Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Álbum de Testamentos

Mulher de muitas paixões e adoro escrever (extensamente) sobre elas.

Música de 2016 #1

Hoje recupero uma tradição de fim de ano deste blogue: um texto ou dois ou três sobre a música que mais me marcou nesse ano. Não escrevi sobre isso no ano passado porque 2015 foi fraquinho em termos de música dos meus artistas preferidos: só Bryan Adams é que lançara um álbum e não tinha nada a acrescentar à minha análise. Tinha escrito sobre alguns dos singles que os Simple Plan foram lançando nos últimos meses desse ano, mas não gostei do álbum Taking One For the Team - limita-se a repetir fórmulas de discos anteriores, não tive pachorra. Além disso, há um ano andava entretida com os meus textos sobre Digimon 02 e Saikai. Não havia mesmo necessidade. Este ano já há.

 

O texto sobre 2016 terá duas partes (a segunda será publicada amanhã) vai, contudo, funcionar em moldes ligeiramente diferentes. Nos textos anteriores, tinha como regra (embora, tanto quanto sei, nunca o tenha explicitado aqui no blogue) só falar de artistas que tivessem lançado música nesse ano. Desta vez, vou falar de música lançada uns anos antes de 2016 (mesmo décadas, num caso particular). Estou a quebrar as minhas próprias regras mas, passe a expressão, que se lixe. Este é o meu blogue, escrevo sobre o que bem entender aqui. Foi para isso que o criei.

 

Assim, sem mais delongas, comecemos por falar de…

 

 

  • Lorde

 

 

12.jpg

 

Já tinha escrito sobre Lorde aqui, poucas semanas após ouvir Pure Heroine pela primeira vez. Desde essa altura, a minha saudável obsessão pela jovem neo-zelandeza não diminuiu. Já tinha escrito antes que Lorde é uma artista muito única, diferente de tudo, não apenas em termos de estilo musical, também pelas suas letras. Lorde descreve Pure Heroine como uma ode à sua adolescência, mas o álbum é bastante maduro. De uma maneira paradoxal, para mim, Pure Heroine tem um carácter nostálgico, recordando-me a minha própria infância e adolescência, com faixas como 400 Lux e Ribs, mas também tem mensagens em que me revejo como mulher de vinte e seis anos - faixas como A World Alone e, sobretudo, Bravado (do EP The Love Club e/ou a edição Deluxe de Pure Heroine).

 

No dia do seu vigésimo aniversário, Lorde anunciou que tenciona publicar em breve o seu segundo álbum de estúdio. Depois de Pure Heroine se ter focado na sua adolescência, este focar-se-á na transição para a idade adulta. Sendo este um tema recorrente na discografia da minha banda preferida, sobretudo no seu álbum mais recente, eu gosto da ideia. Será difícil ela fazer algo melhor que Pure Heroine, mas estará sempre bem acima da média da maior parte da música dos dias de hoje.

 

 

  • Mika

 

1091195_imgw968.jpg

 

Como é do conhecimento geral, o cantor britânico Mika surgiu no mundo da música em 2007, com o álbum Life in Cartoon Motion e o single Grace Kelly e . Eu confesso que, na altura, não gostava muito dele. Não o odiava abertamente, mas não era de todo fã. Em parte por excesso de exposição - ele estava em todo o lado. Também foi uma boa parte por mesquinhez: lembro-me de estar a ver o Top +, na esperança de que falassem sobre a Avril e o seu The Best Damn Thing, que fora editado naquela altura, mas eles só falavam sobre aquele indivíduo. Admito, também, que os seus modos efeminados me deixavam pouco à vontade (talvez, na altura, fosse mais homofóbica do que pensava). Não me orgulho de todo desta minha antiga embirração. A letra de Grace Kelly podia ter sido dirigida a mim: “Do I attact you? Do I repulse you with my queasy smile? Am I too dirty? Am I too flirty? Do I like what you like?”

 

Em minha defesa, nunca fui de dedicar tempo a coisas de que não gosto. Ser ativamente anti qualquer coisa dá demasiado trabalho - prefiro dedicar o meu tempo a coisas de que gosto. Assim, limitei-me a ignorar Mika e, durante vários anos, mal me lembrei que ele existia.

 

 

Quando, este ano, fui ao Rock in Rio no dia 20 de maio com familiares e amigos, já tinha ultrapassado a minha embirração e encarei o concerto de Mika com mente aberta. E a verdade é que fiquei rendida.

 

Não me é raro ser convertida a um artista ou banda, que antes só conhecia superficialmente, após vê-los ao vivo. Sobretudo se eles têm boa química com o público e são capazes de me entreter, mesmo não conhecendo muito bem a música deles. Mika foi incrivelmente simpático, amoroso, cantou Over My Shoulder em versão fado e chegou a trazer a própria Mariza ao palco. É de surpreender que ele me tenha conquistado?

 

Converti-me, então, ao seu pop colorido e alegre. Ainda não ouvi a discografia dele completa, mas acrescentei várias músicas dele às minhas playlists habituais. Entre outras, a já referida Grace Kelly, Happy Endings, Relax (Take it Easy), I See You, Rain, The Origin of Love.

 

 

A minha preferida, contudo, é Underwater, uma canção de amor lindíssima. Guiada por um riff de piano inspirado em Elton John que vai em crescendo até ao refrão, altura em que se juntam batidas leves e soam os vocais prolongados, ligeiramente ecoados, de “Underwateeeeer…!”. Para mim, o mar sempre teve um carácter muito romântico, poético, misterioso - muito por influência da História e cultura portuguesa - e tanto o arranjo musical como os vocais e a letra (muito simples, mas adequa-se) condizem com esse imaginário.

 

A apresentação desta música foi, de resto, um dos pontos altos do concerto do Rock in Rio - sobretudo a parte em que o público se transformou num mar de luz. Foi um dos motivos pelos quais me apaixonei por Underwater, de resto. Neste momento, é uma das minhas canções de amor preferidas. Não digo que chegue ao Top 10 mas, se escrevesse hoje esse texto, estaria pelo menos nas Menções Honrosas.



 

  • Queen

 

 

 

Na mesma noite em que redescobri Mika (que partilha algumas semelhanças com a banda seguinte (aposto que não foi por acaso que foi escolhido para atuar na mesma noite), redescobri também aquela que - duvido que alguém discorde - é uma das melhores bandas de todos os tempos. Toda a gente conhece pelo menos uma canção dos Queen - eles possuem um número absurdo de músicas extraordinárias, intemporais. Eu já tinha uma ideia disso antes do Rock in Rio. O que este concerto fez foi reforçar essa ideia.

 

Antes de prosseguir, quero desde já deixar uma coisa eclarecida: no concerto do Rock in Rio (à semelhança do que tem acontecido nos últimos anos) Adam Lambert atuou como vocalista, “substituindo” o lendário Freddie Mercury - algo que ainda hoje, vinte e cinco anos após a morte deste, suscita controvérsia, na minha opinião inútil. Freddie Mercury foi um génio musical sem par. Culpar Lambert por não ser Mercury é como culpar um futebolista dos tempos que correm por não ser Eusébio. Lambert, de resto, fez questão de de deixar bem claro, no início do concerto, que não pretende substituir Freddie, apenas homenageá-lo.

 

E, na minha opinião, fê-lo bem nessa noite. Há quem diga que as músicas são suficientemente fortes para garantir um bom espetáculo, mas Lambert não esteve lá só a cantar karaoke: ele entregou-se à atuação, interagiu com o público e com os membros veteranos dos Queen. Cantou bem - não tão bem como Freddie mas, lá está, ninguém canta tão bem como Freddie. Manteve-se fiel às versões originais das canções sem as imitar, introduzindo variações discretas. Os outros membros da banda tiveram, também, oportunidade para brilharem:  Bryan May tocou e cantou Love of My Life, Roger Taylor cantou These Are the Days of Our Lives e ainda teve um duelo de baterias com o filho Rufus Tiger Taylor, o baterista de apoio) e, em certos momentos, passaram vídeos de Freddie em atuações ao vivo. Na minha opinião foi um bom espetáculo. Não foi o mesmo que ter o alinhamento original mas foi, como se diz em inglês, the next best thing.

 

10.jpg

 

E teve o mérito de, tal como referi antes, me fazer redescobrir os Queen, canções que eu já conhecia há anos - algumas delas desde pequena. Os Queen são maioritariamente uma banda rock, mas incluem traços de diversos estilos. As suas letras abordam temas muito variados. Na minha opinião, as canções são impossíveis de odiar, são autênticos clássicos inatacáveis. Tive uma altura, algures em junho, em que andava viciada em I Want to Break Free e, mais tarde, em Radio Gaga (ainda continuo um bocadinho). Não consigo referir apenas uma preferida pois têm sido várias e em diferentes alturas - e, mesmo assim, sinto que estou apenas a raspar a superfície da grandeza dos Queen, que ainda vou passar muito tempo explorando a sua discografia.

 

Em todo o caso, referir rapidamente algumas das minhas faixas preferidas no momento: I Want it All, These Are the Days of Our Lives (ando a perceber que tenho uma queda para músicas nostálgicas), Somebody to Love, Killer Queen, a inevitável Bohemian Rhapsody, Fat Bottomed Girls e We Are the Champions… por motivos óbvios.

 

Motivos esses, aliás, que me levam para a próxima música…



 

  • This One’s for You

 

 

19117429_hwzUZ.jpg

 

Também a mim me parece um sacrilégio passar dos Queen a David Guetta. Aliás, há uns bons quatro anos nem morta me apanhariam a incluir uma música do DJ francês nas minhas preferidas. Só mesmo se… se fosse o tema do primeiro campeonato de seleções A ganho por Portugal, algo por que esperei quase metade da minha vida.

 

Mas não é só por isso que This One’s For You, de Zara Larsson e David Guetta, está entre as minhas músicas preferidas de 2016. Mesmo antes de me converter, pelo menos em parte, ao EDM, já achava que o estilo musical combinava com futebol. No YouTube existem inúmeras montagens de vídeos de futebol com EDM como banda sonora e eu mesma fiz uma. Daí que não me tenha chocado a escolha de David Guetta para a composição do tema oficial do Euro 2016, até porque ele é francês (algo que só descobri há relativamente pouco tempo). Sempre foi melhor escolha que o Pitbull...

 

Não tinha assim grandes expectativas sobre This One’s For You. Uns meses antes de lançarem o single, Guetta lançou uma campanha convidando os fãs para gravarem vocais para a parte dos “Hey! Oh!”. Eu cheguei a tentar a minha sorte uma ou duas vezes, mas hoje, depois de conhecer a versão final, acho que essa é a parte menos interessante da música. Quando ouvi This One’s For You pela primeira vez, poucas semanas antes do Euro 2016, não achei nada de especial. No entanto, fui tomando-lhe o gosto ao longo do Europeu, graças ao genérico da competição, antes dos jogos e dos programas especiais. Nos programas de rescaldo da RTP, aliás, costumavam mesmo passar o resumo do jogo em questão com This One’s For You como banda sonora.

 

 

A verdade é que aquelas primeiras notas (de xilofone?) agarram-nos logo, refletem perfeitamente a alegria e o entusiasmo de um Europeu de futebol. É em torno dessas notas que a música se desenrola. Outra das imagens de marca da música é o apito (?) que soa depois do refrão - noutras músicas, apitos destes tornam-se irritantes mas, em This One’s For You, é usado na dose certa. E, de qualquer forma, combina com imagens de fintas e golos.

 

A letra é o elo mais fraco da canção, cheia de clichés de temas desportivos, mas não ao ponto de distrair de tudo o resto (e, como reza o meme abaixo, acabaram por incluir o nome do herói da final no refrão). Zara Larsson (que tem apenas dezoito anos) fez um ótimo trabalho com os vocais - esta música não é nada fácil de cantar.

 

13669734_1240258402659603_7475299488461434513_n.jp

  

O videoclipe de This One’s For You não prima pela originalidade. No entanto, gostei do facto de terem criado uma versão diferente para cada Seleção qualificada para o Euro 2016, com imagens de participações anteriores em Europeus ou da fase de Apuramento deste. O vídeo de Portugal teria sido perfeito se não tivessem incluído imagens de Cristiano Ronaldo… no Manchester United (fail) e, sobretudo, da seleção grega festejando a vitória no Euro 2004 (isto é mais do que fail, é mau gosto). Só vi alguns dos vídeos para as outras seleções e não estive propriamente a examiná-los à lupa, mas nenhum deles parece ter fífias deste género.

 

Enfim, o que vale é que, depois deste Europeu, não faltarão imagens da Seleção Portuguesa para futuros videoclipes.

 

 

Não cheguei a ver a cerimónia de abertura do Euro 2016 em direto (não acho nada de especial), mas vi, obviamente, a cerimónia de encerramento. Apesar de, naquele momento, estar a transbordar de nervosismo por causa da final, achei a cerimónia bonita. Gostei da versão que tocaram de This One’s For You, com instrumentos a sério acompanhando a música maioritariamente eletrónica. De qualquer forma, a cerimónia não foi melhor que o encerramento do Euro 2004 (nada é!) ou mesmo do Mundial 2014 - entre outros motivos porque não houve play back (ou, pelo menos, não tão óbvio como em Paris…).

 

Como poderão concluir, eu acho que a música é boa e, provavelmente, manteria essa opinião mesmo que o Europeu não tivesse corrido bem para Portugal - ainda hoje gosto de La la la e Dar um Jeito, mesmo que o Mundial 2014 tenha sido uma tragédia de proporções épicas para as cores portuguesas. No entanto, desta feita tivemos um final feliz. This One’s For You deixou de ser apenas a música do Euro 2016, tornou-se também uma das nossas canções de vitória. Daí encontrar-se entre as minhas preferidas deste ano.

 

De igual modo, também destaco o Hino Seleção 2016 e o Tudo o Que Eu te Dou, Somos Portugal, sobre os quais escrevi aqui. O primeiro, então, foi profético (“Um grito de campeão pelas ruas de Paris…”). Ah, e o Pouco Importa - uma resposta perfeita às críticas à prestação de Portugal no Euro.


A próxima canção de que falaremos também se relaciona com o Euro 2016. (Que cara é essa? Estive doze anos à espera disto!) Vai, no entanto, ficar para a segunda parte deste texto, amanhã. Até lá, boas entradas em 2017!

O meu gosto musical

2-4-2006 071.jpg

 

Como poderão ter deduzido, no último mês não tenho tido muito tempo aqui para o blogue. Isto porque me tenho focado mais nos meus livros. Infelizmente, num futuro próximo não deverei ter muito mais tempo porque o Euro 2016 está aí à porta, logo, darei prioridade ao meu outro blogue. Para não deixar aqui o estaminé ao abandono por tanto tempo, nos intervalos, vou tentar escrever uns textos mais ou menos rápidos. Hoje respondo à TAG "O meu Gosto Musical".

 

1) Qual é o teu estilo musical preferido?

 

Tal como respondi antes, o meu estilo musical preferido é o rock.

 

2) Qual é o teu cantor ou banda preferido?

 

Mais uma vez, tal como respondi antes, o meu cantor masculino preferido é Bryan Adams. A minha cantora feminina preferida é Avril Lavigne. De momento, a minha banda preferida é Paramore.

 

3) Qual é o estilo musical de que menos gostas?

 

Há uns anos responderia dubstep e/ou EDM, mas a verdade é que tenho músicas deste estilo entre as minhas favoritas. Acho que não existe estilo musical de que não goste mesmo nada: só música pimba e mesmo assim.

 

4) Indica uma música que te faça chorar.

 

Tenho várias, mas a maior culpada é Tears in Heaven, de Eric Clapton.

 

 

5) Indica uma música que tenha marcado algum momento da tua vida.

 

Posso falar de vários momentos diferentes?

 

 

Eu podia continuar...

 

6) Que música andas a ouvir muito ultimamente?

 

 

Neste momento, ando a ouvir imenso o álbum da Lorde - algo que me surpreende a mim mesma. Houve altura há um par de anos em que ganhei ódio a Royals depois de a ter ouvido milhões de vezes na rádio (agora, gosto imenso dessa música). Por outro lado, apaixonei-me por completo por Team quando a ouvi pela primeira vez, há cerca de ano e meio. Essa ainda hoje é a minha preferida dela - aquele refrão é perfeito.

 

Há umas semanas resolvi ouvir Pure Heroine na sua totalidade e gosto da maioria das músicas. As minhas preferidas são 400 Lux, Tennis Court, Ribs e Buzzcut Season, para além daquelas que já referi. O estilo musical dela é muito sui generis, não dá para encaixar em nenhum género - só o "indie", que de resto engloba tudo o que não seja mainstream - já que Lorde quase não usa instrumentos (ela nem sequer sabe tocar nenhum deles), o instrumento principal é a voz. Apesar de eu não ir muito na conversa de anti-popstar (essa fase nunca dura muito, querida...), acho que ela tem muito potencial e quero ver o que fará com o resto da sua carreira.

 

7) Indica três artistas que gostarias de ver ao vivo.

 

  • Avril Lavigne, mas, pelo andar das coisas, mais depressa Jesus Cristo desce à Terra...
  • Gostava de ver os Paramore mais uma vez.
  • Os Within Temptation

 

8) Que música te recorda a infância?

 

O primeiro tema da série animada de Pokémon (esta versão é a minha preferida). A banda sonora dos jogos Pokémon versão Gold/Silver/Crystal.

 

Ah, e Brave Heart. O Daniel Costa da Animedia, aliás, já arranjou um ficheiro áudio decente da versão orquestral que tocou em Saikai e de que gostei tanto. Fica aqui o áudio...

 

 

 

9) Que música melhora o teu humor?

 

Dreaming, dos Smallpools. Esta música é tão alegre, tão contagiante, é uma coisa parva. É-me muito difícil ouvir esta música sem abanar o esqueleto.

 

 

Uma música com um efeito semelhante, mais antiga, é What Is Love, de Haddaway.

 

10) O teu filme preferido em termos de banda sonora.

 

Spirit é a resposta óbvia, mais óbvia do que eu gostava, até... Existem muitas músicas de que gosto que fizeram parte da banda sonora de filmes, mas não consigo pensar em mais nenhuma película em que aprecie toda ou quase toda a banda sonora. Só mesmo o Mamma Mia, mas nem sei se conta pois o musical foi baseado das músicas dos Abba, não o oposto. Já agora, referir que Mamma Mia é o meu feel-good movie, aquele que me deixa facilmente bem disposta. E partilho a minha cena preferida (relembro que esta é a mesma atriz que faz de Diane Lockhart, em The Good Wife).

 

 

 

11) Que tipo de música gostas de ouvir quando estás triste?

 

Depende muito das ocasiões. Lembro-me que, no Mundial 2014, no dia a seguir ao jogo com os Estados Unidos (em que Portugal ficou praticamente eliminado da prova), a única coisa que me apetecia ouvir era o álbum The Hunting Party, dos Linkin Park. Tinha acabado de sair e o estado de espírito Linkin Park era o que mais se adequava ao meu desânimo e mau humor. 

 

Houve outra ocasião em que a única coisa que me consolava eram canções de amor. 

 

À parte isso, regra geral, quando ando em baixo evito música demasiado triste.

 

12) Em que altura houves mais música?

 

Quando estou a conduzir. Oiço cada vez menos rádio, prefiro pôr o meu telemóvel a tocar a minha música. Adoro cantar quando estou a conduzir, quer quando estou sozinha no carro, quer quando estou a minha irmã.

 

13) Que música mais gostas de cantar em voz alta?

 

Existe música para ser cantada e música para ser apenas ouvida. Não significa que uma seja pior do que outra, depende muito do artista e do estilo musical. Dito isto, a única que consegue pôr-me sempre a cantar é Avril Lavigne. Quer com músicas mais alegres, quer com músicas mais calmas, quer com melodias fortes, quer com raps. Ela agarra-me sempre. 

 

03.jpg

 

 

 

Pesquisar

 

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Comentários recentes

  • Sofia

    Claro, a maior parte das pessoas é̶ ̶n̶o̶r̶m̶a̶l, ...

  • Simple Girl

    Li esta análise (e a primeira parte), não costumo ...

  • Sofia

    Missão cumprida, ah ah! Piadas à parte, não é prec...

  • Anónimo

    eu estou completamente v-i-c-i-a-d-o nas suas anal...

  • Anónimo

    Nada, eu que agradeço por você analisar tão bem. S...

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2015
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2014
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2013
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2012
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D

Segue-me no Twitter

Revista de blogues

Conversion

Em destaque no SAPO Blogs
pub