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Álbum de Testamentos

Porque sou uma miúda com muitas maluqueiras e adoro escrever (e muito) sobre elas.

20 de 50 perguntas

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Eis-me aqui respondendo ao desafio das 50 perguntas, após ter sido nomeada pela Bruxa Mimi. Para tags como esta, estou sempre aberta – se não se importarem com eventuais demoras. Tecnicamente, ainda só fui nomeada para as primeiras vinte perguntas, logo, será a essas que vou responder.

 

Começando com…

 

1)O que mais odeias em ti?

 

Odiar odiar, não sei se existe algo em mim que odeie. Neste momento, gostava de ser menos insegura. Já fui muito pior, mas quero tentar ter mais confiança em mim mesma.

 

Também ajudava ser menos cabeça no ar.

 

2) Nome pelo qual te chamam.

 

Sofia, na maior parte das ocasiões. Às vezes trocam o meu nome com o nome da minha irmã. A minha família – sobretudo os meus irmãos – chama-me Fifi quando me querem irritar (já não resulta). A minha irmã às vezes trata-me por Fia – sobretudo quando me quer pedir coisas.

 

3) Se pudesses visitar qualquer lugar no mundo, onde é que irias e porquê?

 

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Iria a Moçambique com os meus pais. Eles são retornados, nasceram lá, foram expulsos para Portugal Continental quando tinham treze ou catorze anos e nunca mais voltaram. Gostava de ir lá com eles, um dia.

 

4) O que te faz chorar?

 

De uma maneira geral, situações tristes com que empatizo demasiado. Eu sei que esta é uma resposta demasiado vaga, mas a verdade é que não consigo encontrar um padrão – tirando, talvez, histórias de maus tratos a crianças e animais.

 

5) Escolherias voltar atrás no tempo ou ganhar mais tempo no presente?

 

Escolheria ganhar mais tempo – assumindo que significa, por exemplo, que os dias tivessem mais de vinte e quatro horas. Não porque me desagradasse voltar atrás no tempo – pelo contrário, agradar-me-ia demasiado.

 

Se pudesse, viveria para sempre no passado em alturas mais felizes. Como, por exemplo, o verão de 2016: quando Portugal tinha acabado de ser Campeão Europeu; Pokémon Go tinha acabado de sair e toda a gente andava a jogar ou, pelo menos, a falar disso; íamos ter o primeiro encontro do Odaiba Memorial Day; Trump ainda não tinha sido eleito e o Chester ainda estava vivo.

 

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É óbvio que isto não é maneira de viver – conforme os Escolhidos aprenderam na peça de teatro de Digimon Adventure Tri. Por isso é que escolheria ter mais tempo no presente: para ter mais tempo para vivê-lo.

 

Ou pelo menos, de uma maneira mais prosaica, para ter mais tempo para dar conta do recado com este blogue.

 

6) Não vou morrer sem…

 

…ver a Seleção Portuguesa ganhando um título. Pode não parecer nada agora, que já aconteceu, mas houve uma altura que eu temi nunca ver um jogador com a Camisola das Quinas levantando uma Taça (embora, em retrospetiva, pelo menos no que toca a Europeus, acho que era uma questão de tempo). Hoje já posso dizer que vi – e foi uma noite fantástica.

 

7) Alguma vez inventaste uma desculpa para não saíres de casa quando tinhas uma coisa combinada?

 

Tanto quanto me lembro não. Sou introvertida por natureza. Das poucas ocasiões que faço planos com outras pessoas, regra geral, são pessoas com quem quero mesmo estar. Assim sendo, a menos que tenha uma boa razão, não desmarco.

 

8) Último lugar onde estiveste.

 

No meu café preferido, com a minha cadela, Jane.

 

9) Comida favorita

 

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Esparguete. Deem-me muito esparguete. É o meu alimento preferido desde pequena, o alimento que poderia comer todos os dias sem enjoar. Gosto de esparguete com praticamente todos os acompanhamentos possíveis – o meu prato preferido é esparguete com amêijoas – mas chega-me esparguete simples, cozinho só com sal e um fio de azeite.

 

Estão a ver as pessoas na televisão e nos filmes, que comem um balde de gelado quando estão em baixo? Eu prefiro comer uma panela inteira de esparguete (isso ainda não aconteceu, mas talvez um dia…)

 

10) Comida que não comes

 

Existem vários alimentos que não aprecio muito (leguminosas, brócolos, coisas demasiado doces ou gordurosas, a maior parte do peixe frito), mas se tiver de comer, como. A única coisa que não como de forma alguma é couves de Bruxelas. Não, não e não.

 

11) Vivo perdendo…

 

Vou responder o mesmo que a Mimi: tempo. Infelizmente, tenho o defeito da procrastinação. Mesmo tendo menos tempo que antes para coisas como estes blogues, ainda desperdiço demasiado tempo em coisas como o Facebook, o Twitter, o Quora, o YouTube e as reposições da Anatomia de Grey.

 

12) Uma frase

 

 

It’s not about deserve, it’s about what you believe”

Wonder Woman

 

Acho que nunca escrevi sobre isso aqui no blogue, mas o filme da Wonder Woman, no ano passado, ainda que imperfeito, marcou-me imenso. Esta citação, primeiro de Steve Trevor e repetida por Diana, é cada vez mais relevante nos dias de hoje – em que, conforme referi há bem pouco tempo, o mundo e a Humanidade parecem cada vez piores.

 

Conforme já escrevi várias vezes neste blogue, uma pessoa fica tentada a ceder ao cinismo e à apatia. Tentamos contrariá-lo, tentamos manter a esperança e algum idealismo, por nós mesmos. Não porque os demais o mereçam, não porque esperamos ser recompensados ou mesmo que alguma coisa mude, mas porque queremos ser assim. Porque é nisso que acreditamos.

 

Eu tento, pelo menos.

 

13) Último concerto a que foste.

 

Ao da Shakira, em julho passado. Conforme já tinha explicado antes, a Shakira pode não ser uma das minhas cantoras preferidas, mas sempre a respeitei e tenho acompanhado a carreira dela de forma casual.

 

Não achei grande piada aos singles do álbum El Dorado – não sou grande fã de reggaeton e, ainda assim, acho que a Shakira é a melhor nesse estilo. Veja-se La Tortura e Hips Don’t Lie. Por outro lado, no início deste ano, depois de me oferecerem os bilhetes, andei a explorar a discografia dela e encontrei algumas pérolas. Várias músicas do álbum Sale el Sol (a faixa-título, Antes de las Seis, Mariposas), o dueto Mi Verdad com Maná e Ciega Sordomuda. Esta última, aliás, foi uma das que mais toquei no Spotify este ano (mais sobre isso noutra ocasião).

 

Fiquei um bocadinho chateada por ela não a ter tocado.

 

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Diverti-me imenso no concerto. Mesmo não conhecendo e/ou não adorando todas as músicas da setlist, fartei-me de dançar. Se tivesse hipótese de ir a três concertos da Shakira por semana ficava logo em forma.

 

Não sei qual será o meu próximo concerto, ainda. Os Within Temptation vêm cá no próximo ano, mas vêm à Concentração Internacional de Motos de Faro. Tenho de arranjar uma mota para ir?

 

14) Música do momento

 

Neste momento? Uma que ainda não saiu. Tell Me It’s Over, o segundo single do sexto álbum da Avril Lavigne, Head Above Water (sim, o nome do primeiro single é o mesmo que o do álbum). Mais sobre isso na próxima entrada de Músicas Não Tão Ao Calhas.

 

15) Última mensagem no WhatsApp

 

O meu irmão escrevendo “Estou à duas horas a passar a ferro” e eu corrigindo-lhe “Escreve-se ‘Estou HÁ duas horas’”

 

Grammar Nazi sofre…

 

16) O que mais te stressa

 

Esta é semelhante à pergunta do que me faz chorar: não sei, depende. Tirando, talvez, jogos importantes da Seleção Nacional, não tenho nenhuma resposta tirando coisas universais: ter tempo a menos e tarefas a mais; ter demasiadas coisas acontecendo ao mesmo tempo; não ter controlo; estar atrasada; perder coisas importantes; dias difíceis no trabalho…

 

Que vou responder mais?

 

17) Tira uma selfie e mostra

 

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Tirei esta há uns meses.

 

18) Uma música com a palavra Amor

 

Vou escolher o tema What Is Love, de Haddaway – a minha música preferida para dançar, neste momento. Lanço o desafio, aliás: ponham-na a tocar e tentem ficar quietos. Eu não consigo – começo logo a abanar o capacete, como o Jim Carrey.

 

Segundo o próprio Haddaway, estão sempre a perguntar-lhe, lá está, o que é o amor. Ele responde que cada pessoa tem a sua definição. Eu concordo, com uma exceção: comportamentos abusivos não são amor. Tirando esse caso, não existe um significado único, universal. Cada um tem a sua resposta.

 

19) O que é feio mas tu achas bonito?

 

Estou como a Mimi: bonito ou feio é uma opinião. Se acho uma coisa bonita, não vou dizer que é feia.

 

20) Mostra a última foto do teu Instagram.

 

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A Jane é rainha e senhora do meu Instagram.

 

 

Eu acho que já quase toda a gente na blogosfera já respondeu a este desafio. Assim, não nomeio ninguém em específico. Quem quiser, responda e deixe o link com as respostas nos comentários. Quando fizer a segunda parte do desafio, incluo esses links na publicação.

 

Fico à espera que a Mimi responda às outras perguntas. Até à próxima!

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