Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Álbum de Testamentos

Mulher de muitas paixões e adoro escrever (extensamente) sobre elas.

Música de 2014 #1

E um bom 2015 para os meus seguidores! Este ano atrasei-me com as minhas tradicionais entradas sobre os artistas musicais que mais me marcaram durante o ano que finda, mas aqui está a primeira.

 

Este ano foi diferente do costume. Os meus hábitos musicais mudaram, por vários motivos. Já falei aqui nos meus problemas de audição. Ando a tentar ouvir menos música via headphones, por isso. Por outro lado, nos estágios que fiz este ano, a rádio estava sempre ligada, o que era deveras irritante (e o mais irritante é que, naquelas horas seguidas todas ouvindo a RFM ou a Comercial, nem uma vez ouvi uma música da Avril Lavigne). Acabava por ouvir mais música de que, na sua maioria, não gostava e menos da "minha" música. Isso poderá explicar o facto de este ano nenhum trabalho me ter marcado fortemente o ano da maneira que Goodbye Lullaby marcou em 2011, Living Things em 2012 e Paramore em 2013

 

Em todo o caso, houve muita música nova (da que gosto) em 2014. Este ano vou fazer isto de maneira diferente. Assim, nesta entrada, falarei, por ordem cronológica, dos artistas que editaram que me marcaram nesse ano e sobre os quais falei (ou falarei) aqui no Álbum. Começo assim por...

 

Within Tempation - Hydra

 

2.jpg

 

A banda holandesa lançou o seu álbum Hydra no início deste ano (crítica aqui). É o álbum mais consistente deste ano e talvez mesmo aquele de que gostei mais. Pelo menos é o único em que consigo ouvi-lo do princípio ao fim e apreciar cada música sem sentir a tentação de saltar nenhuma faixa. É, na minha opinião, o equivalente a Living Things no sentido em que a banda mistura sonoridades mais clássicas deles com inovações. Por outras palavras, assenta-se no passado mas projeta-se para o futuro. 

 

Os singles já tinham quase todos sido lançados aquando da minha crítica, tirando And We Run, que teve direito a videoclipe. Achei o vídeo interessante. Joga bem com aquilo que li numa crítica à faixa - a interpretação de Sharon den Adel representa a luz e o rap de Xzibit representa a escuridão - embora se torne demasiado literal.

 

Tanto quanto sei, a banda esteve em digressão durante praticamente todo o ano (embora não tenham passado por Portugal) e lançou recentemente um DVD: Let Us Burn. Não o comprei nem faço tenções de fazê-lo tão cedo. Ainda tenho esperança de vê-los ao vivo e, quando isso acontecer, não quero ter spoilers. Em todo o caso, Hydra é um disco muito bem conseguido, talvez o melhor da carreira deles, e estou ansiosa por ouvir o que fizerem a seguir. Espero que não se demorem muito!

 

Coldplay - Ghost Stories

 

1.jpeg

 

Os Coldplay foram uma banda que comecei a ouvir com regularidade este ano. São a banda preferida da minha irmã. Depois de, por minha influência, ela ter começado a ouvir Bryan Adams, Avril Lavigne, Linkin Park, Paramore, entre outros. Era justo deixar-me converter por ela a uma banda de que gostasse. Não que isso tenha sido particularmente difícil, pois já estava habituada a ouvir os singles deles na rádio há mais de dez anos e gostava de vários. 

 

Tenho estado para escrever sobre Ghost Stories praticamente desde que foi editado. Tenciono publicá-lo algures nas próximas semanas - é uma das várias entradas que tenho em planeamento. Entretanto, a minha irma já me disse que eles deverão editar um álbu novo algures no próximo ano. Eles andam a dizer que será o último álbum da banda - mas eu oiço esses rumores desde, pelo menos, o X&Y.

 

Linkin Park - The Hunting Party

 

6.jpg

 

Os Linkin Park tambem foram relevantes este ano, com o concerto no Rock in Rio a que assisti - a minha melhor noite deste ano - e a edição do álbum The Hunting Party (crítica aqui). 

 

Paa ser sincera, o ciclo deste álbum pareceu-me terminar algo abruptamente. Lançaram os singles Final Masquerade, Wastelands e Rebellion quase de seguida e ficaram-se por aí. Parece que agora é assim, os ciclos de álbum terminam quase todos num abrir e fechar de olhos. Já com Living Things aconteceu o mesmo. Eu fico, sobretudo, com pena de não ter ouvido nenhum dos singles na rádio, nem mesmo Until It's Gone ou Final Masquerade. Eles ainda lançaram White Noise, do primeiro filme realizado por Joe Hann, Mall. Não gostei música, nem me dei ao traballho de ouvir segunda vez. 

 

Os Linkin Park queriam salvar o rock, mas não sei se o conseguiram. De qualquer forma, fizeram um bom álbum no processo. Venha o próximo - se o padrão se mantiver, em 2016.

 

Bryan Adams - Tracks Of My Years & Reckless Deluxe

 

9.jpg

 

 

Já falei sobre sobre os álbuns que Bryan Adams editou este ano aqui e aqui. Conforme já expliquei nessas entradas este albuns serviram, sobretudo, para provar que, trinta anos após os seus primeiros sucessos e, numa altura em que o êxito dos artistas musicais parece tão efémero, Bryan continua a ser relevante, continua a ser apreciado, não apenas pelas gerações mais velhas mas também por pessoas da minha idade e mesmo mais novas. Tracks Of My Years fez-nos recordar os grandes clássicos da música pop. A edição Deluxe de Reckless com as músicas extra, fez-nos recordar  algumas das nossas músicas preferidas de Bryan, bem como o rock dos anos 80 em geral. Também servirão para avrir caminho para a edição do primeiro álbum de inéditos em quase sete anos (ainda não há previsão para o seu lançamento). Esse é um dos lançamentos por que anseio em 2015.

 

 

Estes foram para mim os álbuns mais importantes de 2014. Na próxima entrada, tenciono falar de outros artistas de que gosto, como correu o ano passado para eles e se, eventualmente, editarão alguma coisa no próximo ano. 

Bryan Adams - Tracks Of My Years (2014)

 

O cantautor canadiano Bryan Adams editou no inicio de outubro o seu álbum de covers, Tracks Of My Years. Da tracklist fazem parte vários temas clássicos dos anos 60 e 70, ou seja, lançados aquando da juventude de Bryan. Segundo o cantautor, estes temas, não sendo os favoritos dele na altura (ele era fã de hard rock, o seu visual na capa do álbum demonstra-o bem), eram aqueles que dominavam a rádio no período em que decidira que o seu futuro residia na música. 

 

Pelas músicas escolhidas para as regravações e pela maneira como foram abordadas, Tracks Of My Years acaba por não diferir muito, quer em termos de temática quer em termos de sonoridade (com algumas exceções), de um típico álbum Bryan Adams, com músicas mais alegres alternando com baladas e o Amor como tema dominante.

 

Visto que, excetuando um caso (ou dois na versão Deluxe do CD), são versões de músicas alheias, não faz sentido analisar a letra e sonoridade música a música, como faria com outros álbuns. Ainda por cima, são temas clássicos do pop rock que, com uma única exceção, só conheci com este álbum. Não me sinto, portanto, com autoridade para analisar os originais nem determinar se as interpretações de Bryan lhes fazem justiça. Apenas posso dizer que, de uma maneira geral, tirando uma exceção ou outra, as músicas de Tracks of My Years são boas. Se o mérito parte das versões originais ou da produção para este álbum fica aberto a discussão. 

 

Nas entrevistas de promoção a este álbum, Bryan revelou que, para gravar os covers, ia tocando as músicas em questão de maneiras diversas até considerá-las suficientemente diferentes das versões originais. Dá para perceber que, em várias faixas, não lhe foi demasiado difícil chegar a esse ponto. Em músicas como Anytime At All, Rock And Roll Music e C'mon Everybody, basta serem interpretadas à maneira contemporânea para ficarem já a "saber a novo". Anytime At All dos Beatles, por exemplo, até conserva, quase nota por nota, o solo de guitarra da versão original mas acaba por se assemelhar a Back to You (o próprio Bryan reconhece-o). Rock And Roll Music (original de Chuck Berry) e C'mon Everybody (original de Eddie Cochran) também recebem uma produção "moderna" mas conservam aquele não sei quê de... bem, rock 'n' roll dos anos 60 e 70. Por outro lado, visto que Down on the Corner, na versão original, tem aquilo que penso que é um coro de gospel (enfim, é parecido com o de Ain't it Fun), bastou a Bryan cantar normalmente para personalizar a música. Na mesma linha, a principal diferença entre a Lay Lady Lay de Bod Dylan e a "de" Bryan Adams é a última ser cantada uma oitava acima do tom original (segundo Bryan, se cantasse no tom "certo", soaria demasiado parecido com Dylan - e, para mim, seria difícil cantá-la.)

 

 

Aproveito para dizer que Lay Lady Lay é a minha preferida deste álbum. É possível que isso se deva ao facto de ser a única versão original que eu conhecia antes deste álbum. Mesmo assim, acho que acertaram na produção, Bryan foi capaz de conservar a vulnerabilidade e doçura da versão original. Mas, lá está, este registo é um território que Bryan conhece como ninguém. 

 

Um território que ele talvez não conheça tão bem mas que não deixa de explorar neste álbum é o território dos blues. Em músicas como I Can't Stop Loving You e Kiss And Say Goodbye, Bryan não se distancia muito das versões originais, mas dá-lhes um twist algo roqueiro, com as notas de guitarra elétrica. Devo dizer que a sua icónica voz rouca é perfeitamente compatível com este género de música.

 

A voz de Bryan é, de resto, como o vinho do Porto: o tempo melhora-a. Este álbum é prova disso.

 

 

Julgo que o cover mais diferente do respetivo original é God Only Knows, dos Beach Boys. Recordo que esta é considerada uma das melhores músicas pop de todos os tempos, foi até recentemente homenageada pelas estrelas pop do momento. Ora, neste álbum, Bryan transformou aquilo que era uma triunfante e grandiosa música pop numa balada só com piano e ocasionais violinos. Esta sonoridade pode ser surpreendente, mas não deixa de ser compatível com a letra e melodia, revelando um lado diferente da música, mais vulnerável e misterioso. God Only Knows é outro ponto forte de Tracks of My Years e uma boa faixa de encerramento do álbum. 

 

 

Na versão Deluxe, no entanto, o álbum não acaba aqui. Uma das cinco músicas extra não é um cover, é You've Been a Friend to Me, uma faixa que Bryan compôs para o filme Old Dogs/Duas Amas de Gravata, tendo sido lançada em finais de 2009.

 

Apesar de já passarem quase cinco anos desde o seu lançamento, a versão de You've Been a Friend to Me nunca tinha sido lançada em CD antes - tínhamos apenas a versão Bare Bones no respetivo álbum. Se a memória não me falha, segundo o que li na altura, a ideia inicial era incluírem Summer of '69 na banda sonora do filme - foi de Bryan que partiu a ideia de contribuir com uma música inédita. Aquando do lançamento, o cantautor admitiu que a composição fora influenciada por quase dois anos de concertos Bare Bones (embora, na altura, ainda não os designasse assim). Desse modo, You've Been a Friend to Me é uma faixa dominada pela guitarra acústica, com a bateria, o piano e a guitarra elétrica assumindo papéis secundários. A letra é simples, sobre amizade como seria de esperar. Lembra-me o tema da série Friends, I'll Be There For You - partilha, até, algumas características em termos de sonoridade. A versão editada em Tracks Of My Years tem algumas diferenças em relação à lançada em 2009 (a do vídeo acima). A maior (e que mais me desagrada) foi terem retirado os backvocals a seguir ao solo de guitarra.

 

Tirando esta música e Help Me Make it Throught the Night, a versão Deluxe na minha opinião não tem muito a acrescentar. Não gosto muito de Many Rivers to Cross, arrasta-se demasiado. Inicialmente não achava muita piada a C'mon Everybody - já gosto mais, mas continuo a achá-la redundante depois de Rock And Roll Music. E o cover de You Shook Me, de Led Zeppelin, não foi bem conseguido na minha opinião. Bryan afirmou ter sido fã de hard rock enquanto jovem, deu a entender ter vontade de fazer mais covers dentro deste estilo mas, se You Shook Me foi uma amostra, ainda bem que não o fez. Não me parece que seja a praia dele. Isso ou eu, pura e simplesmente, não gosto da música. 

 

b-adams-2014.jpg

 

Tracks of My Years vale sobretudo pela nostalgia, pela homenagem aos clássicos. Não faz mais do que isso nem a isso aspira. O efeito nostálgico não funciona tanto em mim, já que as músicas não são do meu tempo - o próprio Bryan lamentou que alguns dos seus fãs mais jovens não reconhecessem as músicas, quando ele lhes colocou o CD a tocar - mas este álbum representa uma boa maneira de ficar a conhecer estes clássicos da música pop rock. Quem gosta deste CD são os meus pais (é raro eles gostarem da "minha" música). Quando ouviram o álbum pela primeira vez, o meu pai não demorou muito tempo a começar a cantarolar. Até parafraseou involuntariamente Bryan ao dizer que aquelas eram as músicas da sua juventude. Só isto faz com que este álbum tenha valido a pena.

 

Entretanto, já saiu a reedição de Reckless, com sete músicas novas. Para esse álbum farei uma crítica mais pormenorizada, em várias partes. Eu, aliás, já tenho em rascunho as análises às músicas que conhecia antes. Ainda não ouvi as músicas novas, tirando Play to Win e Reckless, que apareceram antes na Internet (só comprei o CD ontem). Para ser sincera, estou mais ansiosa pelo álbum de originais que Bryan tem vindo a prometer para o próximo ano. Pergunto-me, inclusivamente, se a produção de Tracks of My Years terá influência nesse disco - com os Within Temptation, pelo menos, a influência dos covers que lançaram em 2012 é notória em Hydra

 

No fundo estes dois álbuns (Trakcs of My Years e a reedição de Reckless) representam uma visita ao passado, provavelmente abrindo caminho, preparando terreno para o álbum inédito que, em princípio, sairá em 2015. E eu fico satisfeita por Bryan estar de novo debaixo dos holofotes (até pela exposição de fotografia que inaugurou em Cascais, no mês passado). Por, numa altura em que o sucesso dos artistas musicais parece tão efémero, as pessoas continuarem a reconhecer o valor de Bryan - incluindo jovens como eu, nascidos ao mesmo tempo sensivelmente que (Everything I Do) I Do It For You, ou mesmo depois. 

 

Mantenham-se ligados pois, como disse acima, em breve publicarei a crítica a Reckless. Não posso prometer uma data, mas vou tentar não me demorar. 

Músicas Não Tão Ao Calhas - She Knows Me

 

O cantautor canadiano Bryan Adams lançou recentemente o primeiro single, que é também a única faixa inédita, do seu álbum de covers, Tracks of My Years. Lançou é como quem diz... a música foi estreada numa entrevista à rádio inglesa BBC mas ainda não a encontrei nem no iTunes, nem no YouTube nem em nenhum site minimamente oficial (o vídeo abaixo foi adicionado posteriormente à publicação desta entrada). Em todo o caso, o single chama-se She Knows Me e foi composto em parceria com Jim Vallance, parceiro de longa data de Bryan Adams - ajudou a lançar a sua carreira e esteve por detrás da conceção de muitos dos maiores êxitos do cantautor canadiano, em particular com o álbum Reckless, embora tenham estado zangados durante muitos anos.


"All I know without her in my life
I'd be nowhere"
 
Para alguém minimamente familiarizado com o trabalho de Bryan, She Knows Me não traz grandes surpresas. É uma canção de amor, guiada por guitarra acústica, acompanhada por guitarras elétricas. Este arranjo particular traz-me ecos do último álbum de estúdio do cantautor canadiano, 11, sobretudo as canções I thought I'd seen everything, She's Got a Way e Miss America. Por outro lado, She Knows Me não tem aquilo que tem sido praticamente uma constante em músicas de Bryan Adams: um solo de guitarra. Contam-se pelos dedos de uma mão as músicas de que me consigo recordar em que não aparece a guitarra de Keith Scott, nem que se limitem a algumas notas - excepto aquelas que não têm versão de estúdio lançada, apenas versões ao vivo de concertos Bare Bones. Por outro lado, gosto muito da guitarra introdutória de She Knows Me.
 
A letra, por sua vez, possui semelhanças ainda mais gritantes com She's Got a Way, na medida em que se refere à amada, na terceira pessoa, como alguém que o conhece "melhor do que ele se conhece a si mesmo" - um tema que não é assim tão original, de resto. Não se limita a isso, felizmente, é apenas um aspeto de um relacionamento amadurecido, que tem resistido ao tempo, às dificuldades, mesmo aos momentos de separação - e é dado a entender que é mais por causa da amada do que por causa do sujeito narrativo. E apesar de toda a filosofia 18 'Til I Die do cantor, é o tipo de canção que se esperaria de alguém da idade dele.  

Em suma, não sendo uma canção extraordinária, nem mesmo uma das minhas preferidas de Bryan (gostei mais de I thought I'd seen everything, por exemplo, quando esta foi lançada), ele não desilude em She Knows Me. Sinto-me um bocadinho hipócrita pois, se fosse outro cantor ou banda, criticaria mais duramente a gritante falta de originalidade e as semelhanças com outras faixas - e já cheguei a fazê-lo. Ando a usar vários pesos e várias medidas mas, tal como já disse antes, ainda não consegui definir critérios claros para estes aspetos. Com Bryan sou mais complacente pois ele tem uma carreira feita, recheada de sucessos, não tem nada a provar, pode dar-se ao luxo de fazer o que bem entender. Visto que, pelo menos no caso de She Knows Me, o fez bem, não se pode exigir mais nada.

 

De resto, o restante conteúdo do álbum, ou seja os covers, já devem fornecer novidade suficiente para compensar a falta dela em She Knows Me. A tracklist já saiu e inclui temas dos anos 50, 60 e 70, ou seja, que terão marcado a juventude do cantautor canadiano. Eu não conhecia nenhum dos temas, tirando Lay Lady Lay, de Bob Dylan, que estudei nas aulas de guitarra. Já tive tempo para ouvir algumas das músicas e, até agora, gostei de todas - são clássicos. Suponho que Bryan tenha tentado adaptá-las para o seu estilo soft rock. Ainda não sei muito bem como vou fazer a crítica a este álbum - talvez faça uma comparação entre cada cover e a respetiva versão original. O que dará trabalho, sobretudo porque, mais uma vez, deverá sair numa altura complicada para mim. Ainda não há data definida. O site da Amazon indica o dia 30 de setembro mas, ao que consta, o lançamento do CD físico deverá ser em datas diferentes consoante a localização. Mais uma vez, não prometo publicar a crítica logo no dia da edição, mas procurarei publicá-la assim que me for possível.

Entretanto, encontro-me já a trabalhar noutro texto, mais longo, que tentarei publicar ao longo da próxima semana.

Na entrevista em que apresentou She Knows Me, quando foi confrontado com tudo o que já tinha feito na sua carreira, Bryan confessou que, mesmo assim, não consegue parar. Quero assumir, então, que ele não tenciona reformar-se tão cedo, que continuará a lançar álbuns e a dar concertos durante mais alguns anos. Agora, com o lançamento de She Knows Me, começou um novo ciclo na sua carreira. E eu mal posso esperar pelo que vem a seguir, com destaque para o CD inédito. 

Pesquisar

 

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Comentários recentes

  • Sofia

    Claro, a maior parte das pessoas é̶ ̶n̶o̶r̶m̶a̶l, ...

  • Simple Girl

    Li esta análise (e a primeira parte), não costumo ...

  • Sofia

    Missão cumprida, ah ah! Piadas à parte, não é prec...

  • Anónimo

    eu estou completamente v-i-c-i-a-d-o nas suas anal...

  • Anónimo

    Nada, eu que agradeço por você analisar tão bem. S...

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2015
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2014
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2013
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2012
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D

Segue-me no Twitter

Revista de blogues

Conversion

Em destaque no SAPO Blogs
pub