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Álbum de Testamentos

Mulher de muitas paixões e adoro escrever (extensamente) sobre elas.

Digimon Frontier #9 – Crise de Identidade

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Não preciso de falar sobre o papel da música em Digimon. Qualquer análise da franquia que eu faça aqui no blogue tem de incluir no mínimo uma referência a música – ou, no caso destas análises longas, uma secção. 

 

Esta é a primeira temporada em Digimon em que não gosto do tema principal de digievolução. O que é uma pena, pois With the Will é o primeiro cantado por Wada Kouji. Não quero dizer que seja má – sei que alguns gostam e, afinal de contas, dá nome a um conhecido site de fãs. Apenas não clicou comigo. 

 

The Last Element, que soa nas digievoluções Extremas e com o Susanoomon, é uma história diferente, no entanto. Muito mais agradável ao meu ouvido, sobretudo o início: as notas eletrónicas no fundo, a guitarra elétrica, o ritmo que abranda e acelera de novo. O início é sempre a parte mais importante no que toca a temas de digievolução, por motivos óbvios, e nesse aspeto The Last Element cumpre muito bem. Mas o resto também está bem conseguido, sobretudo o refrão.

 

Regra geral, não costumo ligar muito às chamadas “character songs”, mas queria falar de duas. A primeira é Salamander, o tema de Takuya, uma das que mais gosto em Fronteira. Funcionaria bem como um tema de abertura. Gosto muito do momento em que soa, no episódio da corrida dos Trailmon. 

 

Por outro lado, a música merecia soar num momento mais significativo da história de Takuya – por exemplo, quando decide regressar ao Mundo Digital – em vez de ser relegada para um mero filler

 

Eu gostava do tema de Kouichi, With Broken Wings, quando o ouvia em episódios como o 33. Um tema blues rock, adequado à personagem e àquela parte da história. No entanto, quando fui ouvir a versão completa da música, apanhei uma desilusão: esta a meio adota um estilo completamente diferente, estraga tudo. 

 

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Falta falarmos sobre a abertura e os encerramentos – deixei-os para o fim deliberadamente. Fire é muito fixe. Todas as aberturas até aqui têm sido boas, mas ainda assim Fire é uma das melhores. É melhor que The Biggest Dreamer, de Tamers. Estará mais ou menos ao nível de Target e Butter-fly, embora seja difícil fazer comparações com esta última. Por um lado é icónica, por outro é demasiado batida, é difícil sermos isentos sobre ela. 

 

Existe uma versão de Fire apenas com piano e voz. Fiquei a conhecê-la com a dobragem portuguesa do último episódio de Fronteira. Não sei se isso aconteceu com a emissão original dos episódios na SIC e/ou Canal Panda ou se foi uma gracinha do PTDigi, mas eles substituíram a abertura normal por esta versão, o que foi bem sacado.

 

É bonita. À semelhança do que já tinha acontecido com Butter-fly, a música ganha uma emotividade diferente sob esta forma.

 

Não adoro a versão portuguesa de Fire, mas não ficou má. Como já aconteceu antes, é uma mulher – a cantora Ana Vieira – a cantar uma melodia composta para um homem. Ainda assim, Ana fez um bom trabalho com ela.

 

Só tenho pena que não tenham escrito a letra de modo a condizer com o “lip syncing” dos miúdos, durante a sequência de abertura (um pormenor de que sempre gostei).

 

Diz que o segundo encerramento de Fronteira, An Endless Tale, é a última contribuição de AiM em encerramentos até Tri, o que é um bocadinho triste. Este tema é um dueto entre ela e Wada Kouji. Faz-me lembrar Aikotoba, do quinto filme de Tri, embora An Endless Tale seja uma power ballad mais clássica e, tenho de admiti-lo, menos original. Nesse aspeto, prefiro o carácter mais intimista de Aikotoba. Também acho que Fronteira usou An Endless Tale um bocadinho em excesso. No entanto, adequou-se perfeitamente à cena final e ao epílogo, que discutimos no texto anterior.

 

 

Deixei o primeiro encerramento de Fronteira – Innocent ~ Mujaki na mama de ~ – de propósito. É a minha música preferida desta temporada. Não sei explicar exatamente porquê mas vou tentar. Uma parte é pura e simplesmente a melodia e o acompanhamento musical, muito agradáveis ao ouvido. Mas acho que será também o carácter agridoce, a conjugação entre a sonoridade alegre e luminosa e a letra melancólica, ainda que esperançosa.

 

Só tenho uma pequena falha a apontar. A letra fala sobre estar longe de quem se gosta, o que não encaixa na história de Fronteira. Não há companheiros Digimon sendo deixados para trás. Mesmo os miúdos nunca chegam a separar-se ao ponto de terem saudades uns dos outros.

 

Não consigo escolher entre a versão original de Innocent, cantada por Wada Kouji, e a versão dobrada em português, cantada uma vez mais por Ana Vieira – dei o título Volta P’ra Ti ao ficheiro áudio no meu telemóvel. À primeira não gostei muito, mas entranhou-se rapidamente – de tal maneira que passei o resto do verão passado absolutamente obcecada por esta música. Ana tem uma bela voz e adoro a interpretação dela. Também gosto do facto de a letra ser uma tradução bastante fiel da Innocent original.

 

Por fim, o risinho de Ana na conclusão parte tudo. 

 

O que me leva à dobragem portuguesa em geral. Não é má, ainda que não seja tão boa como a dobragem de Tamers. E mesmo assim sempre tem os seus pontos fortes, como a voz da Lucemon que referi antes. Por estes dias não sou demasiado dura com as dobragens portuguesas – regra geral, não têm um orçamento tão generoso como outros países. 

 

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Queria falar agora sobre os nomes dos Digimon, que, como o costume, diferem entre a dobragem nipónica original e as influenciadas pela dobragem americana, como a nossa. Temos coisas boas e coisas más aqui. Por um lado, a dobragem original já incluía referências óbvias a Adventure ao incluir variações de Greymon e Garurumon nas linhas digievolutivas do Agnimon e do Wolfmon. A dobragem vai ainda mais longe, não só ao chamar BurningGreymon ao Vritramon, por exemplo, mas também ao incluir referências semelhantes nas outras linhas, Como, por exemplo, chamar MetalKabuterimon ao Bolgmon ou KaiserLeomon ao JagerLoweemon (o que, nesta fase, já é mau gosto).

 

Por outro lado, alguns nomes americanos são melhores que os originais. Os produtores deviam estar com pouca imaginação quando criaram nomes tão insonsos como Wolfmon, Fairymon e Shutumon. Lobomon sempre é um bocadinho mais interessante – e simpático para nós, que falamos português – e Kazemon e Zephyrmon são muito fixes, talvez dos melhores nomes em Fronteira.

 

Aliás, acho que, se não fosse a sexualização desnecessária, a linha da Fairymon seria a minha preferida.

 

E com isto já abordei todos os aspetos de Fronteira que queria. Na minha opinião, o principal problema desta temporada, que explica muitas das suas falhas, resume-se a isto: Fronteira não sabe o que é, o que quer ser. Não se decide entre ser uma história de profundidade semelhante às temporadas anteriores ou se quer ser uma história menos sombria, mais “kid friendly”

 

Daí os paradoxos todos. Um elenco de heróis em que quatro têm passados simples (e, segundo consta, os produtores quiseram mesmo seguir tropos habituais de anime) e dois têm dos passados mais retorcidos de todo o anime de Digimon – que, mesmo assim, não foi abordado de forma completamente satisfatória. Um Mundo Digital com uma história rica, com racismo fantástico, política, Power Players teoricamente do lado dos bons com atitudes questionáveis… e tudo isso se traduz em meros conflitos bem versus mal, sem quaisquer nuances (tirando o caso do Duskmon/Kouichi).

 

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Além disso, os vinte primeiros episódios da temporada, mais coisa menos coisa, foram muito leves, mesmo parvos nalguns momentos ("parvo" não é obrigatoriamente uma coisa má), mas depois os quinze episódios seguintes ganham quase literalmente um filtro escuro – que nem sequer é devidamente aproveitado para desenvolver as personagens. E depois temos os Cavaleiros Reais. Ou seja, só um terço da temporada, mais coisa menos coisa, pode ser considerada “leve”. 

 

Por fim, o fator Takuya-e-Kouji-mais-quatro pode não ter diretamente a ver com esse paradoxo, mas certamente não ajudou – anulando os benefícios da jogada arrojada de cortarem com os companheiros Digimon, como vimos antes.

 

É possível que, no início do planeamento de Fronteira, a ideia era esta ser uma temporada semelhante a 02 ou Tamers em termos de complexidade e seriedade. No entanto, depois da famosamente sombria reta final de Tamers, os produtores de Fronteira poderão ter recebido instruções para tornar a história menos pesada – com razão porque, por muito que goste de Tamers hoje, não sei se teria gostado tanto se a tivesse visto em miúda. Os digiguionistas terão feito o melhor que conseguiram.

 

Mas isto sou só eu a especular. Há quem diga nas internetes que o desenvolvimento de Fronteira teve algumas complicações nos bastidores, mas não encontrei nenhuma prova em concreto. 

 

Nesse aspeto, o Reboot de Adventure foi melhor conseguido como uma versão mais leve de Digimon. Adventure 2020 tem algumas semelhanças com Fronteira – um Mundo Digital com um passado de conflitos, Seraphimon, Cherubimon e Ophanimon como Power Players, companheiros Digimon como reencarnações de antigos guerreiros – mas o enredo e as personagens são ainda mais superficiais. Em claro contraste com o elenco original de Adventure, como referi há pouco tempo numa caixa de comentários, as personagens descrevem-se com uma frase: Taichi nunca desiste, Sora é uma típica menina heroína de ação, Koshiro é o cérebro, Mimi é a neta do Rui Nabeiro, etc. 

 

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Em suma, muita parra e pouca uva, muito espetáculo e profundidade quase zero. Como especulam aqui, este Reboot terá tido uma população-alvo mais jovem que a habitual para Digimon.

 

Adventure 2020 pode ser mais consistente nas suas intenções, mas eu ainda assim prefiro Fronteira. Mal por mal, Fronteira tinha muito mais ambições. Tentou. Respeito-a por isso, mesmo não tendo conseguido cumprir.

 

Não que me ressinta do Reboot por não ter feito o mesmo. Este pura e simplesmente não era para mim, que já estou na casa dos trinta e que, mesmo em miúda, preferia as camadas mais profundas do anime de Digimon. Sempre deu para entreter, sobretudo por ter coincidido com o primeiro ano e meio da pandemia. E foi suficientemente bem sucedida para dar luz verde à arrojada Ghost Game.

 

Regressemos a Fronteira e àquilo que falei na introdução desta análise. Sim, esta temporada deu um tombo significativo em termos de qualidade, comparada com as suas antecessoras – sobretudo em relação à excelente Tamers. Esta e Adventure continuam a ser as minhas temporadas preferidas e, sobretudo, os meus elencos preferidos. Não desgosto dos miúdos de Fronteira (tirando Junpei) mas, ao contrário dos miúdos de Adventure, Tamers e mesmo 02, não guardo nenhum deles no coração. 

 

Por outro lado, se isso é uma coisa boa ou má é questionável. Nos últimos anos o facto de adorar os elencos de Tamers e sobretudo Adventure só me tem trazido mágoa. Mais sobre isso já a seguir. 

 

Se Fronteira merece o constante “roast” do pessoal do Digimon PT? Não. Como foi sendo assinalado, Fronteira tem várias qualidades redentoras, não a classificaria como “má”. Se é para bater nalguma temporada, o Reboot merece mais. 

 

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E penso que já disse tudo o que queria sobre Fronteira. Eu devia referir o seguinte mais vezes, mas as opiniões que expressei nesta análise – bem como quaisquer outras que exprima aqui neste blogue – não estão gravadas em pedra. Estas irão evoluir com o tempo. E, claro, vocês estão à vontade para questionar e discordar. É para isso que servem os comentários, estou disponível para continuar a conversa.

 

Queria deixar aqui algumas notas sobre a atualidade de Digimon em termos de anime. Já ficaram as minhas impressões sobre o Reboot uns parágrafos acima. Antes dizia que faria uma análise longa ao Reboot, estilo esta, mas mudei de ideias. Essa temporada não dá sumo suficiente. Talvez mude de ideias de novo no futuro, mas duvido. 

 

Ghost Game é o anime de Digimon em decurso no neste momento. O conceito é excelente: essencialmente Digimon versão terror. Terror adequado a menores de 12 anos, mas mesmo assim precisei de me adaptar, que esse género de histórias nunca foi a minha praia. 

 

De início soube muito bem, depois de um Reboot tão desenxabido. No entanto, Ghost Game já foi melhor. A novidade dos elementos de terror já se dissipou há muito, a história está demasiado episódica. O enredo marco nunca foi muito claro e passámos de pistas pontuais a pistas nenhumas. O elenco de heróis começou semi-interessante, mas tem dado pouco para a caixa (embora o último episódio, focado em Ruli, não tenha sido nada mau). Em todos os episódios temos Digimon criando o caos, atacando civis, por vezes matando-os – e ninguém, tirando os nossos heróis, se rala. Yamaki, no universo de Tamers, ativou o Shaggai por muito menos. 

 

Ghost Game ainda vai mais ou menos a meio – vá lá, já estará na segunda metade – ainda vai a tempo de se redimir. Consta, aliás, que o enredo deverá adensar-se em breve. É bom que o faça. Reservo as minhas opiniões finais para mais tarde. 

 

Aliás, é possível que Ghost Game tenha direito a análise longa aqui no blogue. Ainda não decidi se a escrevo mal Ghost Game chegue ao fim ou se avanço para Savers/Data Squad. Não será tão cedo, de qualquer forma. Passei muito tempo a preparar esta análise (a minha segunda maratona de Fronteira, já com papel e caneta, começou há pouco mais de um ano, mesmo com longas pausas pelo meio). Preciso de uma pausa de Digimon aqui no blogue.

 

 

Entretanto, estão a acontecer coisas giras. A maior de todas é a exibição de Digimon Adventure Last Evolution Kizuna nos cinemas portugueses (spoilers ligeiros nos próximos parágrafos). Em português de Portugal. Com as mesmas pessoas que dobraram Adventure e 02 há vinte anos ou mais. 

 

Vamos chorar em português.

 

Eu ainda nem acredito que isto vai mesmo acontecer. Nem sequer me lembro da última vez que houve um evento de Digimon com alcance próximo de mainstream cá em Portugal. Se me contassem esta há meia dúzia de anos…

 

Estou um bocadinho arrependida de não ter esperado para ver Kizuna pela primeira vez agora. Mas também não sei se conseguiria evitar spoilers durante dois anos e meio. 

 

Infelizmente a estreia do filme tem sofrido vários adiamentos. De início ia estrear-se a 9 de junho. Para mim não era ideal: ainda estava a meio desta análise. 11 de agosto era uma boa data para mim – dava-me tempo para concluir esta análise e era perto do Odaiba Memorial Day, o que seria adequado. 

 

Mas agora há dias anunciaram novo adiamento, para 8 de setembro… e essa sim, deixou-me chateada. Agora que as pessoas começavam a reparar nos cartazes e eu começava a sentir-me entusiasmada… Ainda por cima, estou de férias fora de Lisboa nessa altura, não me dará jeito ir ao cinema. Talvez consiga ir no fim de semana seguinte mas, mesmo assim… é chato. Não havia necessidade.

 

 

Ao menos terei mais de um mês para limpar o palato, depois de tanto tempo imersa no universo de Fronteira. E pode ser que setembro dê mais jeito a algumas pessoas. Mas chega de adiamentos, por favor!

 

Esta será a primeira vez que verei Kizuna desde a minha análise, no início de 2021. Vou ser sincera, estou com um bocadinho de medo de reabrir a ferida. Desta vez não estarei sozinha, ao contrário da primeira vez que vi o filme. Se isso é uma coisa boa ou má é questionável: por um lado, chorar perante estranhos não costuma ser divertido. Por outro lado, se houverem lágrimas da minha parte, essas não serão as únicas. Sobretudo tendo em conta testemunhos como estes

 

Em todo o caso, vou levar lencinhos, tanto para mim como para oferecer a quem precise. E talvez uma bebida. E o meu bonequinho da Biyomon para abraçar. 

 

Um consolo para quem vá ver Kizuna pela primeira vez é saber que teremos em breve uma sequela. Já tinham dado pistas no ano passado. O filme chamar-se-á Digimon Adventure 02: The Beginning (O Início), decorrerá dois anos depois dos eventos de Kizuna, terá Daisuke e V-mon como protagonistas e focar-se-á na primeira pessoa a ter um companheiro Digimon.

 

É altamente provável que seja este filme a “corrigir” o final de Kizuna e a fazer a ponte com o epílogo de 02. A premissa parece encaixar-se. Aposto que a primeira pergunta que farão a esse misterioso primeiro Escolhido será “O que aconteceu ao teu companheiro Digimon?”. A história seguirá a partir daí. 

 

Por um lado, fico entusiasmada. Mais um filme no universo de Adventure, com personagens que adoro, mais uma análise aqui no blogue. E possivelmente mais um filme para dobrarem em português de Portugal.

 

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Por outro lado, estou com medo. Levei imenso tempo a recuperar de Kizuna. Acho que ainda não o fiz por completo. Não preciso de outro filme mexendo com as minhas emoções dessa maneira – sobretudo se este também não tiver um final feliz.

 

Uma parte de mim, aliás, está ressentida com tudo isto. Com a Toei insistindo em ordenhar desta vaca, insistindo em brincar com o final feliz de 02 e Tri, enviando mensagens contraditórias. Kizuna dizendo-nos para deixarmos Adventure e as nossas infâncias para trás, mas a Toei não fazendo o mesmo. 

 

Mas pronto, este é o meu lado mais amargo a escrever. Diz que deveremos descobrir mais sobre The Beginning este fim de semana, durante as celebrações do DigiFest. No entanto, a ideia que tem passado é que o filme demorará algum tempo a estrear. 

 

Não me importo. Não tenho pressa. Pensar que por esta altura, há três anos, estávamos a celebrar a presença do elenco de 02 em Kizuna. Eles foram uma bênção nesse filme, como escrevi na altura, mas agora merecem estar no papel principal. 

 

E chegámos ao fim. Isto foi divertido. Mesmo não tendo gostado tanto de Fronteira como de outros trabalhos, é sempre um prazer escrever sobre Digimon. Mas agora estou contente por poder partir para outra, depois destes meses todos.

 

Obrigada por todas as visitas e comentários. Os meus parabéns a Fronteira e aos seus fãs pelo vigésimo aniversário. 

 

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