Interrompemos a análise a Digimon Frontier para assinalar o décimo aniversário aqui do estaminé. Não que vá fazer nada de muito especial, esta é apenas uma reflexão sobre a vida deste blogue.
Na altura, criei o Álbum de Testamentos para servir de caixote do lixo no bom sentido: para escrever sobre assuntos diversos que não se encaixavam noutros sítios. Com o tempo tornou-se a minha principal plataforma de escrita. E visto que, ao contrário do meu outro blogue, que tem um conceito mais específico e que só requer que eu o atualize algumas vezes de tantos e tantos meses, aqui no Álbum escrevo com muito mais frequência. Assim, sinto-me um pouco mais orgulhosa por ter conseguido fazer isto ao longo de dez anos.
Não é a primeira vez que o digo, mas este blogue tem funcionado como um diário de bordo dos meus interesses e entusiasmos. Como raramente falo aqui sobre a minha vida privada, pode parecer que o blogue não é muito pessoal. Acreditem: é mais pessoal do que vocês pensam. Regra geral, se escrevo sobre algo aqui, o assunto do texto esteve na minha mente durante muito tempo, vivi com ele todos os dias, às vezes durante semanas, às vezes durante meses. É por isso que faço retrospetivas musicais anuais – é uma forma indireta de refletir sobre o ano que passou.
Por outro lado, há ocasiões em que essas coisas se tornam marcantes porque estou a escrever sobre elas – textos que estavam à espera de ser escritos há muito tempo, como por exemplo a análise a All We Know is Falling no ano passado. Noutras ocasiões, acontecem coisas marcantes, logo, tenho de escrever sobre elas – por exemplo, quando um dos artistas de que gosto lança música nova ou quando resolvi regressar a Digimon em 2015. Às vezes é um misto de ambas. Às vezes funciona como escapismo. Às vezes ajuda-me a lidar com coisas dolorosas – por exemplo, quando o Chester morreu.
Outra faceta de isto ser um diário de bordo diz respeito ao que muda: interesses vão e vêm, alguns mantêm-se, opiniões evoluem, a qualidade vai melhorando. Hoje em dia evito reler e encaminhar para publicações mais antigas – já não estão a um nível que considero aceitável e/ou já não refletem as minhas opiniões atuais. É aquela: hoje escreveria esses textos de maneira muito diferente – e alguns se calhar não escreveria de tudo – mas se não os tivesse escrito não teria aprendido com eles. Não me teria tornado mais exigente comigo mesma.
Assim, mesmo que não os promova tanto como textos mais recentes, essas publicações continuam online. Pode ser que as pessoas ainda gostem.
Uma coisa de que tenho pena, no entanto, é de não conseguir atualizar o blogue tantas vezes como nos primeiros anos. Tenho menos tempo livre agora, como é óbvio – quando criei o blogue, ainda estava a estudar, agora tenho um emprego a tempo inteiro. Por outro lado, tenho de ser sincera: arranjar um smartphone fez diferença, sobretudo quando arranjei um plano generoso de dados móveis. Quando tenho tempos mortos, é mais conveniente pegar no telemóvel do que sacar do caderno e da caneta.
Acho que não é a primeira que refiro que hoje não gosto muito do nome do blogue. É um bocadinho palavroso, soa esquisito. Mas, para ser sincera, não sei que nome lhe daria. Talvez alguma coisa relacionada com cadernos – mas se calhar seria pouco original.
Esse é mesmo o único verdadeiro arrependimento que tenho em relação a este blogue. De resto, não tenho praticamente mais nenhum. Estou muito contente com o que tenho feito com o blogue até agora.
A ideia é ir continuando a fazê-lo enquanto puder. Não tenho ilusões: sei perfeitamente que, daqui a uns anos, terei quase de certeza menos tempo para o blogue (e para escrever em geral). Quero aproveitar enquanto posso.
Dito isto, não é a primeira vez que digo que ando a trabalhar, intermitentemente, noutro projeto de escrita. Ainda não quero dizer do que se trata – provavelmente só o farei quando estiver pronta a partilhá-lo. Assim, é possível que as publicações aqui no blogue continuem a ser mais espaçadas do que o ideal.
Já é habitual eu, de vez em quando, falar dos meus planos para o blogue – para depois não cumprir metade deles ou ainda mais. É pura auto-indulgência – e, se não se importam, vou continuar a fazê-lo.
Para já quero terminar a análise a Fronteira – quando este texto for para o ar, só me devem faltar uma ou duas partes. Depois, como este foi um projeto longo, talvez faça uma pausa aqui no blogue e as minhas próximas publicações serão mais pequenas e mais simples.
Tanto Bryan Adams como Avril Lavigne lançaram música este ano – um álbum de inéditas cada um mas não só. Vou escrever sobre isso, mas de maneira diferente: em vez de analisar os álbuns a fundo, como o habitual, vou escrever textos mais parecidos com aqueles que escrevo no fim de cada ano.
Também vou querer fazer um top 10 de música portuguesa – ainda não decidi se o escrevo antes ou depois dos textos de Bryan e Avril. Por outro lado, os Paramore têm um álbum no forno, algo que vou cobrir aqui no blogue. Já não deve faltar muito para pelo menos o primeiro single: na sexta-feira passada, eles anunciaram concertos para o outono, num poster com uma estética curiosa. Nas próximas semanas deveremos saber mais alguma coisa. Só espero que o álbum saia antes do Mundial, para não interferir com o meu outro blogue.
Já que falo no Mundial, este vai decorrer excecionalmente em novembro e dezembro. Isso poderá atrasar os meus textos de fim de ano – que mesmo em circunstâncias normais já são difíceis de encaixar no meu horário por causa das festas. Os textos sobre a música de Bryan e de Avril são em parte para não ter de escrever sobre eles no fim do ano. Eu naturalmente espero estar muito tempo ocupada com o meu outro blogue, até depois do dia 18 de dezembro. Quanto mais tiver de atrasar o Álbum por causa do Mundial, mais feliz ficarei.
O próximo grande projeto deste blogue será um texto sobre Pokémon Go – algo que ando a prometer há anos, eu sei. Só devo consegui-lo no próximo ano, mas não quero adiá-lo muito mais.
Termino esta pequena celebração agradecendo todas as visitas que o meu blogue recebeu na última década. A mais dez anos de Testamentos!
Conforme o prometido, eis-me aqui respondendo à tag Conhecendo-me Melhor, que descobri neste blogue. Como o costume, vou adaptar as perguntas ao português de Portugal. Assim, sem mais demoras…
1) Consideras-te uma pessoa do dia ou da noite?
Definitivamente do dia, se bem que com algumas ressalvas. Não gosto de me levantar demasiado cedo, mas também não gosto de me levantar muito tarde. A minha hora ideal de deitar e por volta da meia-noite, meia-noite e meia. A de levantar, anda à volta das oito e meia. Não gosto de me levantar depois das dez, mesmo ao fim-de-semana – sinto que estou a desperdiçar a manhã.
Nem sempre consigo ser produtiva à noite – preciso de tomar um descafeinado, pelo menos. Na maior parte das vezes só tenho energia para passar rascunhos a limpo, para o computador. Passo por fases, confesso. Nas últimas semanas até tenho tido noites em que consigo escrever – e já tive ocasiões em que ficava a escrever pela noite adentro. Noutras alturas, no entanto, nem mesmo com descafeinado consigo fazer mais do que ver vídeos no YouTube. Durante o dia sou muito mais consistente.
Pura e simplesmente, gosto da luz do dia. Se tiver de escolher entre abrir os estores ou acender a luz, escolho a primeira opção. Gosto de passar tardes passeando com a minha cadela ou escrevendo em esplanadas. Foi uma das coisas que mais me custou durante o confinamento: estar presa em casa precisamente durante a Primavera, quando o tempo estava mais ameno e os dias mais longos, convidando a estar lá fora.
2) Colecionas alguma coisa?
Nem por isso. O mais parecido que tenho com uma coleção são os Pokémon que, de vez em quando, ofereciam no McDonald’s.
3) Qual era o teu programa preferido quando eras pequena?
Para esta pergunta pensei em várias respostas. Percorri todos os desenhos animados e programas infantis de que me lembrava de gostar em diferentes momentos da minha infância: a Rua Sésamo, o Jardim da Celeste, o Buereré, o Zip Zap, uns desenhos animados do Zorro, o Sonic Underground (um dia escrevo sobre isso), Pokémon, Digimon, o Doraemon (em castelhano!), etc. Tive dificuldades em escolher uma coisa só entre tantas.
No entanto, acabei por concluir que só existia uma escolha para o número um. O concurso do Hugo.
A minha ideia inicial era escrever aqui porque é que o Hugo é só o melhor programa da História da televisão, mas acabei por perceber que isso merecia o seu próprio texto. Já foi para a lista!
Pontos para esta tag por me ter dado ideias aqui para o blogue.
4) Em que pensas antes de dormir?
Esta é estranha… Bem, imagino-me no meu sítio feliz – andando a pé na praia, regra geral. Às vezes conto histórias a mim mesma. Às vezes ponho-me a ouvir um vídeo de ASMR.
5) Qual é a tua cor preferida?
O azul. A segunda é o vermelho.
6) És viciada nalgum videojogo?
Não. O mais parecido, como penso já ter explicado antes, é o Sims 3. Começo a jogar por um motivo ou outro, entusiasmo-me durante algumas semanas mas depois, do dia para a noite, deixo de jogar e não torno a tocar nele durante meses e meses. A última vez que joguei foi no início da pandemia – após ano e meio sem jogar.
7) Tens algum mau hábito?
Ui, se eu os listasse todos nunca mais sairia daqui… Neste momento, aquele que mais me incomoda é a minha mania de, apesar do que disse acima sobre ser uma pessoa diurna, permanecer na cama a preguiçar, a mexer no meu telemóvel, durante no mínimo dez minutos depois de acordar.
Estou a tentar corrigi-lo.
8) Tens irmãos ou irmãs?
Tenho um de cada, mais novos. Um irmão emigrante na Suíça, com quase vinte e sete anos, e uma irmã com quase vinte e três.
9) Tens alguma tatuagem ou piercing?
Não. Piercings não quero. Nem sequer tenho as orelhas furadas. Tatuagens, gostava de fazer um dia, mas tenho medo que fique mal, de me arrepender ou de apanhar hepatite ou outra doença do género. Um dia…
10) Qual é a tua flor preferida?
A papoila vermelha, como já tinha dado a entender antes. Eu adoro flores silvestres – é um dos motivos pelos quais a primavera é a minha estação do ano preferida – e a papoila vermelho-sangue é a mais bonita de todas.
11) Quando eras pequena, o que querias ser quando fosses grande?
Tive fases. Numa altura queria ser astronauta (o meu país não deixou), mais tarde astrónoma. Houve também uma altura em que queria ser bióloga marinha.
Sobretudo queria ser escritora, o que acabou por acontecer… se bem que não da forma que eu esperava.
12) O que guardas debaixo da cama?
O saco com o meu equipamento de natação.
13) Consideras-te organizada ou desarrumada?
Tenho muito de desarrumada, para grande desgosto da minha mãe, que é tipo Monica Geller. Outro dos meus maus hábitos, suponho eu… Tenho feito um grande esforço para corrigi-lo nos últimos anos, sobretudo no trabalho.
E a verdade é que tenho coisas em que até sou muito organizada – no que toca à minha escrita, por exemplo. Já escrevi aqui sobre a importância de planear o que se vai escrever. Hoje em dia faço os meus planos em folhas soltas e, para não me perder, sobretudo com textos grandes – como a análise a Petals For Armor ou a Hybrid Theory, que estou neste momento a escrever – tenho essas folhas numeradas. De outra maneira não dava para me orientar.
14) Se pudesses viver em qualquer lugar no mundo, onde viverias?
Houve uma altura em que queria viver em Nova Iorque mas agora, com o Donald Trump e o Covid, não me apetece. Por estes dias gostava de viver no campo. Gostava de viver numa aldeia, não demasiado isolada, com algum movimento. Teria uma farmácia onde eu pudesse trabalhar, um bom café, sítios onde pudesse andar a pé com a minha cadela e sobretudo… nada de Covid!
15) Qual é o teu filme preferido?
Não tenho um filme preferido bem definido… Para já vou dizer a trilogia do Senhor dos Anéis.
16) Qual o ator ou atriz com quem dizem que tu te pareces?
Tem de ser uma atriz de carne e osso? Porque a mim todos me dizem que sou parecida com a Pocahontas, do filme da Disney. Como da última vez em que me interessei por essa personagem eu tinha sete anos, essa parecença é-me indiferente.
17) Diz uma coisa que as pessoas não saibam sobre ti.
Depois de tantos anos de blogue, é difícil pensar em coisas que as pessoas não saibam sobre mim...
Bem, acho que ninguém reparou ainda que uma das minhas formas atuais de "perder" tempo é jogar Candy Blast Mania enquanto vejo televisão ou vídeos no YouTube. Não sei ao certo explicar porquê ou como é que ganhei este (mau) hábito (mais um...), mas hoje em dia é raro para mim ver televisão ou ver YouTube no computador sem estar com o telemóvel na mão a jogar.
Também tenho a mania de ter um vídeo do YouTube em reprodução no meu telemóvel quando estou a fazer coisas como vestir-me ou arrumando o meu quarto.
17) Qual é a última mensagem no teu telemóvel?
A mais recente é no grupo de Raids de Pokémon Go da minha zona, no WhatsApp. Alguém tirando dúvidas sobre convidar amigos para raids e sobre Mega Evoluções.
E é isto. Se alguém quiser responder a esta tag, está à vontade. Depois deixem-me links para as vossas respostas nos comentários.
A minha próxima publicação deverá ser a análise a Hybrid Theory, no dia 24 de outubro. Obrigada pela vossa paciência e pela vossa visita. Saúde e ânimo para todos, até à próxima!
Eis-me aqui respondendo ao desafio das 50 perguntas, após ter sido nomeada pela Bruxa Mimi. Para tags como esta, estou sempre aberta – se não se importarem com eventuais demoras. Tecnicamente, ainda só fui nomeada para as primeiras vinte perguntas, logo, será a essas que vou responder.
Começando com…
1)O que mais odeias em ti?
Odiar odiar, não sei se existe algo em mim que odeie. Neste momento, gostava de ser menos insegura. Já fui muito pior, mas quero tentar ter mais confiança em mim mesma.
Também ajudava ser menos cabeça no ar.
2) Nome pelo qual te chamam.
Sofia, na maior parte das ocasiões. Às vezes trocam o meu nome com o nome da minha irmã. A minha família – sobretudo os meus irmãos – chama-me Fifi quando me querem irritar (já não resulta). A minha irmã às vezes trata-me por Fia – sobretudo quando me quer pedir coisas.
3) Se pudesses visitar qualquer lugar no mundo, onde é que irias e porquê?
Iria a Moçambique com os meus pais. Eles são retornados, nasceram lá, foram expulsos para Portugal Continental quando tinham treze ou catorze anos e nunca mais voltaram. Gostava de ir lá com eles, um dia.
4) O que te faz chorar?
De uma maneira geral, situações tristes com que empatizo demasiado. Eu sei que esta é uma resposta demasiado vaga, mas a verdade é que não consigo encontrar um padrão – tirando, talvez, histórias de maus tratos a crianças e animais.
5) Escolherias voltar atrás no tempo ou ganhar mais tempo no presente?
Escolheria ganhar mais tempo – assumindo que significa, por exemplo, que os dias tivessem mais de vinte e quatro horas. Não porque me desagradasse voltar atrás no tempo – pelo contrário, agradar-me-ia demasiado.
Se pudesse, viveria para sempre no passado em alturas mais felizes. Como, por exemplo, o verão de 2016: quando Portugal tinha acabado de ser Campeão Europeu; Pokémon Go tinha acabado de sair e toda a gente andava a jogar ou, pelo menos, a falar disso; íamos ter o primeiro encontro do Odaiba Memorial Day; Trump ainda não tinha sido eleito e o Chester ainda estava vivo.
É óbvio que isto não é maneira de viver – conforme os Escolhidos aprenderam na peça de teatro de Digimon Adventure Tri. Por isso é que escolheria ter mais tempo no presente: para ter mais tempo para vivê-lo.
Ou pelo menos, de uma maneira mais prosaica, para ter mais tempo para dar conta do recado com este blogue.
6) Não vou morrer sem…
…ver a Seleção Portuguesa ganhando um título. Pode não parecer nada agora, que já aconteceu, mas houve uma altura que eu temi nunca ver um jogador com a Camisola das Quinas levantando uma Taça (embora, em retrospetiva, pelo menos no que toca a Europeus, acho que era uma questão de tempo). Hoje já posso dizer que vi – e foi uma noite fantástica.
7) Alguma vez inventaste uma desculpa para não saíres de casa quando tinhas uma coisa combinada?
Tanto quanto me lembro não. Sou introvertida por natureza. Das poucas ocasiões que faço planos com outras pessoas, regra geral, são pessoas com quem quero mesmo estar. Assim sendo, a menos que tenha uma boa razão, não desmarco.
8) Último lugar onde estiveste.
No meu café preferido, com a minha cadela, Jane.
9) Comida favorita
Esparguete. Deem-me muito esparguete. É o meu alimento preferido desde pequena, o alimento que poderia comer todos os dias sem enjoar. Gosto de esparguete com praticamente todos os acompanhamentos possíveis – o meu prato preferido é esparguete com amêijoas – mas chega-me esparguete simples, cozinho só com sal e um fio de azeite.
Estão a ver as pessoas na televisão e nos filmes, que comem um balde de gelado quando estão em baixo? Eu prefiro comer uma panela inteira de esparguete (isso ainda não aconteceu, mas talvez um dia…)
10) Comida que não comes
Existem vários alimentos que não aprecio muito (leguminosas, brócolos, coisas demasiado doces ou gordurosas, a maior parte do peixe frito), mas se tiver de comer, como. A única coisa que não como de forma alguma é couves de Bruxelas. Não, não e não.
11) Vivo perdendo…
Vou responder o mesmo que a Mimi: tempo. Infelizmente, tenho o defeito da procrastinação. Mesmo tendo menos tempo que antes para coisas como estes blogues, ainda desperdiço demasiado tempo em coisas como o Facebook, o Twitter, o Quora, o YouTube e as reposições da Anatomia de Grey.
12) Uma frase
“It’s not about deserve, it’s about what you believe”
Wonder Woman
Acho que nunca escrevi sobre isso aqui no blogue, mas o filme da Wonder Woman, no ano passado, ainda que imperfeito, marcou-me imenso. Esta citação, primeiro de Steve Trevor e repetida por Diana, é cada vez mais relevante nos dias de hoje – em que, conforme referi há bem pouco tempo, o mundo e a Humanidade parecem cada vez piores.
Conforme já escrevi várias vezes neste blogue, uma pessoa fica tentada a ceder ao cinismo e à apatia. Tentamos contrariá-lo, tentamos manter a esperança e algum idealismo, por nós mesmos. Não porque os demais o mereçam, não porque esperamos ser recompensados ou mesmo que alguma coisa mude, mas porque queremos ser assim. Porque é nisso que acreditamos.
Eu tento, pelo menos.
13) Último concerto a que foste.
Ao da Shakira, em julho passado. Conforme já tinha explicado antes, a Shakira pode não ser uma das minhas cantoras preferidas, mas sempre a respeitei e tenho acompanhado a carreira dela de forma casual.
Não achei grande piada aos singles do álbum El Dorado – não sou grande fã de reggaeton e, ainda assim, acho que a Shakira é a melhor nesse estilo. Veja-se La Tortura e Hips Don’t Lie. Por outro lado, no início deste ano, depois de me oferecerem os bilhetes, andei a explorar a discografia dela e encontrei algumas pérolas. Várias músicas do álbum Sale el Sol (a faixa-título, Antes de las Seis, Mariposas), o dueto Mi Verdad com Maná e Ciega Sordomuda. Esta última, aliás, foi uma das que mais toquei no Spotify este ano (mais sobre isso noutra ocasião).
Fiquei um bocadinho chateada por ela não a ter tocado.
Diverti-me imenso no concerto. Mesmo não conhecendo e/ou não adorando todas as músicas da setlist, fartei-me de dançar. Se tivesse hipótese de ir a três concertos da Shakira por semana ficava logo em forma.
Não sei qual será o meu próximo concerto, ainda. Os Within Temptation vêm cá no próximo ano, mas vêm à Concentração Internacional de Motos de Faro. Tenho de arranjar uma mota para ir?
14) Música do momento
Neste momento? Uma que ainda não saiu. Tell Me It’s Over, o segundo single do sexto álbum da Avril Lavigne, Head Above Water (sim, o nome do primeiro single é o mesmo que o do álbum). Mais sobre isso na próxima entrada de Músicas Não Tão Ao Calhas.
15) Última mensagem no WhatsApp
O meu irmão escrevendo “Estou à duas horas a passar a ferro” e eu corrigindo-lhe “Escreve-se ‘Estou HÁ duas horas’”
Grammar Nazi sofre…
16) O que mais te stressa
Esta é semelhante à pergunta do que me faz chorar: não sei, depende. Tirando, talvez, jogos importantes da Seleção Nacional, não tenho nenhuma resposta tirando coisas universais: ter tempo a menos e tarefas a mais; ter demasiadas coisas acontecendo ao mesmo tempo; não ter controlo; estar atrasada; perder coisas importantes; dias difíceis no trabalho…
Que vou responder mais?
17) Tira uma selfie e mostra
Tirei esta há uns meses.
18) Uma música com a palavra Amor
Vou escolher o tema What Is Love, de Haddaway – a minha música preferida para dançar, neste momento. Lanço o desafio, aliás: ponham-na a tocar e tentem ficar quietos. Eu não consigo – começo logo a abanar o capacete, como o Jim Carrey.
Segundo o próprio Haddaway, estão sempre a perguntar-lhe, lá está, o que é o amor. Ele responde que cada pessoa tem a sua definição. Eu concordo, com uma exceção: comportamentos abusivos não são amor. Tirando esse caso, não existe um significado único, universal. Cada um tem a sua resposta.
19) O que é feio mas tu achas bonito?
Estou como a Mimi: bonito ou feio é uma opinião. Se acho uma coisa bonita, não vou dizer que é feia.
20) Mostra a última foto do teu Instagram.
A Jane é rainha e senhora do meu Instagram.
Eu acho que já quase toda a gente na blogosfera já respondeu a este desafio. Assim, não nomeio ninguém em específico. Quem quiser, responda e deixe o link com as respostas nos comentários. Quando fizer a segunda parte do desafio, incluo esses links na publicação.
Fico à espera que a Mimi responda às outras perguntas. Até à próxima!
Mais uma vez lembraram-se de mim para uma tag e eu não podia estar mais feliz. Desta feita, foi a Helena– muito obrigada pela nomeação! Demorei quase um mês, mas aqui estão as minhas respostas.
Eis as regras:
1) Agradecer à bloggerque te nomeou
2) Responder às 11 perguntas que foram feitas
3) Nomear 11 bloggers e fazer-lhes 11 perguntas
4) Colocar as regras na tua publicação, incluído também a imagem do prémio.
As perguntas colocadas pela Helena são as seguintes:
1) De onde vem o nome do teu blogue?
Não é uma história por aí além, confesso. Criei este blogue para ser uma plataforma onde pudesse partilhar os meus “testamentos” (ou seja, os meus textos muito compridos). A palavra “álbum” parecia-me um sinónimo razoável de “blogue” (ou de qualquer rede social, na verdade). Daí Álbum de Testamentos.
Hoje, seis anos depois, admito que não morro de amores pelo nome. É um bocadinho comprido demais e não muito apelativo. Se fosse hoje, escolhia um nome diferente – algo que incluísse “caderno”. Mas agora já é tarde…
2) Quando e porque é que decidiste começar um blogue?
Como já escrevi várias vezes aqui, sempre adorei escrever, desde que aprendi a fazê-lo, sobretudo sobre coisas que me apaixonam. Antes de criar este blogue, criei outro (há já dez anos) sobre a Seleção Nacional. Só que, a partir de certa altura, senti vontade de escrever sobre outros assuntos e de partilhar esses textos na Internet. Daí este blogue.
3) O que mais gostas e menos gostas de ler noutros blogues?
Tenho um fraquinho especial por histórias de bebés e crianças pequenas, mas gosto de ler sobre de tudo um pouco. Quer sejam histórias pessoais, opiniões sobre a atualidade, críticas a livros ou filmes, sei lá…
A única coisa a que não acho grande piada – e estou a arriscar-me a incomodar muita gente aqui no Sapo Blogs – são aqueles blogues em que todas as publicações são apenas duas ou três frases. Quando são apenas uma parte delas – como as “Curtas do Dia”, da Mula – ainda vá que não vá. Mas quando são todas, irritam-me um bocadinho. Na minha opinião, um blogue deve ser diferente de uma conta no Facebook ou no Twitter.
Mas isto sou só eu – cujas publicações são quase sempre monstros de milhares de palavras. Cada um faz o que quiser com o seu blogue.
4) O que te faz seguir ou deixar de seguir outro/a blogger?
Geralmente, quando começo a seguir um blogue, é porque gosto do seu conteúdo, porque seguem o meu blogue e/ou porque os conheci pessoalmente. Não gosto de comentários do género “Olá! Segui o teu blogue, segues de volta?” mas, se alguém comenta ou reage a alguma publicação minha, gosto de pelo menos dar uma espreitadela ao seu blogue, a ver se gosto.
Por outro lado, acho que nunca deixei de seguir ninguém. O que pode acontecer é ir visitando menos vezes, sobretudo por falta de tempo ou por preguiça.
5) Se pudesses, dedicavas mais tempo ao teu blogue ou estás feliz com o teu trabalho atual?
Vamos por partes.
Primeiro, sim, gostava de ter mais tempo para os meus blogues. Com o meu emprego atual é difícil – para arranjar tempo e para arranjar energia, ao fim da tarde ou à noite, depois de um dia de trabalho. Uma tarde de fim-de-semana com o meu caderno, uma caneta, o meu computador e uma boa chávena de café é uma bênção, quando os consigo arranjar – e mesmo assim, nem sempre consigo ser produtiva.
Estou a tentar desabituar-me de fazer promessas no que toca a este blogue. Nem sempre consigo cumpri-las e estou sempre a mudar de ideias.
Por outro lado, não posso dizer que não esteja feliz com o meu blogue. Posso demorar eternidades a escrever e a publicar os meus textos mas, quando o faço, tenho ficado satisfeita com eles. Além disso, este ano, tenho obtido mais feedback do que o habitual, o que é muito animador, sobretudo nos dias mais difíceis.
É na boa. Vou tentar gerir melhor o meu tempo, ir tirando uma ou outra folga para escrever, sem stress. O importante é publicar textos que me agradem, mesmo que levem tempo, mesmo que nem sequer recebam muita atenção.
6) Peça de roupa sem a qual não podes viver.
Os meus ténis, cada vez mais, mesmo no verão. São o único calçado que trata bem os meus pés – até porque, por vezes, passo muitas horas de pé no meu trabalho.
Depois desses, os meus casacos de cabedal (eu adoro a Casa das Peles!) mas, como é evidente, quando está muito calor, não consigo vesti-los – e no entanto, neste verão atípico, tenho usado o casaco mais leve algumas vezes.
7) Tens alguma rotina “só tua” antes de dormir?
Nem por isso… Só mesmo desmaquilhar-me, lavar os dentes, tomar um duche (mais quando tenho de me levantar cedo na manhã seguinte). Gosto também de beber uma caneca de leite frio, pois ajuda-me a adormecer – não sei se é efeito placebo ou se existe mesmo algum composto no leite que contribui para isso.
8) Como te definiriam os teus amigos?
Nunca lhes perguntei diretamente… Acho que diriam que, ao primeiro contacto, sou simpática mas calada e reservada, mas que, depois de me pôr à vontade e começarem a conhecer-me melhor, sou bastante divertida.
9) “Antes só que mal acompanhado”?
Sem dúvida. Sempre fui uma pessoa introvertida, que nunca teve problemas em estar sozinha. Não que não saiba apreciar a companhia de outras pessoas, sobretudo pessoas de quem gosto. No entanto, se a escolha for entre estar sozinha e estar com pessoas de quem não gosto, vou para a primeira opção.
10) Qual é o livro da tua vida?
O Harry Potter. De caras.
11) Que histórias gostarias de ver em livro ou filme?
Não respondo a essa. Se houver alguma história que eu queira ver em livro ou filme, escrevo-a eu mesma!
Há imenso tempo que não fazia uma destas. A Bruxa Mimi desafiou-me para responder à tag “10 coisas para fazer este verão”. Parece-me uma boa maneira de regressar a este blogue, após quase dois meses sem publicar. E também uma boa oportunidade de escrever sobre assuntos fora do habitual – nos últimos meses, pelo menos.
Eis as regras:
Agradecer a quem o nomeou, fazendo uma ligação para o blogue em questão;
Fazer uma lista de dez coisas que gostaria de fazer – e que sejam exequíveis – este verão;
Nomear cinco bloggers para fazer o mesmo.
Vamos a isso, então:
1) Recuperar do desgosto da expulsão do Mundial
Esta não deverá surpreender quem conheça o meu outro blogue. Quando isto acontece, quando Portugal é excluído de uma grande competição (o que tem acontecido sempre, tirando em há precisamente dois anos), fico chateada – às vezes durante uns dias, às vezes durante semanas, dependende. Desta feita, contudo, não quero que o mau humor dure demasiado.
Não que esteja a ser muito mau, na verdade. Esta tag veio na altura certa: pensar nos planos que tenho para o resto da estação tem ajudado. Há de passar.
2) Publicar textos em atraso
…nomeadamente, o texto sobre Pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire, que queria ter publicado antes do Mundial. Quando terminei o gigantesco testamento sobre XY, pensava que tinha o primeiro rascunho sobre ORAS mais ou menos alinhavado. Esqueci-me que tinha deixado um enorme buraco no texto. Por outras palavras, tinha escrito o início e o fim, faltava o meio – ou, vá lá, uma parte dele.
Tentei ir preenchendo o buraco nos escassos intervalos entre textos do meu outro blogue, mas pouco progredi. Agora que estamos fora do Mundial, estou a tentar acabá-lo de vez.
É, de resto, a única vantagem de não termos chegado mais longe neste campeonato: agora tenho tempo para este blogue.
Depois deste texto, começo a escrever a análise a Bokura No Mirai, o último filme de Digimon Adventure Tri. O plano sempre foi escrevê-lo depois do Mundial e, de preferência, terminá-lo antes do fim deste mês. Está mais ou menos planeado, só falta mesmo escrever.
O que nos leva, aliás, ao próximo item desta lista...
3) Ir ao encontro do Odaiba Memorial Day Portugal
Depois de ter estado pouco tempo no encontro de 2016 e de ter falhado o encontro de 2017, este ano quero mesmo ir. Não vai ser no dia 1 de agosto, será no sábado anterior, o que é muito mais conveniente para mim, confesso. Pelo que se lê aqui, parece que o António se esmerou. Estou ansiosa por ver o resultado.
Tirar férias no Algarve
Eu adoro praia e o Algarve é o meu destino de eleição. Vou para o mesmo sítio todos os anos, desde miúda, mas é mais do que suficiente para mim. É capaz de ser o único local em todo o mundo onde consigo sentir-me verdadeiramente de férias, sem preocupações, sem dramas. Como reza uma frase que vi estampada numa t-shirt, a vida pura e simplesmente é melhor no Algarve.
Jogar jogos de tabuleiro com os meus irmãos
Esta é parecida com um dos itens da Bruxa Mimi. O meu irmão é emigrante, mas vem passar duas semanas connosco. Uma das coisas que mais anseio fazer com ele e com a minha irmã é precisamente jogar jogos de tabuleiro: sobretudo Munchkin (embora este seja mais um jogo de cartas) e Catan.
É engraçado que, numa era cada vez mais tecnológica, as pessoas continuem a achar piada a estes jogos.
Pôr leituras em dia
Eu ando uma vergonha em termos de leituras: nestes últimos dois anos, tenho lido muitos poucos livros – leio artigos do Pocket e assim, não tanto livros. Continuo a ler mais do que a maior parte das pessoas, é certo, mas menos do que queria. Em parte porque a escrita ocupa uma grande parte do meu tempo, em parte porque, muitas vezes, só tenho energia para me esticar no sofá, à frente do Netflix.
Quero ver se compenso durante as férias. Comprei uns quantos na Feira do livro mas, até agora, só li uma parte de “Inês da Minha Alma”, de Isabel Allende. Também já soube que o Joel Dicker, entretanto, lançou um livro novo. A ver se o compro.
Escrever sobre My Indigo e Post-Traumatic
Estes – My Indigo, o projeto lateral de Sharon Den Alden, dos Within Temptation, e Post-Traumatic, o álbum a solo de Mike Shinoda – são álbuns que saíram nos últimos meses, por pessoas que admiro muito no mundo da música. Ainda não tive oportunidade de ouvi-los com ouvidos de ouvir, de ler as letras como deve ser, de consultar as interpretações no Genius, mesmo de escolher as minhas faixas preferidas.
Quando acabar a análise a Tri, hei de escrever sobre eles aqui no blogue – mas sem pressas. Os últimos meses têm sido um bocadinho stressantes no que toca aos meus blogues. Depois do texto sobre Mirai, vou querer ir com calma. O “quem corre por gosto, não cansa” só é verdade até certo ponto. Às vezes, é necessário abrandar, ou mesmo parar.
Ir ao cinema
Este verão há uma série de filmes que quero ver. Queria ter visto o Deadpool 2 quando saiu, há um mês ou dois, mas não tive oportunidade. Felizmente, consegui ver os Incríveis 2, no fim de semana passado. Gostei muito. Está muito bem feito, ao nível do primeiro. O único problema que tenho com o filme, sem dar grandes spoilers, diz respeito à motivação do vilão – podia ter sido melhor explorada.
Por sua vez, a curta-metragem, Bao, antes do filme, deu cabo de mim. Acho que foi a primeira vez que chorei numa sala de cinema – e vocês sabem que eu raramente choro com estas coisas.
Para além deste, também quero ver o Mamma Mia 2 – é possível que o faça em família. E, mais tarde, o novo Missão Impossível. Por sua vez, estava renitente em ir ver o Ocean’s Eight, mas disseram-me que era giro. Talvez o veja.
Jogar Sims
O Sims é um jogo curioso. Costumo jogá-lo durante o verão (o Sims 3 saiu em junho de 2009 e o hábito ficou). Não sei se o mesmo acontece convosco, mas, quando começo a jogar, o jogo agarra-me, vicia-me, não consigo largá-lo durante horas. Ao fim de algum tempo, contudo, deixo de jogar, por um motivo ou por outro (na maior parte das vezes é porque as férias acabam). Durante vários meses quase me esqueço que o jogo existe. Até que a certa altura (geralmente por volta do verão) bate-me a saudade e começa tudo de novo.
Não sei explicar ao certo que me me vicia tanto no Sims. Talvez a possibilidade de sermos Deus, de termos controlo absoluto sobre vidas virtuais, de escrevermos as suas histórias – essencialmente como brincar com bonecos. Talvez por ser o único sítio onde se consegue ter casa própria e, para ter um emprego, basta pedi-lo.
Uma coisa que gosto de fazer, pessoalmente, é recriar personagens ficcionais e deixá-las como vizinhos NPCs. Às vezes resulta em coisas engraçadas – como quando recriei o elenco de Friends, e o Chandler traiu a Monica com… a Emma. Sim, a filha do Ross e da Rachel. Já adulta, atenção – mas sim, é um bocadinho incestuoso…
A versão que jogo é o The Sims 3: Ambições Profissionais. Não comprámos o Sims 4 porque, pelo que vi de Let’s Plays e críticas na altura, tiraram algumas das minhas partes preferidas do Sims 3: o Create-a-Style, que permite personalizar tudo até ao infinito, e a possibilidade de jogarmos com o bairro inteiro, sem inúmeros ecrãs de carregamento e com todos os NPCs envelhecendo ao mesmo ritmo. Prefiro continuar a jogar o 3, mesmo que já tenha quase uma década de vida.
Neste momento, estou na fase da saudade. No entanto, este item está bastante abaixo na minha lista de prioridades para este verão. Por muito divertido que seja o jogo, está longe de ser uma atividade produtiva ou mesmo muito saudável. Primeiro, está a praia, a escrita, os livros, os jogos de tabuleiro. Se houver tempo para o Sims, ótimo. Se não houver, paciência.
Convencer a minha irmã a jogar Pokémon Sun
Quando começou a sétima geração, o plano era eu e a minha irmão jogarmos Sun juntas. No entanto, era difícil arranjar períodos em que ambas estivéssemos livres e, sobretudo, eu via que a minha irmã não estava tão interessada no jogo como eu. Finalmente, no verão passado, ela deixou-me jogar Sun sozinha.
E assim fiz. Mais tarde, quando saiu Ultra Sun e Ultra Moon, comprei a segunda e joguei-a de imediato até ao fim.
Quero ver, contudo, se consigo convencer a minha irmã a jogar pelo menos Sun. A sétima geração é fixe, os jogos são bons. Quero falar com a minha irmã sobre eles e quero que ela os disfrute, tal como eu disfrutei. Além disso, é uma boa maneira de recordar os jogos, para quando escrever sobre eles em Pokémon através das gerações.
E aqui está. Estiquei-me um bocadinho com as respostas, mas é assim que o meu blogue funciona. Mais uma vez, muito obrigada à Bruxa Mimi para o desafio. Se quiserem nomear-me para outras tags deste género, estou disponível.