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Álbum de Testamentos

Porque sou uma miúda com muitas maluqueiras e adoro escrever (e muito) sobre elas.

20 de 50 perguntas

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Eis-me aqui respondendo ao desafio das 50 perguntas, após ter sido nomeada pela Bruxa Mimi. Para tags como esta, estou sempre aberta – se não se importarem com eventuais demoras. Tecnicamente, ainda só fui nomeada para as primeiras vinte perguntas, logo, será a essas que vou responder.

 

Começando com…

 

1)O que mais odeias em ti?

 

Odiar odiar, não sei se existe algo em mim que odeie. Neste momento, gostava de ser menos insegura. Já fui muito pior, mas quero tentar ter mais confiança em mim mesma.

 

Também ajudava ser menos cabeça no ar.

 

2) Nome pelo qual te chamam.

 

Sofia, na maior parte das ocasiões. Às vezes trocam o meu nome com o nome da minha irmã. A minha família – sobretudo os meus irmãos – chama-me Fifi quando me querem irritar (já não resulta). A minha irmã às vezes trata-me por Fia – sobretudo quando me quer pedir coisas.

 

3) Se pudesses visitar qualquer lugar no mundo, onde é que irias e porquê?

 

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Iria a Moçambique com os meus pais. Eles são retornados, nasceram lá, foram expulsos para Portugal Continental quando tinham treze ou catorze anos e nunca mais voltaram. Gostava de ir lá com eles, um dia.

 

4) O que te faz chorar?

 

De uma maneira geral, situações tristes com que empatizo demasiado. Eu sei que esta é uma resposta demasiado vaga, mas a verdade é que não consigo encontrar um padrão – tirando, talvez, histórias de maus tratos a crianças e animais.

 

5) Escolherias voltar atrás no tempo ou ganhar mais tempo no presente?

 

Escolheria ganhar mais tempo – assumindo que significa, por exemplo, que os dias tivessem mais de vinte e quatro horas. Não porque me desagradasse voltar atrás no tempo – pelo contrário, agradar-me-ia demasiado.

 

Se pudesse, viveria para sempre no passado em alturas mais felizes. Como, por exemplo, o verão de 2016: quando Portugal tinha acabado de ser Campeão Europeu; Pokémon Go tinha acabado de sair e toda a gente andava a jogar ou, pelo menos, a falar disso; íamos ter o primeiro encontro do Odaiba Memorial Day; Trump ainda não tinha sido eleito e o Chester ainda estava vivo.

 

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É óbvio que isto não é maneira de viver – conforme os Escolhidos aprenderam na peça de teatro de Digimon Adventure Tri. Por isso é que escolheria ter mais tempo no presente: para ter mais tempo para vivê-lo.

 

Ou pelo menos, de uma maneira mais prosaica, para ter mais tempo para dar conta do recado com este blogue.

 

6) Não vou morrer sem…

 

…ver a Seleção Portuguesa ganhando um título. Pode não parecer nada agora, que já aconteceu, mas houve uma altura que eu temi nunca ver um jogador com a Camisola das Quinas levantando uma Taça (embora, em retrospetiva, pelo menos no que toca a Europeus, acho que era uma questão de tempo). Hoje já posso dizer que vi – e foi uma noite fantástica.

 

7) Alguma vez inventaste uma desculpa para não saíres de casa quando tinhas uma coisa combinada?

 

Tanto quanto me lembro não. Sou introvertida por natureza. Das poucas ocasiões que faço planos com outras pessoas, regra geral, são pessoas com quem quero mesmo estar. Assim sendo, a menos que tenha uma boa razão, não desmarco.

 

8) Último lugar onde estiveste.

 

No meu café preferido, com a minha cadela, Jane.

 

9) Comida favorita

 

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Esparguete. Deem-me muito esparguete. É o meu alimento preferido desde pequena, o alimento que poderia comer todos os dias sem enjoar. Gosto de esparguete com praticamente todos os acompanhamentos possíveis – o meu prato preferido é esparguete com amêijoas – mas chega-me esparguete simples, cozinho só com sal e um fio de azeite.

 

Estão a ver as pessoas na televisão e nos filmes, que comem um balde de gelado quando estão em baixo? Eu prefiro comer uma panela inteira de esparguete (isso ainda não aconteceu, mas talvez um dia…)

 

10) Comida que não comes

 

Existem vários alimentos que não aprecio muito (leguminosas, brócolos, coisas demasiado doces ou gordurosas, a maior parte do peixe frito), mas se tiver de comer, como. A única coisa que não como de forma alguma é couves de Bruxelas. Não, não e não.

 

11) Vivo perdendo…

 

Vou responder o mesmo que a Mimi: tempo. Infelizmente, tenho o defeito da procrastinação. Mesmo tendo menos tempo que antes para coisas como estes blogues, ainda desperdiço demasiado tempo em coisas como o Facebook, o Twitter, o Quora, o YouTube e as reposições da Anatomia de Grey.

 

12) Uma frase

 

 

It’s not about deserve, it’s about what you believe”

Wonder Woman

 

Acho que nunca escrevi sobre isso aqui no blogue, mas o filme da Wonder Woman, no ano passado, ainda que imperfeito, marcou-me imenso. Esta citação, primeiro de Steve Trevor e repetida por Diana, é cada vez mais relevante nos dias de hoje – em que, conforme referi há bem pouco tempo, o mundo e a Humanidade parecem cada vez piores.

 

Conforme já escrevi várias vezes neste blogue, uma pessoa fica tentada a ceder ao cinismo e à apatia. Tentamos contrariá-lo, tentamos manter a esperança e algum idealismo, por nós mesmos. Não porque os demais o mereçam, não porque esperamos ser recompensados ou mesmo que alguma coisa mude, mas porque queremos ser assim. Porque é nisso que acreditamos.

 

Eu tento, pelo menos.

 

13) Último concerto a que foste.

 

Ao da Shakira, em julho passado. Conforme já tinha explicado antes, a Shakira pode não ser uma das minhas cantoras preferidas, mas sempre a respeitei e tenho acompanhado a carreira dela de forma casual.

 

Não achei grande piada aos singles do álbum El Dorado – não sou grande fã de reggaeton e, ainda assim, acho que a Shakira é a melhor nesse estilo. Veja-se La Tortura e Hips Don’t Lie. Por outro lado, no início deste ano, depois de me oferecerem os bilhetes, andei a explorar a discografia dela e encontrei algumas pérolas. Várias músicas do álbum Sale el Sol (a faixa-título, Antes de las Seis, Mariposas), o dueto Mi Verdad com Maná e Ciega Sordomuda. Esta última, aliás, foi uma das que mais toquei no Spotify este ano (mais sobre isso noutra ocasião).

 

Fiquei um bocadinho chateada por ela não a ter tocado.

 

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Diverti-me imenso no concerto. Mesmo não conhecendo e/ou não adorando todas as músicas da setlist, fartei-me de dançar. Se tivesse hipótese de ir a três concertos da Shakira por semana ficava logo em forma.

 

Não sei qual será o meu próximo concerto, ainda. Os Within Temptation vêm cá no próximo ano, mas vêm à Concentração Internacional de Motos de Faro. Tenho de arranjar uma mota para ir?

 

14) Música do momento

 

Neste momento? Uma que ainda não saiu. Tell Me It’s Over, o segundo single do sexto álbum da Avril Lavigne, Head Above Water (sim, o nome do primeiro single é o mesmo que o do álbum). Mais sobre isso na próxima entrada de Músicas Não Tão Ao Calhas.

 

15) Última mensagem no WhatsApp

 

O meu irmão escrevendo “Estou à duas horas a passar a ferro” e eu corrigindo-lhe “Escreve-se ‘Estou HÁ duas horas’”

 

Grammar Nazi sofre…

 

16) O que mais te stressa

 

Esta é semelhante à pergunta do que me faz chorar: não sei, depende. Tirando, talvez, jogos importantes da Seleção Nacional, não tenho nenhuma resposta tirando coisas universais: ter tempo a menos e tarefas a mais; ter demasiadas coisas acontecendo ao mesmo tempo; não ter controlo; estar atrasada; perder coisas importantes; dias difíceis no trabalho…

 

Que vou responder mais?

 

17) Tira uma selfie e mostra

 

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Tirei esta há uns meses.

 

18) Uma música com a palavra Amor

 

Vou escolher o tema What Is Love, de Haddaway – a minha música preferida para dançar, neste momento. Lanço o desafio, aliás: ponham-na a tocar e tentem ficar quietos. Eu não consigo – começo logo a abanar o capacete, como o Jim Carrey.

 

Segundo o próprio Haddaway, estão sempre a perguntar-lhe, lá está, o que é o amor. Ele responde que cada pessoa tem a sua definição. Eu concordo, com uma exceção: comportamentos abusivos não são amor. Tirando esse caso, não existe um significado único, universal. Cada um tem a sua resposta.

 

19) O que é feio mas tu achas bonito?

 

Estou como a Mimi: bonito ou feio é uma opinião. Se acho uma coisa bonita, não vou dizer que é feia.

 

20) Mostra a última foto do teu Instagram.

 

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A Jane é rainha e senhora do meu Instagram.

 

 

Eu acho que já quase toda a gente na blogosfera já respondeu a este desafio. Assim, não nomeio ninguém em específico. Quem quiser, responda e deixe o link com as respostas nos comentários. Quando fizer a segunda parte do desafio, incluo esses links na publicação.

 

Fico à espera que a Mimi responda às outras perguntas. Até à próxima!

Sunshine Blogger Award

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Mais uma vez lembraram-se de mim para uma tag e eu não podia estar mais feliz. Desta feita, foi a Helena – muito obrigada pela nomeação! Demorei quase um mês, mas aqui estão as minhas respostas. 

 

Eis as regras:

 

1) Agradecer à bloggerque te nomeou

2) Responder às 11 perguntas que foram feitas

3) Nomear 11 bloggers e fazer-lhes 11 perguntas

4) Colocar as regras na tua publicação, incluído também a imagem do prémio.

 

As perguntas colocadas pela Helena são as seguintes:

 

1) De onde vem o nome do teu blogue?

 

Não é uma história por aí além, confesso. Criei este blogue para ser uma plataforma onde pudesse partilhar os meus “testamentos” (ou seja, os meus textos muito compridos). A palavra “álbum” parecia-me um sinónimo razoável de “blogue” (ou de qualquer rede social, na verdade). Daí Álbum de Testamentos.

 

Hoje, seis anos depois, admito que não morro de amores pelo nome. É um bocadinho comprido demais e não muito apelativo. Se fosse hoje, escolhia um nome diferente – algo que incluísse “caderno”. Mas agora já é tarde…

 

2) Quando e porque é que decidiste começar um blogue?

 

Como já escrevi várias vezes aqui, sempre adorei escrever, desde que aprendi a fazê-lo, sobretudo sobre coisas que me apaixonam. Antes de criar este blogue, criei outro (há já dez anos) sobre a Seleção Nacional. Só que, a partir de certa altura, senti vontade de escrever sobre outros assuntos e de partilhar esses textos na Internet. Daí este blogue.

 

3) O que mais gostas e menos gostas de ler noutros blogues?

 

Tenho um fraquinho especial por histórias de bebés e crianças pequenas, mas gosto de ler sobre de tudo um pouco. Quer sejam histórias pessoais, opiniões sobre a atualidade, críticas a livros ou filmes, sei lá…

 

A única coisa a que não acho grande piada – e estou a arriscar-me a incomodar muita gente aqui no Sapo Blogs – são aqueles blogues em que todas as publicações são apenas duas ou três frases. Quando são apenas uma parte delas – como as “Curtas do Dia”, da Mula – ainda vá que não vá. Mas quando são todas, irritam-me um bocadinho. Na minha opinião, um blogue deve ser diferente de uma conta no Facebook ou no Twitter.

 

Mas isto sou só eu – cujas publicações são quase sempre monstros de milhares de palavras. Cada um faz o que quiser com o seu blogue.

 

4) O que te faz seguir ou deixar de seguir outro/a blogger?

 

Geralmente, quando começo a seguir um blogue, é porque gosto do seu conteúdo, porque seguem o meu blogue e/ou porque os conheci pessoalmente. Não gosto de comentários do género “Olá! Segui o teu blogue, segues de volta?” mas, se alguém comenta ou reage a alguma publicação minha, gosto de pelo menos dar uma espreitadela ao seu blogue, a ver se gosto.

 

Por outro lado, acho que nunca deixei de seguir ninguém. O que pode acontecer é ir visitando menos vezes, sobretudo por falta de tempo ou por preguiça.

 

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5) Se pudesses, dedicavas mais tempo ao teu blogue ou estás feliz com o teu trabalho atual?

 

Vamos por partes.

 

Primeiro, sim, gostava de ter mais tempo para os meus blogues. Com o meu emprego atual é difícil – para arranjar tempo e para arranjar energia, ao fim da tarde ou à noite, depois de um dia de trabalho. Uma tarde de fim-de-semana com o meu caderno, uma caneta, o meu computador e uma boa chávena de café é uma bênção, quando os consigo arranjar – e mesmo assim, nem sempre consigo ser produtiva.

 

Estou a tentar desabituar-me de fazer promessas no que toca a este blogue. Nem sempre consigo cumpri-las e estou sempre a mudar de ideias.

 

Por outro lado, não posso dizer que não esteja feliz com o meu blogue. Posso demorar eternidades a escrever e a publicar os meus textos mas, quando o faço, tenho ficado satisfeita com eles. Além disso, este ano, tenho obtido mais feedback do que o habitual, o que é muito animador, sobretudo nos dias mais difíceis.

 

É na boa. Vou tentar gerir melhor o meu tempo, ir tirando uma ou outra folga para escrever, sem stress. O importante é publicar textos que me agradem, mesmo que levem tempo, mesmo que nem sequer recebam muita atenção.

 

6) Peça de roupa sem a qual não podes viver.

 

Os meus ténis, cada vez mais, mesmo no verão. São o único calçado que trata bem os meus pés – até porque, por vezes, passo muitas horas de pé no meu trabalho.

 

Depois desses, os meus casacos de cabedal (eu adoro a Casa das Peles!) mas, como é evidente, quando está muito calor, não consigo vesti-los – e no entanto, neste verão atípico, tenho usado o casaco mais leve algumas vezes.

 

7) Tens alguma rotina “só tua” antes de dormir?

 

Nem por isso… Só mesmo desmaquilhar-me, lavar os dentes, tomar um duche (mais quando tenho de me levantar cedo na manhã seguinte). Gosto também de beber uma caneca de leite frio, pois ajuda-me a adormecer – não sei se é efeito placebo ou se existe mesmo algum composto no leite que contribui para isso.

 

8) Como te definiriam os teus amigos?

 

Nunca lhes perguntei diretamente… Acho que diriam que, ao primeiro contacto, sou simpática mas calada e reservada, mas que, depois de me pôr à vontade e começarem a conhecer-me melhor, sou bastante divertida.

 

9) “Antes só que mal acompanhado”?

 

Sem dúvida. Sempre fui uma pessoa introvertida, que nunca teve problemas em estar sozinha. Não que não saiba apreciar a companhia de outras pessoas, sobretudo pessoas de quem gosto. No entanto, se a escolha for entre estar sozinha e estar com pessoas de quem não gosto, vou para a primeira opção.

 

10) Qual é o livro da tua vida?

 

O Harry Potter. De caras.

 

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11) Que histórias gostarias de ver em livro ou filme?

 

Não respondo a essa. Se houver alguma história que eu queira ver em livro ou filme, escrevo-a eu mesma!

 

 

E é isto. Agora, gostaria de nomear a Magda, o Fernando, o Triptofano, a Simple Girl, a Cátia, o P.A., a Happy, a Psicogata, o David, a Mula e a Chic'Ana para responder às seguintes perguntas:

 

1) Quando e porquê decidiste começar um blogue?

2) De onde vem o nome do teu blogue?

3) O que te faz seguir ou deixar de seguir outro/a blogger?

4) Se pudesses, dedicavas mais tempo ao teu blogue ou estás feliz com o teu trabalho actual?

5) Qual é a peça de roupa sem a qual não podes viver?

6) Quais são as três músicas da tua vida e porquê?

7) Que três países gostarias de visitar?

8) Se olhasses para a tua vida há 2 anos atrás, dirias que estavas melhor ou pior do que hoje?

9) Qual foi o último filme que viste no cinema? Que achaste dele?

10) Como imaginas a tua vida daqui a 5 anos?

11) Qual foi a melhor coisa que o(s) teu(s) blogue(s) te deu(deram)?

 

10 coisas para fazer este verão

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Há imenso tempo que não fazia uma destas. A Bruxa Mimi desafiou-me para responder à tag “10 coisas para fazer este verão”. Parece-me uma boa maneira de regressar a este blogue, após quase dois meses sem publicar. E também uma boa oportunidade de escrever sobre assuntos fora do habitual – nos últimos meses, pelo menos.

 

Eis as regras:

  • Agradecer a quem o nomeou, fazendo uma ligação para o blogue em questão;
  • Fazer uma lista de dez coisas que gostaria de fazer – e que sejam exequíveis – este verão;
  • Nomear cinco bloggers para fazer o mesmo.

 

Vamos a isso, então:

 

1) Recuperar do desgosto da expulsão do Mundial

 

Esta não deverá surpreender quem conheça o meu outro blogue. Quando isto acontece, quando Portugal é excluído de uma grande competição (o que tem acontecido sempre, tirando em há precisamente dois anos), fico chateada – às vezes durante uns dias, às vezes durante semanas, dependende. Desta feita, contudo, não quero que o mau humor dure demasiado.

 

Não que esteja a ser muito mau, na verdade. Esta tag veio na altura certa: pensar nos planos que tenho para o resto da estação tem ajudado. Há de passar.

 

2) Publicar textos em atraso

 

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…nomeadamente, o texto sobre Pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire, que queria ter publicado antes do Mundial. Quando terminei o gigantesco testamento sobre XY, pensava que tinha o primeiro rascunho sobre ORAS mais ou menos alinhavado. Esqueci-me que tinha deixado um enorme buraco no texto. Por outras palavras, tinha escrito o início e o fim, faltava o meio – ou, vá lá, uma parte dele.

 

Tentei ir preenchendo o buraco nos escassos intervalos entre textos do meu outro blogue, mas pouco progredi. Agora que estamos fora do Mundial, estou a tentar acabá-lo de vez.

 

É, de resto, a única vantagem de não termos chegado mais longe neste campeonato: agora tenho tempo para este blogue.

 

Depois deste texto, começo a escrever a análise a Bokura No Mirai, o último filme de Digimon Adventure Tri. O plano sempre foi escrevê-lo depois do Mundial e, de preferência, terminá-lo antes do fim deste mês. Está mais ou menos planeado, só falta mesmo escrever.

 

O que nos leva, aliás, ao próximo item desta lista...

 

3) Ir ao encontro do Odaiba Memorial Day Portugal

 

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Depois de ter estado pouco tempo no encontro de 2016 e de ter falhado o encontro de 2017, este ano quero mesmo ir. Não vai ser no dia 1 de agosto, será no sábado anterior, o que é muito mais conveniente para mim, confesso. Pelo que se lê aqui, parece que o António se esmerou. Estou ansiosa por ver o resultado.

 

  • Tirar férias no Algarve

 

Eu adoro praia e o Algarve é o meu destino de eleição. Vou para o mesmo sítio todos os anos, desde miúda, mas é mais do que suficiente para mim. É capaz de ser o único local em todo o mundo onde consigo sentir-me verdadeiramente de férias, sem preocupações, sem dramas. Como reza uma frase que vi estampada numa t-shirt, a vida pura e simplesmente é melhor no Algarve.

 

  • Jogar jogos de tabuleiro com os meus irmãos

 

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Esta é parecida com um dos itens da Bruxa Mimi. O meu irmão é emigrante, mas vem passar duas semanas connosco. Uma das coisas que mais anseio fazer com ele e com a minha irmã é precisamente jogar jogos de tabuleiro: sobretudo Munchkin (embora este seja mais um jogo de cartas) e Catan.

 

É engraçado que, numa era cada vez mais tecnológica, as pessoas continuem a achar piada a estes jogos.

 

  • Pôr leituras em dia

 

Eu ando uma vergonha em termos de leituras: nestes últimos dois anos, tenho lido muitos poucos livros – leio artigos do Pocket e assim, não tanto livros. Continuo a ler mais do que a maior parte das pessoas, é certo, mas menos do que queria. Em parte porque a escrita ocupa uma grande parte do meu tempo, em parte porque, muitas vezes, só tenho energia para me esticar no sofá, à frente do Netflix.

 

Quero ver se compenso durante as férias. Comprei uns quantos na Feira do livro mas, até agora, só li uma parte de “Inês da Minha Alma”, de Isabel Allende. Também já soube que o Joel Dicker, entretanto, lançou um livro novo. A ver se o compro.

 

  • Escrever sobre My Indigo e Post-Traumatic

 

Estes – My Indigo, o projeto lateral de Sharon Den Alden, dos Within Temptation, e Post-Traumatic, o álbum a solo de Mike Shinoda – são álbuns que saíram nos últimos meses, por pessoas que admiro muito no mundo da música. Ainda não tive oportunidade de ouvi-los com ouvidos de ouvir, de ler as letras como deve ser, de consultar as interpretações no Genius, mesmo de escolher as minhas faixas preferidas.

 

Quando acabar a análise a Tri, hei de escrever sobre eles aqui no blogue – mas sem pressas. Os últimos meses têm sido um bocadinho stressantes no que toca aos meus blogues. Depois do texto sobre Mirai, vou querer ir com calma. O “quem corre por gosto, não cansa” só é verdade até certo ponto. Às vezes, é necessário abrandar, ou mesmo parar.

 

  • Ir ao cinema

 

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Este verão há uma série de filmes que quero ver. Queria ter visto o Deadpool 2 quando saiu, há um mês ou dois, mas não tive oportunidade. Felizmente, consegui ver os Incríveis 2, no fim de semana passado. Gostei muito. Está muito bem feito, ao nível do primeiro. O único problema que tenho com o filme, sem dar grandes spoilers, diz respeito à motivação do vilão – podia ter sido melhor explorada.

 

Por sua vez, a curta-metragem, Bao, antes do filme, deu cabo de mim. Acho que foi a primeira vez que chorei numa sala de cinema – e vocês sabem que eu raramente choro com estas coisas.

 

Para além deste, também quero ver o Mamma Mia 2 – é possível que o faça em família. E, mais tarde, o novo Missão Impossível. Por sua vez, estava renitente em ir ver o Ocean’s Eight, mas disseram-me que era giro. Talvez o veja.

 

  • Jogar Sims

 

O Sims é um jogo curioso. Costumo jogá-lo durante o verão (o Sims 3 saiu em junho de 2009 e o hábito ficou). Não sei se o mesmo acontece convosco, mas, quando começo a jogar, o jogo agarra-me, vicia-me, não consigo largá-lo durante horas. Ao fim de algum tempo, contudo, deixo de jogar, por um motivo ou por outro (na maior parte das vezes é porque as férias acabam). Durante vários meses quase me esqueço que o jogo existe. Até que a certa altura (geralmente por volta do verão) bate-me a saudade e começa tudo de novo.

 

Não sei explicar ao certo que me me vicia tanto no Sims. Talvez a possibilidade de sermos Deus, de termos controlo absoluto sobre vidas virtuais, de escrevermos as suas histórias – essencialmente como brincar com bonecos. Talvez por ser o único sítio onde se consegue ter casa própria e, para ter um emprego, basta pedi-lo.

 

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Uma coisa que gosto de fazer, pessoalmente, é recriar personagens ficcionais e deixá-las como vizinhos NPCs. Às vezes resulta em coisas engraçadas – como quando recriei o elenco de Friends, e o Chandler traiu a Monica com… a Emma. Sim, a filha do Ross e da Rachel. Já adulta, atenção – mas sim, é um bocadinho incestuoso…

 

A versão que jogo é o The Sims 3: Ambições Profissionais. Não comprámos o Sims 4 porque, pelo que vi de Let’s Plays e críticas na altura, tiraram algumas das minhas partes preferidas do Sims 3: o Create-a-Style, que permite personalizar tudo até ao infinito, e a possibilidade de jogarmos com o bairro inteiro, sem inúmeros ecrãs de carregamento e com todos os NPCs envelhecendo ao mesmo ritmo. Prefiro continuar a jogar o 3, mesmo que já tenha quase uma década de vida.

 

Neste momento, estou na fase da saudade. No entanto, este item está bastante abaixo na minha lista de prioridades para este verão. Por muito divertido que seja o jogo, está longe de ser uma atividade produtiva ou mesmo muito saudável. Primeiro, está a praia, a escrita, os livros, os jogos de tabuleiro. Se houver tempo para o Sims, ótimo. Se não houver, paciência.

 

  • Convencer a minha irmã a jogar Pokémon Sun

 

Quando começou a sétima geração, o plano era eu e a minha irmão jogarmos Sun juntas. No entanto, era difícil arranjar períodos em que ambas estivéssemos livres e, sobretudo, eu via que a minha irmã não estava tão interessada no jogo como eu. Finalmente, no verão passado, ela deixou-me jogar Sun sozinha.

E assim fiz. Mais tarde, quando saiu Ultra Sun e Ultra Moon, comprei a segunda e joguei-a de imediato até ao fim.

 

Quero ver, contudo, se consigo convencer a minha irmã a jogar pelo menos Sun. A sétima geração é fixe, os jogos são bons. Quero falar com a minha irmã sobre eles e quero que ela os disfrute, tal como eu disfrutei. Além disso, é uma boa maneira de recordar os jogos, para quando escrever sobre eles em Pokémon através das gerações.

 

 

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E aqui está. Estiquei-me um bocadinho com as respostas, mas é assim que o meu blogue funciona. Mais uma vez, muito obrigada à Bruxa Mimi para o desafio. Se quiserem nomear-me para outras tags deste género, estou disponível.

 

Deixo, então os meus nomeados: a Magda, a Mula, a Psicogata, a Happy e o David.

 

Tenham um bom verão!

 

À descoberta dos bloggers

 

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Há dez dias estive no Jantar de Natal dos Blogs, no Lx Factory. Foi divertido. Não conhecia ninguém pessoalmente, tirando a Magda – não há como esquecer o nosso primeiro encontro – e nem sequer conhecia muito bem os blogues das outras pessoas. Pois bem, fiquei a conhecer, tanto as pessoas como os blogues.

 

Não me vou alongar muito mais sobre essa noite – já outros falaram sobre ela (como a Magda). Esta publicação é a resposta a um desafio que começou nessa noite, com a Bruxa Mimi (tal como ela explica, no blogue dela). Em suma, temos de responder a cada uma destas perguntas com uma pessoa da comunidade do Sapo Blogs.

 

Tive de pesquisar um bocadinho – a Bruxa Mimi ajudou-me imenso, por sinal, ao se auto-indicar para várias das perguntas e por me ter ajudado a encontrar nomes para umas duas que não consegui encontrar sozinha. Assim, sem mais delongas...

 

 

Encontra alguém que...

 

1 … saiba falar três línguas (ou mais).

 

A Bruxa Mimi

 

2 … tenha ido a Nova Iorque.

 

A Maria das Palavras.

 

3 … nunca tenha feito um bolo.

 

O Último Fecha a Porta.

 

4 … tenha mais do que um sobrinho(a).

 

A Just Smile.

 

5 … tenha assistido a um jogo de futebol ao vivo.

 

O José da Xã.

 

6 … não goste de Coca­­­‑­­cola.

 

Mais uma vez, a Bruxa Mimi.

 

7 … tenha usado (ou use) aparelho nos dentes.

 

A Mia.

 

8 … seja ex-fumador(a).

 

A Maria Mocha.

 

9 … escreva num blogue com outra(s) pessoa(s).

 

A Mula, no Aprender uma coisa nova por dia.

 

10 … tenha andado de Uber.

 

A Hipster Chique.

 

11 … tenha aparecido na televisão.

 

A Magda.

 

12 … nunca tenha visto neve.

 

A Edite.

 

13 … não tenha máquina de lavar loiça.

 

O David

 

14 … cante no duche frequentemente.

 

A Joana

 

15 … goste de conduzir.

 

Mais uma vez, a Edite.

 

16 … seja blogger há mais do que cinco anos.

 

A Fátima

 

17 … tenha um blogue com menos de doze letras no título.

 

A Psicogata.

 

18 … nunca tenha andado de avião.

 

As Duas Mulheres e Meia.

 

19 … vá a pé para o trabalho/escola.

 

Mais uma vez, a Bruxa Mimi.

 

20 … tenha vivido noutro país (pelo menos um mês).

 

Mais uma vez, a Bruxa Mimi.

 

21 … não siga a Pipoca nem a Cocó.

 

A Magda, mais uma vez.

 

22 … tenha publicado um livro (ou mais).

 

Mais uma vez, a Hipster Chique.

 

23 … não tenha nenhuma iCoisa.

 

A Maria das Palavras.

 

24 … tenha mais do que três irmãos.

 

A Bruxa Mimi.

 

25 … tenha um animal de estimação sem ser cão/gato.

 

O Triptofano.

 

E está feito. Obrigada pela vossa visita. Continuem por aí – no Ano Novo falarei sobre a Música de 2017.

Pokémon Go Books

 

Interrompemos uma série de textos sobre Pokémon para responder a uma tag sobre... Pokémon. Bem, na verdade é sobre livros, mas foi inspirada pelo Pokémon Go. Depois de tomar contacto com ela no blogue da Magda, não podia deixá-la passar sem respondê-la.

 

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Como o costume, quem quiser também pegar na tag está à vontade. Depois deixe o link com as respostas nos comentários. Assim, sem mais delongas...

 

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Starters: O livro que te fez apaixonar pela leitura

 

Não me lembro de um livro isolado que me tenha passado o bichinho da leitura. Sempre cresci rodeada de livros. Os primeiros que li sem ajuda eram infantis, baseados na Rua Sésamo ou em filmes da Disney. Mais tarde, comecei a ler compilações de contos de fadas. A minha preferida era esta, que incluí não apenas as Brancas de Neve desta vida (ainda que as versões sejam mais parecidas com as versões originais), mas também histórias tradicionais de diversos países do mundo, não apenas da Europa mas também de todos os outros continentes (como por exemplo, esta, de Cabo Verde), todas com notas para as tradições e mitologias dos países em questão que inspiraram as histórias.. Lia-as várias vezes, tanto esta compilação como outras, e ainda hoje me lembro de uma parte significativa dessas histórias (eu teria adorado ter um livro como o do Henry, em Once Upon a Time).

 

A certa altura, começaram a oferecer-me livros dos Cinco, d'Uma Aventura e, na escola, recomendaram-me livros da coleção Viagens no Tempo (das mesmas autoras d'Uma Aventura, que se centram em viagens ao passado, a momentos marcantes da História. Aprendi imenso com eles). Ainda hoje tenho um fraquinho por alguns dos "tropes" dos livros de aventuras para miúdos: tesouros escondidos com respetivo mapa e/ou enigmas, passagens secretas, quadrilhas vencidas por crianças ou pré-adolescentes, entre muitos outros. Pouco após, comecei a ler livros do Harry Potter e nunca mais parei.

 

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 Pikachu: Um clássico que irás sempre gostar

 

Já referi várias vezes As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley neste blogue - um livro que, quando foi editado cá em Portugal, foi dividido em quatro: A Senhora da Magia, A Rainha Suprema, O Rei Veado e O Prisioneiro da Árvore. Estes livros são clássico da fantasia, ricos em magia, intriga e sensualidade, que questionam várias ideias pré-concebidas que possamos ter. Antes de mais nada, o livro narra os mitos arturianos do ponto de vista das personagens femininas - o que, já de si, é raro. A protagonista é aquela que é conhecida por Morgan Le Fay ou Morgana, embora eu goste muito mais do nome usado nestes livros, Morgaine, que é tratada como vilã em quase todas as outras versões destas lendas. Adicionalmente, a narrativa aborda temas controversos, como o fanatismo religioso, incesto, homossexualidade, mesmo a própria sexualidade em geral, fazendo-nos questionar as nossas próprias convicções. O elenco inclui inúmeras personagens inesquecíveis, bem construídas, com qualidades e defeitos, sobretudo as femininas mas não só. Estes livros não são perfeitos, mas continuo a lê-los inúmeras vezes, são definitivamente clássicos.

 

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Zubat: Um livro que perdeste o interesse porque está, literalmente, em todo o lado

 

É uma grande mania minha: às vezes, quanto mais popular alguma coisa é, e/ou mais me é recomendada, menos vontade tenho de experimentá-lo. A minha avó aderiu ao Facebook antes de mim - e eu só aderi a pedido da minha irmã, que queria usar a minha conta para começar de novo no Farmville. Ainda hoje usaria um Nokia de cinquenta euros, com leitor de mp3, se não me tivessem oferecido um smartphone (e daí talvez não, que eu quereria muito jogar Pokémon Go). Conforme já dei a entender antes, teimei como uma mula em ler o Harry Potter até o meu pai me ler o primeiro capítulo em voz alta e só li os livros d'O Ciclo da Herança (que o meu irmão lia há anos) quando Avril Lavigne compôs uma canção para o filme. Tenho uns traços de adolescente rebelde/hipster. Não gosto muito de ir em modas só porque sim - mas tenho um gozo especial em, precisamente, descobrir coisas antes de se tornarem "fixes" para o público em geral. Como o livro A Verdade sobre o Caso Harry Quebert, que li um ano antes de se tornar moda aqui no Sapo Blogs. E, claro, o Pokémon Go, por que eu ansiava há quase um ano e que devolveu a popularidade a uma franquia que eu nunca deixei de adorar.

 

Tenho assim várias respostas possíveis para esta pergunta. Vou optar pel'As Crónicas do Gelo e do Fogo, os livros que inspiraram a série Game of Thrones/Guerra dos Tronos

 

Uma coisa que tenho reparado é que os fãs destes livros e/ou desta série são mais obcecados do que o costume. Um bom exemplo disso é a minha irmã. Ela só conheceu a série há cerca de um ano, até agora só acompanhou uma temporada "em direto", e ainda bem porque, meu Deus, foi difícil aturá-la. Logo na manhã que se seguiu à emissão do primeiro episódio, que ela ainda não tinha visto pois tinha de estudar para um teste, ela deu com um spoiler falso no grupo de Facebook da sua turma, que dizia que o Tyrion tinha morrido. Ao ler isto, ela literalmente gritou e largou o telemóvel, como se este a tivesse queimado- Passou o resto da manhã a choramingar, para mim e para os meus pais (e eu é que tenho a fama, na família, de me tornar demasiado obcecada por coisas como estas...), até o engraçadinho do autor esclarecer tudo. Este, felizmente, foi o exemplo mais extremo. Durante o resto da temporada, mesmo assim, ela passava as segundas-feiras todas com a ansiedade de ver o episódio novo.

 

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Ao mesmo tempo, tal é o hype de Game of Thrones que, mesmo que uma pessoa não veja a série, como eu, acaba sempre por estar mais ou menos a par do que vai acontecendo. Seja porque, como eu, tenha pelo menos um amigo, colega ou familiar que fala da série até ao enjoo ou através das redes sociais. Quem fica com vontade de ver a série e/ou ler os livros quando já sabe que fulano A vai morrer, que fulano B aparentemente não sabe nada ou que fulana C vai ser violada?

 

Mesmo sem o hype todo, continuaria a não ter grande vontade de ler ou ver algo tão cru e violento. Pode ser realista para a época medieval - ou melhor, é essa a desculpa que dão, sobretudo quando incluem violações. No entanto, não querendo, de todo, desrespeitar os fãs, se quiser lidar com a pior faceta da Humanidade, não preciso de obras de ficção, basta-me ver o Telejornal. Dito isto, não ponho completamente de lado a hipótese de um dia - daqui a um ano ou dois, quando o hype já tiver arrefecido - ler os livros, só para ver o que têm de tão especial.

 

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Ditto: um livro que te lembra outros livros mas que, ainda assim, gostas imenso

 

Bem, esta é a definição d'O Ciclo da Herança, de Christopher Paolini. Bastou-me ver os primeiros minutos de Star Wars: A New Hope para reparar que Paolini fez quase um copy-paste do início desse filme em Eragon. Mesmo assim, considero-o mais ou menos aceitável tendo em conta que Paolini começou a escrever estes livros aos quinze anos. Apesar de já ter lido uns quantos livros melhores depois desses, continuo a achar que O Ciclo da Herança é uma série muito boa para aquilo que é.

 

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Snorlax: um livro ou uma série que ainda não leste por causa do tamanho

 

Por norma não tenho medo de livros grandes. Pelo contrário, às vezes tenho pena quando leio livros demasiado depressa e fico sem nada para ler. Confesso, no entanto, que livros como Moby Dick, de Herman Melville, e Anna Karénina de Tolstoi, me intimidam um pouco. Não só por serem longos, mas também por serem grandes clássicos.

 

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Gengar Um livro que te manteve acordado à noite

 

O Livro dos Baltimore, de Joël Dicker, de que falei antes. Eu, pura e simplesmente, tinha de saber o que era o Drama.

 

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Nidoking/Queen: o casal perfeito

 

Conforme referi anteriormente, não sou grande shipper. Os casais por quem mais torço são criações minhas, nos meus livros. Dito isto, um dos meus casais preferidos ultimamente é composto por Julius e Marci, os dois protagonistas da série Heartstrikers, de que já falei antes.

 

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 Rapidash: um livro que leste muito rapidamente

 

O livro mais recente da série Heartstrikers, No Good Dragon Goes Unpunished, que saiu no início do mês. Demorei pouco mais de um dia.

 

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 Eevee: séries que não ficas farta ou que não te importas de ver as continuações

 

O mais perto que tenho disso é, claro, o Harry Potter. Não, ainda não li o The Cursed Child. Não conseguimos comprá-lo aquando do seu lançamento, encomendámos pela Amazon, só chegou esta semana e a minha irmã está a lê-lo primeiro. Na verdade, o livro não me desperta interesse por aí além (estava mais interessada no livro dos Heartstrikers, que saiu mais ou menos na mesma altura). É o guião de uma peça de teatro que, sinceramente, preferia de ver ao vivo antes de lê-la. No entanto, dificilmente a peça virá para Portugal, logo, mais vale ler já.

 

Por outro lado, gostei imenso da história que J.K.Rowling publicou, recentemente, para o site Pottermore, que conta as origens de Ivelmorny, a escola de magia da América do Norte. E já fiz a pré-encomenda dos e-books que serão lançados no próximo mês.

 

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Poke-Egg: um livro de estreia pelo qual estás entusiasmado

 

 

Não tenho resposta para esta, infelizmente. Por norma, só conheço autores depois de estes lançarem o seu primeiro livro. Desculpem lá...

 

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Lure Module: Um autor que compras imediatamente

 

Isabel Stilwell, pelo menos no que toca aos seus romances históricos, sobre rainhas e outras mulheres notáveis da História de Portugal. Ainda não li muitos livros nesse género, mas considero os de Stilwell muito bons.

 

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 Legendary: uma série demasiado publicitada mas que, mesmo assim, queres muito ler

 

Harry Potter insere-se definitivamente nessa categoria.

 

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 Server's Down: Um livro cujo lançamento estás à espera desde sempre

 

O livro que Christopher Paolini anda a escrever desde que publicou o último livro d'O Ciclo da Herança - ou seja, deste 2011.

 

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Magikarp: Um livro ou uma série surpreendentemente fabulosa

 

Qualquer livro escrito por Rachel Aaron. Ela merecia muito mais popularidade.

 

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 Mew & Mewtwo: um livro do qual gostavas de ter uma edição de coleccionador

 

Um dos livros do Harry Potter, sem dúvida.

 

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E foi mais uma tag sobre livros. Eu, na verdade, começo a reparar que as minhas respostas começam a repetir-se. Tenho de ler um bocadinho mais - até porque este ano tem sido fraquinho nesse aspeto, para mim. Vou tentar corrigir isso.

 

Continuem desse lado, para os próximos textos sobre Pokémon.

 

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