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Álbum de Testamentos

Mulher de muitas paixões e adoro escrever (extensamente) sobre elas.

Digimon Tamers #11 – Uma pistola de brinquedo e um beijinho

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Esta é a parte da análise que eu mais ansiava escrever. Para vários temas desta série, precisei de pesquisar um bom bocado, rever partes de episódios, mesmo episódios inteiros, desenvolver as minhas opiniões. No que toca a Impmon, no entanto, planeei a maioria deste texto antes de qualquer outro – antes ainda de ver Tamers pela segunda vez, já de caneta em punho.

 

Não deve ser surpresa. Penso que todos concordamos que Impmon é uma das melhores personagens, não só de Tamers, de todo Digimon enquanto franquia.

 

Impmon não é bem um vilão. No entanto, tal como os melhores exemplos desse arquétipo, funciona porque é aquilo que os heróis podiam ser se tivessem tido menos sorte e/ou se tivessem tomado as decisões erradas. No caso de Impmon, o seu maior pecado é o orgulho, misturado com inveja. Uma coisa que o diabrete faz muito, quando lhe colocam o dedo na ferida, quando o confrontam com a verdade, é enfurecer-se e fincar ainda mais os pés nos seus hábitos destrutivos (auto e não só).

 

Mas comecemos pelo princípio. Na primeira metade de Tamers, Impmon é uma criatura ao mesmo tempo hilariante – no caso da dobragem portuguesa, muito por culpa da excelente interpretação de Pedro Cardoso – e irritante. Passa a vida à volta dos Treinadores, arreliando os seus Digimon (Culumon incluído). Troça deles por estarem ligados a humanos, acusa-os de serem pouco mais de mascotes, de brinquedos (no caso de Terriermon, não está completamente errado)...

 

...e no entanto, ele não os “deslarga”. Seria de esperar que ele se mantivesse afastado de criaturas que, parafraseando-o, lhe dão vontade de vomitar. Mas não é isso que acontece.

 

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Há que realçar, no entanto, que Impmon os arrelie, os Treinadores não antipatizam com Impmon. Pelo contrário, toleram-no, chegam mesmo a tratá-lo com simpatia. Talvez seja esse um dos motivos pelos quais o diabrete não se afasta. O que só torna o que acontece mais tarde ainda mais reprovável.

 

Não são precisos muitos dedos de testa para perceber que Impmon é um caso clássico de “estão verdes, não prestam”. Sobretudo quando descobrimos o seu passado. Impmon nem sempre fora um Digimon independente, também tivera um Treinador. Ou melhor dois: Ai e Makoto, dois irmãos, ela com cinco anos no máximo, ele com três no mínimo. 

 

Como seria mais ou menos de esperar da parte de crianças daquela idade, os dois disputam Impmon como um brinquedo que são obrigados a partilhar. Chega a um ponto em que o diabrete farta-se e vai-se embora. Com isto tudo, fica com uma opinião péssima em relação aos humanos em geral. 

 

Não se pode censurar Impmon por esta atitude, mas também crianças daquelas idades não constituem uma boa amostra da Humanidade. Ao contrário do que muitas vezes tendemos a pensar (eu incluída), as crianças nem sempre são puras e angélicas. Muitas vezes, sobretudo antes dos cinco, seis anos, são egoístas insensíveis, melodramáticas, incapazes de empatia e de lidar com a frustração.

 

É claro que, nesta fase, ainda não é culpa delas. Pecam por ignorância. Com a devida educação ultrapassam essa fase. Crescem.

 

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Bem, algumas. Infelizmente há muita gente que nunca chega a aprender, que não chega a crescer.

 

Não acho que seja coincidência que, no início, os episódios centrados em Ruki e Renamon também destaquem Impmon. Quando Renamon sente dúvidas em relação ao seu vínculo com Ruki, Impmon funciona como o diabo no seu ombro, dizendo-lhe os humanos são estúpidos e os Digimon estão melhor sozinhos. 

 

Existem claros paralelismos entre os dois. Tamers dá a entender que Impmon veio para o Mundo Real pelo mesmo motivo que Renamon: à procura de um parceiro humano que o ajudasse a ficar mais forte, quiçá a digievoluir. 

 

O problema é que Renamon foi ter com a campeã do jogo de cartas. Impmon foi ter com dois pirralhos. Não se sabe como é que Ai e Makoto se tornaram Treinadores de Impmon, o que é uma pena. Na minha opinião, os meninos queriam um Digimon com quem brincar. Impmon alinhou por, das duas uma: por achar que, eventualmente, eles ajudá-lo-iam a digievoluir ou, pura e simplesmente, deixou em stand-by o seu desejo de se tornar mais forte e contentou-se com ser o companheiro de brincadeiras dos dois irmãos. Isto é, até a relação azedar.

 

Em todo o caso, tanto ele como Renamon entraram em conflito com os seus Treinadores e, a certa altura, tentaram tornar-se mais fortes sozinhos. A diferença é que Renamon era suficientemente forte para derrotar adversários sozinha – até isso deixar de ser suficiente e escolher ficar com Ruki. Impmon, por sua vez, é inútil em combate. Só assusta humanos. Ainda consegue arreliar Guilmon e Terriermon quando os seus Treinadores os proíbem de ripostar mas, quando podem ripostar, enxotam-o com facilidade.

 

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Mesmo assim, o diabrete garante a toda a gente, incluindo a si mesmo, que está bem assim, que não precisa de humanos ou de digievoluir.

 

Tem piada por um lado, como referi acima, mas por outro uma pessoa fica com vontade de lhe dar um par de estalos. Porque insiste Impmon em magoar-se a si mesmo, dizendo que despreza humanos, mas sem conseguir afastar-se deles? Das duas uma, ou aceita que precisa de humanos e tenta fazer as pazes com os seus Treinadores – ou tenta procurar outro Treinador, ou pelo menos aceita a amizade do Takato e dos outros – ou segue com a sua vida, procura um sítio onde possa viver (quer no Mundo Real quer no Mundo Digital) sem precisar de digievoluir. Agora, ficar preso naquele limbo pelo seu próprio orgulho e inveja é que não ajuda ninguém, a começar por ele mesmo. 

 

O cúmulo da sua negação e teimosia manifesta-se quando Impmon é confrontado por um dos Deva, Indramon, e este lhe pergunta porque não digievoluiu ainda, se já teve parceiros humanos – como referi antes, dedo na ferida. A resposta do diabete é tornar-se ainda mais arruaceiro perante civis – os únicos que, lá está, é capaz de assustar. Quando o Indramon regressa, Impmon faz questão de enfrentá-lo sozinho, para provar que não precisa de ninguém, muito menos de humanos, nem de digievoluir. Nem sequer permite que Takato e os outros o encorajem.

 

Como seria de esperar de um Digimon fraquinho mesmo para nível Infantil perante um nível Perfeito, Impmon é massacrado, perante os olhares horrorizados dos miúdos. De início, Renamon impede os humanos de intervir – ela sabe uma coisinha ou outra sobre orgulho. Ainda assim, até ela atinge o seu limite e, em conjunto com os outros, salva a vida a Impmon – apenas para o diabrete insistir na luta, levando uma sova que o atira para o horizonte.

 

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Impmon passa os episódios seguintes escondido de toda a gente enquanto lambe as feridas no corpo e no orgulho. Nisto, abre-se uma brecha para o Mundo Digital, de onde soa uma voz perguntando-lhe se quer tornar-se mais forte.

 

O diabrete vai, então, para o Mundo Digimon na mesma altura em que o resto do elenco vai. É aqui que se encontra com um dos Deva, Chatsuramon. Pegando de novo na fábula, Chatsuramon mostra-lhe uma parra que Impmon pensa ser uma uva: induz-lhe uma ilusão onde o diabrete estaria de volta ao Mundo Real à casa de Ai e Makoto. Impmon descobre a verdade, no entanto, quando se prepara para abraçá-los e estes passam através dele. Mais: Impmon vê os seus antigos Treinadores recebendo um cachorrinho e começando imediatamente a disputá-lo, como haviam feito com o seu Digimon.

 

Pergunto-me agora se essa cena com os meninos e o cachorrinho ocorreu mesmo – se era uma transmissão em direto do Mundo Real – ou se era uma ficção criada pelo Chatsuramon. Em todo o caso, serve para provar que, mais do que um catalisador para a digievolução, Impmon apreciava os seus antigos Treinadores pelo companheirismo. E inveja amargamente Guilmon, Renamon e os outros por terem as duas coisas. 



Mais uma vez, a reação de Impmon é fechar ainda mais o coração e fazer um pacto quase literal com o diabo. Desbloqueia a sua forma Extrema, Beelzebumon, e em troca assassinará os Treinadores e os seus Digimon – que, recordo, ainda o consideram um aliado, mesmo um amigo. 

 

Já falámos um par de vezes sobre o que acontece quando Beelzebumon aparece para cumprir a sua parte do acordo, não é necessário repetir. Gostava só de chamar atenção para o aviso de Leomon, que percebe logo que o demónio digital está a ser manipulado pelos Deva. É em resposta a esse aviso que Beelzebumon dá o golpe fatal.

 

Nota para mim mesma: nunca confrontar Impmon/Beelzebumon com a verdade.

 

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Como vimos antes, perante a morte do Leomon, Takato obriga Guilmon a digievoluir para a monstruosidade que é Megidramon… mas Beelzebumon, surpreendentemente, revela-se um adversário à altura. Talvez tenha sido pelo melhor – pode ter sido o único motivo pelo qual Megidramon não chegou a usar os seus poderes de destruidor de mundos.

 

Acaba por ser impressionante, até. Há um momento em que Beelzebumon está de costas no chão, uma das mãos afastanto as presas do Megidramon, a outra desfazendo o Makuramon em partículas digitais. Mais tarde, quando Rapidmon e Taomon decidem tentar a sua sorte frente a Beelzebumon, este consegue encurralá-los, obrigando-os a cederem parte dos seus dados ao demónio digital para se libertarem. No fim, ele próprio põe Megidramon fora de combate.

 

Mesmo quando Takato recupera o juízo e desbloqueia o Dukemon, o combate com Beelzebumon continua equilibrado. Pelo meio, Dukemon derrota Chatsuramon (que viera para castigar Lopmon por se ter aliado aos humanos), mas Beelzebumon desvia os dados para si. Finalmente, como referido antes, o demónio digital fica a isto de eliminar Dukemon (com Takato lá dentro), mas é interrompido pelo Guardromon. E quando os papéis se invertem, é Juri quem impede o Dukemon de dar o golpe final.

 

O gesto da menina desarma Beelzebumon. Mais: provoca-lhe uma crise existencial de todo o tamanho. Não é a primeira vez que um humano ou um Digimon associado a um humano o trata com compaixão. Pelo contrário, os Treinadores e seus Digimon haviam passado a primeira metade de Tamers tratando Impmon com mais gentileza do que este merecia. Tais gestos, no entanto, chocavam com a carapaça do seu orgulho e inveja (isto parece ser um tema recorrente nesta série: muros, barreiras, que mantém os demais afastados e os corações fechados). 

 

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Fora preciso ter ficado quase literalmente entre a espada e a parede para Beelzebumon cair em si e perceber que estava errado em relação aos humanos. 

 

Este é o momento em que o demónio digital bate no fundo. O momento que melhor o simboliza é quando este é atacado por um bando de Chrysalimon (depois de, alguns episódios antes, ter dizimado uns quantos destes Digimon enquanto testava o seu novo poder) e regride para Impmon. Fica bastante maltratado. 

 

Como vimos antes, Ruki e Renamon dão uma corrida para ir buscá-lo antes de perderem a boleia para o Mundo Real. E ainda bem que o fizeram. 

 

Quando regressa a Shinjuku, Impmon vai à procura dos seus Treinadores. Há um momento engraçado quando o diabrete encontra o instrutor de kenpo de Jian e lhe pede que lhe leia o bilhete que Ai e Makoto lhe deixaram. Descobre assim que os meninos foram evacuados para a casa dos avós e é lá que os reencontra. 

 

Numa reviravolta surpreendente para crianças tão novas, Ai e Makoto pedem desculpa a Impmon pela maneira como o trataram. Reconhecem que as discussões entre eles, a disputa por Impmon como um brinquedo que não queriam partilhar, fizeram com que o diabrete se fartasse e se fosse embora – e enveredasse por um caminho destrutivo, mas os irmãos não sabem e, pelo menos por enquanto, não precisam de saber essa parte. Ai e Makoto chegam mesmo a mostrar um ursinho de peluche que haviam rasgado nas suas guerras. 

 

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Sinceramente, os meninos demonstram uma maturidade, uma responsabilidade pelos seus próprios actos que eu demorei anos a obter, que eu suspeito que demasiados adultos não possuam. Ai tem cinco anos no máximo! É certo que, regra geral, nestas idades atitudes egoístas e mimadas têm consequências relativamente menores – castigos, brinquedos confiscados, pais zangados. Não costumam implicar a perda de um amigo, de um companheiro de brincadeiras.

 

Impmon fez bem em deixá-los, apesar de tudo. Obrigou os meninos a sofrerem as consequências dos seus actos. A parte da inveja, do orgulho, do pacto com o diabo, do assassínio de Leomon, é que era desnecessária. 

 

Em todo o caso, Impmon perdoa-os e torna a ser o seu companheiro Digimon. Quando vê notícias da destruição provocada pelo D-Reaper na televisão, no entanto, quer juntar-se à luta. Como os meninos são demasiado novos para o acompanharem, estes ficam para trás. 

 

Antes de Impmon sair, no entanto, Makoto dá-lhe a sua pistola laser de brinquedo, para que a use “contra os maus”. Ai, por sua vez, dá-lhe um beijinho, em jeito de despedida – algo de que o diabrete não estava à espera. Enquanto se afasta, Impmon digievolui para Beelzebumon Blast Mode, com um par de asas e a pistola laser  convertida num canhão.

 

E foi assim, senhoras e senhoras, que Tamers criou a melhor sequência de digievolução de todos os tempos. Com uma pistola de brinquedo e um beijinho. Não há nada mais amoroso, não há nada mais fixe. Até a sequência da Sakuyamon fica atrás disto. É certo que só conheço este universo e o de Adventure, mas duvido que haja algo melhor do que isto.

 

 

Há que também dar crédito a Tamers por ter resistido à tentação de criar uma digievolução completamente nova para Impmon, mais convencionalmente heroica, para refletir este desenvolvimento. Beelzebumon continua a ser um demónio, continua a ter um nome inspirado por um dos nomes do diabo. Apenas ganhou algumas características menos vilanescas. 

 

Acho piada, aliás, ao contraste entre um demónio motoqueiro e os seus Treinadores, crianças pequenas e inocentes. Não me admirava, aliás, se uns anos após os eventos de Tamers, a fase de rebeldia adolescente de Ai e Makoto envolvesse motas e cabedal preto. 

 

Beelzebumon junta-se, assim, aos Treinadores no combate ao D-Reaper. Por motivos óbvios, ele é um dos mais motivados para salvar Juri – tanto como Takato ou talvez ainda mais. Conforme referido antes, ele e Culumon descobre Juri no núcleo do D-Reaper. Conseguem infliltrar-se, mas Beelzebumon e apanhado pelos tentáculos e fica inconsciente durante um par de episódios. Recupera a consciência numa altura em que o D-Reaper cria agentes novos para proteger o núcleo – e acaba por ser expulso para o exterior, onde se reencontra com Dukemon. 

 

Vimos antes que Dukemon e Beelzebumon tentam os dois abrir caminho até Juri – o desespero do segundo fica patente em cada gesto. Não ajuda o facto de o nono agente, a Bola do D-Reaper, apontar o seu olho gigante para Beelzebumon enquanto repete, usando a voz de Juri: “Beelzebumon. Nível Extremo do Impmon. O Digimon que absorveu o Leomon.” É francamente sinistro.

 

Por outro lado, sim, também fiquei zangada por o D-Reaper ter destruido a pistola laser de Makoto. Não se faz! 

 

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Como vimos antes, o esforço de Beelzebumon consegue despertar Juri do seu transe. E quando o demónio recorre ao Punho Real, consegue abrir um buraco na esfera e estender uma mão a Juri.

 

Se isto fosse uma história diferente, Juri teria sido resgatada neste momento e tudo ficaria bem. Mas isto é Tamers, em Tamers não há soluções fáceis. Como vimos antes, Juri ainda não estava preparada para perdoar Beelzebumon, para confiar nele. 

 

Infelizmente, pouco após a janela fechar, Beelzebumon é atingido pelas costas. Por momentos, o ferimento parece ser fatal – e Ai e Makoto estão a ver tudo na televisão! Ele prometera que voltaria!

 

Da primeira vez que vi Tamers, poucos episódios atrás, pensava que Beelzebumon morreria para se redimir. Esteve muito perto… A intervenção atempada de Grani salva-lhe a vida, numa altura em que este já regrediu para Impmon.

 

O diabrete não teve, assim, uma conclusão épica e triunfal para a sua história. O verdadeiro encerramento acontecerá mais tarde e será mais sereno. Antes, Ai e Makoto cuidam de Impmon enquanto este recupera da luta contra o D-Reaper. É nesta altura que os DigiGnomos lhes dão o seu próprio D-arco (só agora?).

 

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Depois de derrotado o D-Reaper, Impmon apresenta Ai e Makoto aos outros Treinadores. Imagino que para Juri, Takato, Ruki e companhia os meninos sejam a maior prova de que a bondade e compaixão que demonstraram para com Impmon não foram desperdiçados. Juri diz mesmo que está contente por Impmon ter sobrevivido – por certo porque não quereria que Ai e Makoto passassem pelo mesmo que ela passou, porque Juri sabe alguma coisa sobre canalizar traumas para ações destrutivas. Assim, perdoa Impmon.

 

O diabrete obtinha assim o seu final feliz… para imediatamente a seguir ser recambiado para o Mundo Digital, para longe dos seus Treinadores. Ai e Makoto nem sequer devem compreender os motivos. Nem no universo de Tamers há justiça…

 

Como referi antes, não considero Impmon/Beelzebumon um vilão propriamente dito. Aliás, nenhum dos antagonistas em Tamers merece ser classificado como vilão no sentido convencional do termo… mas isso é conversa para o próximo texto.

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