríveis 2, no fim de semana passado. Gostei muito. Está muito bem feito, ao nível do primeiro. O único problema que tenho com o filme, sem dar grandes spoilers, diz respeito à motivação do vilão – podia ter sido melhor explorada.

 

Por sua vez, a curta-metragem, Bao, antes do filme, deu cabo de mim. Acho que foi a primeira vez que chorei numa sala de cinema – e vocês sabem que eu raramente choro com estas coisas.

 

Para além deste, também quero ver o Mamma Mia 2 – é possível que o faça em família. E, mais tarde, o novo Missão Impossível. Por sua vez, estava renitente em ir ver o Ocean’s Eight, mas disseram-me que era giro. Talvez o veja.

 

  • Jogar Sims

 

O Sims é um jogo curioso. Costumo jogá-lo durante o verão (o Sims 3 saiu em junho de 2009 e o hábito ficou). Não sei se o mesmo acontece convosco, mas, quando começo a jogar, o jogo agarra-me, vicia-me, não consigo largá-lo durante horas. Ao fim de algum tempo, contudo, deixo de jogar, por um motivo ou por outro (na maior parte das vezes é porque as férias acabam). Durante vários meses quase me esqueço que o jogo existe. Até que a certa altura (geralmente por volta do verão) bate-me a saudade e começa tudo de novo.

 

Não sei explicar ao certo que me me vicia tanto no Sims. Talvez a possibilidade de sermos Deus, de termos controlo absoluto sobre vidas virtuais, de escrevermos as suas histórias – essencialmente como brincar com bonecos. Talvez por ser o único sítio onde se consegue ter casa própria e, para ter um emprego, basta pedi-lo.

 

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Uma coisa que gosto de fazer, pessoalmente, é recriar personagens ficcionais e deixá-las como vizinhos NPCs. Às vezes resulta em coisas engraçadas – como quando recriei o elenco de Friends, e o Chandler traiu a Monica com… a Emma. Sim, a filha do Ross e da Rachel. Já adulta, atenção – mas sim, é um bocadinho incestuoso…

 

A versão que jogo é o The Sims 3: Ambições Profissionais. Não comprámos o Sims 4 porque, pelo que vi de Let’s Plays e críticas na altura, tiraram algumas das minhas partes preferidas do Sims 3: o Create-a-Style, que permite personalizar tudo até ao infinito, e a possibilidade de jogarmos com o bairro inteiro, sem inúmeros ecrãs de carregamento e com todos os NPCs envelhecendo ao mesmo ritmo. Prefiro continuar a jogar o 3, mesmo que já tenha quase uma década de vida.

 

Neste momento, estou na fase da saudade. No entanto, este item está bastante abaixo na minha lista de prioridades para este verão. Por muito divertido que seja o jogo, está longe de ser uma atividade produtiva ou mesmo muito saudável. Primeiro, está a praia, a escrita, os livros, os jogos de tabuleiro. Se houver tempo para o Sims, ótimo. Se não houver, paciência.

 

  • Convencer a minha irmã a jogar Pokémon Sun

 

Quando começou a sétima geração, o plano era eu e a minha irmão jogarmos Sun juntas. No entanto, era difícil arranjar períodos em que ambas estivéssemos livres e, sobretudo, eu via que a minha irmã não estava tão interessada no jogo como eu. Finalmente, no verão passado, ela deixou-me jogar Sun sozinha.

E assim fiz. Mais tarde, quando saiu Ultra Sun e Ultra Moon, comprei a segunda e joguei-a de imediato até ao fim.

 

Quero ver, contudo, se consigo convencer a minha irmã a jogar pelo menos Sun. A sétima geração é fixe, os jogos são bons. Quero falar com a minha irmã sobre eles e quero que ela os disfrute, tal como eu disfrutei. Além disso, é uma boa maneira de recordar os jogos, para quando escrever sobre eles em Pokémon através das gerações.

 

 

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E aqui está. Estiquei-me um bocadinho com as respostas, mas é assim que o meu blogue funciona. Mais uma vez, muito obrigada à Bruxa Mimi para o desafio. Se quiserem nomear-me para outras tags deste género, estou disponível.

 

Deixo, então os meus nomeados: a Magda, a Mula, a Psicogata, a Happy e o David.

 

Tenham um bom verão!

 

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